Insônia

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A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA NOITE DE SONO:

É durante o sono que o organismo exerce as principais funções restauradoras do corpo, como o reparo dos tecidos, o crescimento muscular e a síntese de proteínas. Durante este momento, é possível repor energias e regular o metabolismo, fatores essenciais para manter corpo e mente saudáveis. Dormir bem é, então, hábito que deve ser incluído na rotina de todos.

Especialistas recomendam em média 8 horas de sono por dia, sem interrupções. Este número pode variar de acordo com a idade de cada indivíduo e as necessidades de desenvolvimento de seu corpo, de acordo com o indicado.

- Adultos necessitam de 7 a 8 horas de sono de qualidade e em horários regulares por dia;
- Adolescentes precisam dormir cerca de 8 a 10 horas diariamente;
- Crianças necessitam de 9 a 13 horas de sono a cada dia;
- Bebês precisam dormir de 12 a 16 horas por dia.

O QUE É INSÔNIA:

A insônia é um distúrbio persistente que prejudica a capacidade de uma pessoa adormecer ou, ainda, de permanecer dormindo durante toda a noite. Assim, a qualidade de vida da pessoa, em geral, costuma ficar comprometida.

Pessoas com insônia geralmente começam o dia já se sentindo cansadas, têm problemas de humor e falta de energia e têm o desempenho no trabalho ou nos estudos prejudicado por causa deste distúrbio.

Muitos adultos apresentam insônia em algum momento da vida, mas algumas pessoas têm insônia crônica, que pode perdurar por um período de tempo muito maior do que o normal.

A insônia pode ser, ainda, um distúrbio secundário causado por outros motivos, como doença ou uso indevido de medicação.

TIPOS DE INSÔNIAS:

Intermitente: É esporádica e acontece de tempos em tempos, alternando com momentos de normalidade;

Transiente: Dura alguns dias e chega a se repetir por até três semanas;

Aguda: É a dificuldade em dormir que dura até três semanas e é provocada por algum acontecimento recente que cause estresse. É o caso, por exemplo, do falecimento de uma pessoa próxima ou de problemas no trabalho;

Crônica: É mais comum em pacientes de faixas etárias mais avançadas. Ocorre várias vezes em um período de, no mínimo, dois anos, e dura pelo menos três dias. Por ter causas mais complexas, demanda uma abordagem clínica sistematizada, além de diagnóstico e tratamento precoces.

CAUSAS:

Condições médicas: Dor crônica, dificuldade para respirar ou necessidade frequente de urinar podem levar à insônia. Exemplos de condições associadas à insônia incluem:

- Artrite;
- Câncer;
- Insuficiência cardíaca;
- Doença pulmonar;
- Doença do refluxo gastroesofágico;
- Distúrbios da tireoide;
- AVC;
- Doença de Parkinson;
- Doença de Alzheimer.

Outras doenças:  Dor crônica e condições como a artrite ou problemas nas costas, bem como depressão, ansiedade e estresse, podem interferir no sono.

Os homens mais velhos desenvolvem frequentemente um aumento da próstata, o que pode levar à necessidade frequente de urinar, interrompendo o sono.

Nas mulheres, sintomas da menopausa podem ser igualmente perturbadores e podem impedi-las de ter uma boa noite de sono.

Outros distúrbios relacionados, como apneia do sono e síndrome das pernas inquietas, também se tornam mais comum com a idade.

Além disso, as pessoas mais velhas normalmente fazem maior uso de medicamentos do que pessoas mais jovens.

Ansiedade: Ansiedade diária, bem como transtornos graves de ansiedade, como o transtorno de estresse pós-traumático, pode atrapalhar o sono.

Estresse: Preocupações relacionadas ao trabalho, estudos, saúde ou família podem manter sua mente ativa durante a noite, o que dificulta na hora de adormecer.

Acontecimentos provocadores de grande estresse, como morte ou adoecimento de um ente querido, divórcio ou perda de emprego, também podem desencadear episódios de insônia.

Mudança no ambiente ou horário de trabalho: Viajar ou alterar o horário de trabalho pode provocar uma mudança no ritmo cardíaco do corpo e no chamado “relógio biológico”, que dificulta o início do sono.

Depressão: Uma pessoa com depressão pode dormir mais do que o normal e pode também não conseguir dormir, simplesmente. Insônia é comum em casos de depressão.

Maus hábitos de sono:

- Irregularidade do sono, como dormir e acordar em horários diferentes todos os dias;
- Atividades estimulantes antes de deitar-se;
- Dormir em ambientes inapropriados e desconfortáveis, como num lugar muito iluminado;
- Dormir em frente à televisão;
- Dormir com a luz acesa.

Idade: A insônia pode, ainda, se tornar mais comum com a idade. Ruídos e outras alterações no ambiente podem despertar uma pessoa idosa mais facilmente do que alguém mais jovem.

Com a idade, o relógio biológico muda, fazendo com que a pessoa se sinta cansada mais cedo à noite e acorde mais cedo na manhã. Apesar disso, idosos geralmente precisam da mesma quantidade de sono que pessoas mais jovens.

Comer muito tarde: Comer um lanche leve antes de dormir é recomendado, mas comer demais pode fazer com que uma pessoