Digestão

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DEFINIÇÃO:

A digestão é o processo pelo qual o alimento é reduzido a compostos mais simples e esses são utilizados para o funcionamento do organismo. O sistema digestivo ou digestório humano é constituído pela boca, faringe, esôfago, estômago, intestino e ânus.

ENZIMAS DIGESTIVAS:

Enzimas digestivas são proteínas especialmente adaptadas para quebrar os alimentos em nutrientes que seu corpo pode então prontamente absorver. O corpo humano produz cerca de 22 enzimas digestivas diferentes, e esta produção vai reduzindo ao longo dos anos.  Quando ingeridas como suplementos, potencializam a digestão e absorção dos nutrientes, eliminando a sensação de “peso” no estômago, gases e desconfortos intestinais. As enzimas digestivas são fundamentais para manter a nutrição do organismo, melhorar a digestão, prevenir distúrbios gastrintestinais e assegurar uma melhora na qualidade de vida.

BOCA:

A boca é onde se inicia o processo de digestão dos alimentos, principalmente a digestão química dos carboidratos. Nela há dentes que trituram o alimento e juntamente com a língua, envolvem os pedaços dos alimentos com a saliva, que são produzidas e secretadas pelas glândulas salivares que ficam em anexo à boca, parótidas, submaxilares e sublinguais.

A saliva possui a enzima amilase, também denominada ptialina, que digere o amido e outros polissacarídeos, como no caso do glicogênio, reduzindo-os em moléculas menores como a maltose. Essa enzima perde sua ação em pH ácido, logo sua ação é inibida ao chegar no estômago.

Após a trituração, mastigação e salivação forma-se o bolo alimentar, que é deglutido e direcionado para a faringe, na qual se contrai, levando o bolo alimentar para o esôfago. Os movimentos peristálticos levam o bolo alimentar do esôfago para o estômago.

ESTÔMAGO:

No estômago, o bolo alimentar é armazenado e misturado com o suco gástrico que é constituído, principalmente, pelo ácido clorídrico, que mantém o pH ácido estomacal. A liberação do suco gástrico é controlada pelo hormônio gastrina.

A acidez favorece a ação da principal enzima, a pepsina, uma protease cuja forma inativa é o pepsinogênio, mas que em ambiente ácido transforma-se em pepsina que quebra as ligações químicas entre os aminoácidos de uma proteína.

Como resultado da digestão química do bolo alimentar, forma-se o suco alimentar, chamado quimo. Uma parte do quimo é assimilado no estômago, mas a maior parte ocorre no intestino delgado.

INTESTINO DELGADO E GROSSO:

No intestino delgado, ocorre a maior parte da digestão e absorção dos nutrientes. Esse órgão divide-se em: duodeno, jejuno e íleo. 

O quimo ao chegar ao duodeno estimula os hormônios secretina e colecistocinina que atuam na secreção do suco pancreático pelo pâncreas e da bile pelo fígado, respectivamente. A bile, sintetizada pelo fígado e armazenada na vesícula biliar, auxilia na emulsificação da gordura (lipídios). Já o suco pancreático possui várias enzimas como a amilase pancreática que digere amido, carboxipeptidase quebra peptídeos, lipase que digere lipídios dentre outros. Essas secreções se juntam com o suco entérico, produzido pela mucosa intestinal, que possui outras enzimas que participam na digestão de lipídios, proteínas e carboidratos. 

No jejuno e íleo, o suco intestinal é composto por várias enzimas que atuam nas etapas finais da digestão, como por exemplo, a maltase e sacarase. Nessa região, a maioria dos nutrientes é absorvido pelo sangue e, com isso, nutrindo todas as células do organismo. O que não foi absorvido, como água e a massa contendo principalmente as fibras, é direcionado para o intestino grosso. 

No intestino grosso, encontram-se algumas bactérias que habitam a flora intestinal que fermentam, decompondo o alimento que geram gases e outros produtos como a vitamina K absorvidas pelo corpo. O material que não foi digerido forma as fezes, que se acumulam no reto e são eliminadas para fora do ânus.

TIPOS DE DIGESTÃO:

Digestão intracelular: Ocorre somente no interior da célula. A partícula é englobada, por pinocitose ou fagocitose, sendo então digerida no interior de vacúolos através das enzimas lisossômicas. Esse tipo de digestão é encontrado em protozoários e poríferos.

Digestão extracelular e extracorporal: Ocorre totalmente fora das células, em cavidades do organismo (tubo digestivo). A partir de nematódeos, seres heterotróficos multicelulares, a digestão é exclusivamente fora das células, podendo ocorrer fora do organismo, esta é chamada de digestão extracorporal, como os fungos. As que ocorrem no interior do organismo, digestão intracorporal, como acontece nos animais.

Digestão extra e intracelular: Inicia-se no tubo digestivo e completa-se no interior da célula. É o que acontece nos celenterados, onde a digestão inicialmente se processa no interior da cavidade gastrovascular, e em seguida, as partículas parcialmente digeridas são captadas por células da gastroderme, onde a digestão se completa intracelularmente.

GLÂNDULAS ACESSÓRIAS DO SISTEMA DIGESTÓRIO:

Glândulas salivares: Responsáveis pela produção da saliva, uma substância rica em água, mas que também apresenta outros componentes, como enzimas e glicoproteínas. A saliva ajuda a lubrificar o bolo alimentar e também possui ação antibacteriana.

Pâncreas: Glândula mista, ou seja, possui funções endócrinas e exócrinas. Sua porção exócrina é responsável pela produção do suco pancreático, que apresenta uma série de enzimas que atuam na digestão, além de bicarbonato, que neutraliza a acidez do quimo. A porção endócrina do pâncreas é responsável pela produção dos hormônios insulina e glucagon.

Fígado: Segundo maior órgão do corpo humano, perdendo apenas para a pele. Atua em diversas funções no organismo, porém, na digestão, seu papel é garantir a produção da bile, uma substância que é armazenada na vesícula biliar e, posteriormente, é lançada no duodeno. A bile atua na emulsificação de gorduras, funcionando como uma espécie de detergente, facilitando a ação das enzimas responsáveis pela quebra de gordura.

POR QUE A DIGESTÃO É IMPORTANTE:

Quando comemos alimentos como pão, carne e verduras, eles não estão em uma forma que o corpo possa aproveitar para nutrir-se. Os alimentos e bebidas que consumimos devem ser transformados em moléculas menores de nutrientes antes de serem absorvidos para o sangue e transportados às células de todo o corpo. A digestão é o processo mediante o qual os alimentos e bebidas se decompõem em suas partes mais pequenas para que o corpo possa usá-los como fonte de energia e para formar e alimentar as célula.

HÁBITOS QUE PREJUDICAM A DIGESTÃO:

Ingerir líquidos durante as refeições: Deixe para ingerir a bebida somente após a finalização das refeições. Esse cuidado vai ajudar a melhorar sua digestão.

Pular refeições: Engana-se quem pensa que ao pular uma refeição vai eliminar peso. Para ter uma boa saúde, o ideal é fazer três refeições principais e de dois a três lanches intermediários menores ao longo do dia. Nos lanches, inclua uma fruta, um suco, castanhas, iogurte ou outros alimentos leves e saudáveis.

Usar gordura no preparo dos alimentos: Frituras, excesso de óleo, manteiga, molhos e condimentos durante o preparo dos alimentos também prejudicam a digestão. Opte por alimentos cozidos ou assados e reduza a quantidade de molhos.

Evitar consumo de frutas e vegetais: Outro grande erro cometido pela maioria das pessoas, e que contribui para o processo de má alimentação, é deixar de incluir frutas e vegetais na dieta. O recomendado é comer de três a cinco porções de frutas ao dia e pelo menos quatro porções de vegetais.

Comer rápido demais: Não tenha pressa na hora de se alimentar. Para que seu sistema digestivo funcione corretamente, é fundamental mastigar bem os alimentos.

Beber pouca água: Ingerir água é fundamental para a boa digestão. Por isso, beba por volta de dois litros diariamente. Encher uma garrafinha de água no começo do dia e reabastecê-la sempre que esvaziar é uma boa dica para manter o organismo hidratado.

Reduza o estresse:  O estresse excessivo afeta diretamente o funcionamento do sistema digestivo. Por isso, procure relaxar, resolver os problemas de forma mais calma e se alimetar sempre que estiver mais calmo.

Consumir muito carboidrato: O consumo exagerado de carboidratos como pães, massas, bolachas e etc é outro vilão da digestão. Por isso, dê preferência aos carboidratos integrais, leite e derivados lights ou desnatados.

COMO REGULAR A DIGESTÃO:

Reguladores hormonais:

Uma característica fascinante do aparelho digestivo é que ele possui seus próprios reguladores. Os principais hormônios que controlam as funções do aparelho digestivo são produzidos e liberados a partir de células da mucosa do estômago e do intestino delgado. Estes hormônios passam ao sangue que perfunde o aparelho digestivo, vão até o coração, circulam pelas artérias e regressam ao aparelho digestivo, onde estimulam a produção de sucos digestivos e provocam o movimento dos órgãos.

Os hormônios que controlam a digestão são a gastrina, a secretina e colecistocinina.

Gastrina:  A gastrina faz com que o estômago produza ácido que dissolve e digere alguns alimentos. Também é necessária para o crescimento normal da mucosa do estômago, intestino delgado e cólon.

Secretina:  A secretina faz com que o pâncreas secrete um suco digestivo rico em bicarbonato. Estimula o estômago a produzir pepsina, uma enzima que digere as proteínas, e o fígado para que produza bile.

Colecistocinina: A colecistocinina faz com que o pâncreas se desenvolva e produza as enzimas do suco pancreático e faz com que a vesícula biliar se esvazie.

Reguladores nervosos:

Duas classes de nervos ajudam a controlar o trabalho do aparelho digestivo. Os nervos extrínsecos (de fora) chegam aos órgãos digestivos desde o cérebro ou medula espinhal e provocam a liberação de duas substâncias químicas: a acetilcolina e a adrenalina. A acetilcolina faz com que os músculos dos órgãos digestivos se contraiam com mais força e empurrem melhor os alimentos e líquidos através do trato digestivo. Também faz com que o estômago e o pâncreas produzam mais sucos. A adrenalina relaxa o músculo do estômago e dos intestinos e diminui o fluxo de sangue que chega a estes órgãos.

Os nervos intrínsecos (de dentro), que formam uma densa rede incrustada nas paredes do tubo digestivo, são ainda mais importantes. A ação destes nervos se desencadeia quando as paredes dos órgãos ocos se distendem com a presença dos alimentos. Liberam muitas substâncias diferentes que aceleram ou retardam o movimento dos alimentos e a produção dos sucos nos órgãos digestivos.

DIGESTÃO NA CAVIDADE OROFARÍNGEA:

Na boca, os dentes trituram e esmagam os alimentos ingeridos em partículas menores e o bolo alimentar formado é umedecido pela saliva. Além disso, há liberação de uma enzima digestiva, a amilase salivar ou ptialina, que inicia a digestão do amido constituinte dos carboidratos. A digestão do amido na boca pela ação da amilase é mínima e sua atividade é inibida no estômago devido a presença de substâncias ácidas.

O bolo alimentar atravessa a faringe, sob controle voluntário, e esôfago, sob controle involuntário, chegando ao estômago, onde é misturado a secreções gástricas.

DIGESTÃO NO INTESTINO DELGADO:

O intestino delgado é o principal órgão de digestão e absorção dos alimentos e nutrientes e é dividido em três porções: duodeno, jejuno e íleo. Na parte inicial do intestino delgado, ocorre a digestão e absorção da maior parte dos alimentos ingeridos devido ao estímulo da produção de enzimas pelo próprio intestino delgado, pâncreas e vesícula biliar.

A bile é secretada pelo fígado e pela vesícula biliar e facilita a digestão e a absorção de lipídeos, colesterol e vitaminas lipossolúveis. O pâncreas é responsável por secretar enzimas que são capazes de digerir todos os principais nutrientes. As enzimas produzidas pelo intestino delgado reduzem os carboidratos de menor peso molecular e peptídeos de tamanho médio e grande, além dos triglicerídeos que são degradados em ácidos graxos livre e monogliceróis.

A maior parte do processo digestivo é completada no duodeno e na parte superior do jejuno, e a absorção da maioria dos nutrientes está quase toda completa no momento em que o material chega ao meio do jejuno. A entrada de alimentos parcialmente digeridos estimula a liberação de vários hormônios e, consequentemente, de enzimas e líquidos que interferem na motilidade gastrointestinal e na saciedade.

Ao longo do intestino delgado quase todos os macronutrientes, vitaminas, minerais, oligoelementos e líquidos são absorvidos antes de chegar ao cólon. O cólon e o reto absorvem a maior parte do fluido restante vindo do intestino delgado. O cólon absorve eletrólitos e uma pequena quantidade de nutrientes restantes.

As fibras remanescentes, amidos resistentes, açúcar e aminoácidos são fermentados pela borda em escova do cólon, resultando em ácidos graxos de cadeia curta e gás. Os ácidos graxos de cadeia curta ajudam a manter a função normal da mucosa, liberam uma pequena quantidade de energia de alguns dos carboidratos e aminoácidos residuais e facilitam a absorção do sal e da água.

O conteúdo intestinal demora de 3 a 8 horas para chegar até a válvula ileocecal, que serve para limitar a quantidade de material intestinal que passa do intestino delgado para o cólon e impede seu retorno.

DIGESTÃO NO ESTÔMAGO:

No estômago, as secreções produzidas são ricas em ácido clorídrico e enzimas e são misturadas ao alimento. Na presença do alimento no estômago, a pepsina, que é uma das enzimas presentes no estômago, é secretada em sua forma inativa (pepsinogênio) e convertida em pepsina pela ação do ácido clorídrico. Essa enzima desempenha papel fundamental no processo de digestão das proteínas, alterando sua forma e tamanho. Além da produção de pepsina, há também a produção, em menor quantidade, de lipase, que é uma enzima responsável pela degradação inicial de lipídeos.

As secreções gástricas também são importantes para aumentar a disponibilidade e absorção intestinal de vitamina B12, cálcio, ferro e zinco.

Após processamento do alimento pelo estômago, o bolo alimentar é liberado em pequenas quantidades no intestino delgado de acordo com as contrações do estômago. No caso de refeições líquidas, o esvaziamento gástrico dura em torno de 1 a 2 horas, enquanto que para refeições sólidas dura cerca de 2 a 3 horas e varia de acordo com o volume total e das características do alimento ingerido.

ALIMENTOS QUE AJUDAM NA DIGESTÃO:

Banana: Rica em fibras, potássio, vitaminas C e A, a banana acalma o estômago e ajuda na digestão. Comer uma banana entre as refeições ajuda a controlar os índices de açúcar e gordura no sangue - graças ao frutano, um amido resistente presente na fruta. Também é recomendada para tratar a diarreia, já que dá mais consistência às fezes e é fonte de potássio.

Ameixa: Com grande potencial laxativo, é a fruta mais indicada para regular o funcionamento do intestino. Rica em fibras solúveis, também é fonte de isatina e sorbitol, substâncias que ajudam a digestão. Recomenda-se a ingestão de apenas duas ameixas por dia, por ser um alimento calórico. Além deste benefício, faz bem à visão, melhora o sistema imunológico, aumenta a densidade óssea e tem propriedades anticoagulantes.

Iogurtes Probióticos:  Probióticos são bactérias boas que estimulam a proliferação de micro-organismos na mucosa intestinal, favorecendo o equilíbrio da flora intestinal. Uma flora intestinal equilibrada é capaz de melhorar não só a digestão, como também a regulação do nosso sistema imunológico. Essas bactérias, presentes no iogurte, também evitam a proliferação de patogênicos e ajudam a tratar diarreias. Pesquisas também associam probióticos a uma metabolização mais eficiente dos carboidratos.

Fibras: As fibras participam indiretamente da digestão, estimulando o trânsito intestinal e levando embora algumas toxinas. As fibras solúveis - presentes na aveia, feijão, lentilha e frutas - se ligam às moléculas de água, formando uma espécie de gel que reduz a absorção de gorduras ruins, como o colesterol. Ela também absorve carboidratos de forma mais lenta, evitando picos de glicose e ajudando a controlar o diabetes. Já a fibra insolúvel - do pão integral, farelos, grãos, legumes e cereais - atua aumentando a velocidade do intestino e garantindo o bom funcionamento. A quantidade de fibras recomendada diariamente é de 25 a 35 gramas. A ingestão em excesso pode causar efeito contrário.

Gengibre: Tem mais de 400 substâncias que trazem inúmeros benefícios à saúde, principalmente ao sistema digestivo. Auxilia na secreção da bile, facilitando a digestão de gorduras e evitando a sobrecarga do fígado. A raiz também é eficaz contra náuseas, vômitos e queimação e tem poder anti-inflamatório.

Mamão: A carpaína, presente no mamão, é um alcaloide que, junto com a papaína, atua sobre o líquido biliar ajudando na digestão de proteína animal e outros alimentos pesados, facilitando a absorção pelo intestino. A papaína, enzima digestiva, também é utilizada para alívio nos casos de indigestão aguda e como anti-inflamatório.

DOENÇAS DISGESTIVAS:

Gastrite: É uma irritação na mucosa (camada interna) do estômago. A doença desenvolve-se principalmente quando há o uso de medicamentos em excesso, bebida alcoólica, cigarro ou situações de estresse recorrentes. A doença pode causar dor, desconforto, azia, má digestão e até enjoo. O tratamento inclui a redução de alimentos irritativos como frituras, condimentos, embutidos, derivados de leite, além de se evitar o álcool e o tabagismo. Algumas pessoas tomam leite para aliviar os sintomas da gastrite, mas o consumo deve ser controlado, pois ele estimula a produção de ácido gástrico, o que poderá intensificar a dor.

Pancreatite: As inflamações no pâncreas glândula localizada atrás do estômago que produz o suco pancreático e outras substâncias como a insulina, podem se tornar crônicas, se não identificadas precocemente e tratadas. Entre os métodos para evitar o problema causado pelas inflamações no pâncreas estão: evitar o consumo de álcool, adotar hábitos saudáveis com alimentação e exercícios físicos e manter o acompanhamento médico.

Úlcera Péptica:  A úlcera nada mais é do que uma erosão que ocorre nos tecidos que revestem o estômago. Se não for bem tratada, pode gerar complicações como perfuração ou sangramentos.

Logo, o tratamento inclui medicamentos específicos receitados pelo médico e uma alimentação com o mínimo possível de ácidos.

Diverticulite: O processo inflamatório acontece na parede do intestino. Ela é caracterizada, principalmente, pela inflamação de “bolsas” salientes chamadas de divertículos que muitas pessoas possuem. Uma dieta pobre em fibras pode contribuir para o desenvolvimento da doença ou ativar recidivas. O tratamento inclui uma mudança de estilo de vida mas, dependendo da gravidade, pode exigir indicação cirúrgica.

Esofagite: Inflamação no esôfago, tubo que liga a boca ao estômago. Os sintomas mais comuns são dificuldade para engolir, dor no peito, náuseas, vômito, dor abdominal, tosse e perda de apetite. Em alguns casos, os pacientes também percebem que o alimentos ingeridos ficam presos no esôfago, não completando o caminho até o estômago. O tratamento está diretamente ligado a mudanças de hábitos alimentares, mas também ao entendimento das estruturas que compõem o esôfago, como a musculatura e a válvula que separa o órgão do estômago.

Dispepsia:  Esse termo médico se refere à dificuldade de digestão. Logo, a pessoa possui dor ou mal-estar no abdômen superior, podendo ser tanto de forma crônica quanto recorrente. Além disso, ela tem sensação de enfartamento.

Para prevenir essa doença, são indicadas medidas simples como, por exemplo, mudanças nos hábitos alimentares e na vida: é indicado ter uma alimentação saudável e realizar exames como endoscopia para ver qual é o diagnóstico. Por isso, é imprescindível conversar com o médico para saber como proceder.

Azia:  A azia é uma sensação de queimadura na parte de trás do peito. Às vezes, ela sobe até o pescoço e a garganta.

Para prevenir e controlar essa doença, basta evitar alimentos que favorecem essa “queimação”: café, chá, bebidas alcoólicas, bebidas gaseificadas, chocolate e refeições pesadas como, por exemplo, com muita gordura. Além disso, é indicado evitar ir para a cama antes do esvaziamento gástrico (cerca de três horas). Parar de fumar também é fundamental para prevenir essa doença do aparelho digestivo.

Síndrome do intestino irritável:  Ela é popularmente conhecida como “colite nervosa”, “colón irritável” ou “doença funcional do intestino”. Nesses casos, o intestino é mais sensível. Logo, ele reage mais intensamente a estímulos habituais como, por exemplo, estresse e alimentação. Isso pode causar alterações no movimento intestinal que, consequentemente, modifica a forma, a frequência e a consistência das fezes.

Para prevenir essa doença, é importante praticar exercícios, melhorar os hábitos de sono, fazer mudanças na dieta, beber bastante líquido e se alimentar regularmente. Caso seja necessário a ingestão de algum remédio, recomenda-se procurar um médico para que ele receite o mais indicado.

PROBIÓTICOS NA DIGESTÃO:

Os probióticos são bactérias benéficas que contribuem com o funcionamento do intestino, proporcionando qualidade a saúde geral do organismo. Entre os benefícios estão a digestão, absorção de nutrientes e fortalecimento imunológico. Para isso, neste artigo, vamos abordar sobre curiosidade em relação aos  probióticos, os principais benefícios no processo de digestão e o diferencial dos probióticos manipulados.

 O conceito de probiótico foi introduzido no início do século XX, quando o prêmio Nobel Elie Metchnikoff, conhecido como o “pai dos probióticos”, propôs que o consumo de micro-organismos benéficos poderia melhorar a saúde das pessoas. Os pesquisadores continuaram a investigar essa ideia e o termo “probióticos” - que significa “pró-vida” - entrou em vigor.

Embora as pessoas frequentemente pensem em bactérias e outros micro-organismos como “germes” prejudiciais, muitos micro-organismos são essenciais para o bom funcionamento do organismo.

O que são probíoticos: Os probióticos são micro-organismo vivos que agem no organismo, para facilitar a digestão, o funcionamento do intestino,  fortalecendo o sistema imunológico,   prevenindo contra possíveis doenças intestinais, melhora a digestão e combate a azia, fortalece o sistema imunológico, devido a produção de celular de defesas, conhecidas como: Macrofagos.

Dessa forma, os probióticos consistem no aumento de bactérias benéficas no intestino,  intuito e de combater as bactérias que provocam doenças e favorecer o funcionamento do metabolismo.

Como funciona os probíoticos: A cultura de bactérias probióticas no organismo estimula a multiplicação de bactérias benéficas reforçando o sistema imunológico, nosso mecanismo natural de defesa.

Os probióticos podem ter uma variedade de efeitos no organismo, e diferentes probióticos podem agir de diferentes maneiras, incluindo:

- Ajudar a manter a colônia de micro-organismos do intestino estável;

- Estabilizar as barreiras do trato digestivo contra micro-organismos nocivos ou produzir substâncias que inibam seu crescimento;

-  Ajudar a comunidade de micro-organismos do trato digestivo a voltar ao normal após ser perturbada (por exemplo, por um antibiótico ou uma doença);

- Combater os micro-organismos patógenos;

- Estimular a resposta imune.

 

Benefícios dos probíoticos na digestão: Os probióticos  são essenciais para o processo de digestão, mais específica o Bifidobacteria, um dos probióticos que ajuda a eliminar toxinas do organismo, os lactobacillus, são mais conhecidos e também contribui com a digestão, a absorver os nutrientes e combater infecções.

Os probíoticos são recomendado para:

Os probióticos podem ajudar nos seguintes casos:

Sistema imunológico fraco: O probiótico pode ajudar a reduzir a intensidade e a duração dos sintomas de fadiga, especialmente no inverno (frio, dor de garganta, gripe, etc.).

Doenças intestinais: O probiótico pode ajudar a reduzir o impacto de certos sintomas, especialmente inchaço doloroso e transtornos de trânsito intestinal.

Alergias em crianças: O probiótico pode ajudar no desenvolvimento do sistema imunológico.

Benefícios dos probíoticos  para todas as idades:

Crianças: O consumo de probióticos é importante porque a microbiota ainda está em formação. Os probióticos ajudam a deixar os pequenos menos vulneráveis a desequilíbrios e à ação de microrganismos que provocam doenças.

Adultos: Os probióticos podem ser usados diariamente para auxiliar a saúde digestiva e, por consequência, obter os benefícios associados a isso.

Idosos: Se favorecem do consumo dos probióticos, pois possuem o sistema gastrointestinal mais sensível e o aporte das "bactérias do bem" pode trazer mais qualidade de vida.

GENGIBRE NO SISTEMA DIGESTIVO:

O que é  gengibre :  Vegetal nativo da Ásia, o gengibre é uma raiz tuberosa usada tanto na culinária quanto na medicina. A planta assume múltiplos benefícios terapêuticos: tem ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. O gengibre também é um reconhecido alimento termogênico, que pode ser capaz de acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura corporal.

História: Natural do sudeste asiático, o gengibre é usado como óleo em massagens contra problemas de coluna e nas articulações. E há séculos é cultuado na medicina chinesa por sua atuação no sistema digestivo, na circulação. Ainda é considerado afrodisíaco e poderoso contra a disfunção erétil. Não é à toa que é conhecido na medicina Ayurvédica como "medicamento universal".

Chá de gengibre: Um dos benefício do chá de gengibre está no seu poder sobre o sistema digestivo. Por acelerar o metabolismo, aumentar a temperatura corporal e reduzir a aderência da bactéria H. Pylori (causadora de gastrite e de úlceras) no organismo, a raiz é eficaz no tratamento de náuseas ocasionadas por alimentos mal digeridos.

Benefícios:

Proteção estomacal: A planta auxilia no combate da bactéria H. pylori, principal causadora de gastrite e úlceras estomacais, podendo assim prevenir de doenças mais graves como câncer de estômago.

Azias e gases: Beber até 4 xícaras de chá da raiz ao longo do dia, pode ajudar a combater a azia e gases intestinais.

Anti-inflamatório e antioxidante: Tem ação antioxidante no corpo, agindo na prevenção de doenças como gripes, resfriados, câncer e envelhecimento precoce. Além disso, ele também tem ação anti-inflamatória, melhorando os sintomas de artrite, dor muscular e doenças respiratórias, como tosse, asma e bronquite.

VITAMINAS QUE AUXILIAM NO SISTEMA DIGESTIVO:

Vitamina A: A cenoura, por exemplo, é rica em betacaroteno, substância a partir da qual o organismo produz retinol, uma forma ativa de vitamina A.

A vitamina A é importante no crescimento, pois forma ossos e dentes, melhora a pele e o cabelo, protege os aparelhos respiratório, digestivo e urinário e também é importante para a visão.

Outras fontes de vitamina A: leite integral, queijo, manteiga, gema de ovo, pimentão, mamão, abóbora e verduras em geral.

Vitaminas do complexo B: Formam um conjunto de vitaminas que têm, entre si, propriedades semelhantes.

A banana contém vitamina B6, que produz energia a partir dos nutrientes, ajuda a formar hemácias (glóbulos vermelhos do sangue) e anticorpos, é útil para os sistemas nervoso e digestivo e boa para a pele. Outras fontes de vitaminas do complexo B: cereais integrais, leguminosas (feijão, soja, grão-de-bico, lentilha, ervilha etc.), alho, cebola, miúdos (moela, coração etc.), peixes, crustáceos, ovos e leite.

A vitamina B12, por exemplo, participa da formação de material genético nas células, essencial à formação de novas células, como hemácias e leucócitos. A vitamina B12, só é encontrada em alimentos de origem animal. Os vegetarianos precisam, portanto, de suplementação desta vitamina. As carnes magras, aves e peixes contêm niacina, que ajuda a produzir energia a partir das gorduras e carboidratos e auxilia também o sistema nervoso e o aparelho digestivo, e vitamina B1, que ajuda na produção de energia, principalmente a necessária aos nervos e músculos, inclusive o coração.

ALGUNS DOS PRODUTOS DISPONIVEIS EM NOSSO SITE PARA O SISTEMA DIGESTIVO:

Super Enzimas Digestivas (Amilase, Protease e Lipase) Life Extension: As enzimas digestivas são essenciais para a absorção e utilização ideal dos alimentos e seus nutrientes por parte do corpo. O envelhecimento normal pode inibir a produção de enzimas digestivas, resultando em uma sensação de inchaço e outros desconfortos após as refeições.

Super Enzimas Digestivas (Amilase, Protease e Lipase) Life Extension fornece enzimas específicas necessárias para apoiar as reações naturais que quebram os alimentos - otimizando a digestão e a absorção de nutrientes. Aqui está a ampla gama de enzimas contidas nesta fórmula:

- Proteases para ajudar a quebrar proteínas;

- Amilase quebra os amidos e cadeias de açúcar curto chamados oligosacáridos;

- Lipase para quebrar as gorduras;

- Celulase para quebrar o polissacarídeo indigestível em celulose dietética e Lactase para quebrar a lactose.

Super Enzimas Digestivas (Amilase, Protease e Lipase) Life Extension é melhorada com probióticos e fornece as mesmas enzimas que estão em enzimas super digestivas melhoradas, mas com os benefícios adicionais do probiótico B. Este probiótico cria um escudo protetor natural que resiste à digestão no estômago permitindo que ele colonize completamente os intestinos. Probióticos como B (coagulantes) apoiam a saúde digestiva e suprimem bactérias menos benéficas. Comprovadamente melhora o conforto digestivo.

GNC Super Fibra (Regulador Intestinal)Super Fibra promove a saúde intestinal e regulariza sua atividade, com aumento de sua atividade proporciona alívio da constipação ocasional. Especialistas concordam que os adultos devem consumir 25-35 gramas de fibras diariamente para manter uma boa saúde e função intestinais. A fibra é uma maneira natural com vista à promoção da regularidade e da saúde do cólon. Ele auxilia no trânsito do alimento através do intestino e oferece muitos benefícios de saúde adicionais, incluindo ajudá-lo a adiar a fome e fazer você se sentir mais completo.

GNC Super Fibra é uma mistura que pode ser diluída facilmente com água ou sua bebida favorita. Também pode ser adicionada às receitas durante o cozimento. Basta agitar e observar os grânulos de fibras finas dissolverem-se completamente. Para garantir um programa de nutrição completo, não se esqueça de incluir um prêmio de multivitaminas GNC em sua rotina diária.

Enzimas Extraordinárias (Protease, Celulase, Lipase) Life ExtensionFornece enzimas protease, celulase e lipase, potente apoio que apoio ao sistema digestivo, adaptando-se a uma variedade de condições de ácido ácido do estômago. Facilita a absorção de nutrientes e dá alívio aos desconfortos digestivos, sem promover surtos de glicose pós-refeição. Esta fórmula poderosa oferece uma mistura dinâmica de 12 enzimas diferentes para enfrentar digestões difíceis, incluindo a das proteínas, fibras e gordura. Apenas uma cápsula antes de comer apoia o conforto digestivo, mesmo depois de uma refeição pesada.

Visão geral dos benefícios:

-  Promove uma digestão saudável e absorção de nutrientes;

- Fórmula única oferece 12 diferentes enzimas digestivas;

- As enzimas protease, lipase e celulase se adaptam a uma variedade de condições de Ph;

- Não promove picos de glicose no sangue pós-refeição;

- Facilita a decomposição de fibras vegetais difíceis;

- As enzimas digestivas facilitam a digestão e a absorção de nutrientes.

Seu corpo obtém nutrientes quebrando o alimento que você come. Este processo, chamado digestão, é facilitada por compostos especiais chamados enzimas digestivas. E uma vez que as proteínas, fibras vegetais e gorduras são todos discriminadamente diferentes, você precisa de um amplo espectro de enzimas para a digestão ideal.

Suplementar com enzimas digestivas: Estudos em seres humanos sugerem que as enzimas suplementares podem melhorar a digestão e ajudar a minimizar os surtos de glicose pós-refeição. Enzimas Extraordinárias (Protease, Celulase, Lipase) Life Extension é uma fórmula multi-enzima que facilita tanto a absorção de nutrientes ideal, quanto alivia os desconfortos digestivos. Fornece 12 diferentes enzimas, incluindo protease, celulase e lipase.

Promove a quebra de fibras vegetais difíceis de digerir: Enzimas Extraordinárias (Protease, Celulase, Lipase) Life Extension ainda facilita a degradação das fibras vegetais que fazem que que as pessoas acabem evitando os vegetais saudáveis ​​por causa de desconfortos digestivos. A maioria das pessoas tomará uma cápsula (antes das duas refeições mais pesadas) que fornece 400mg de enzimas digestivas naturais a cada dia.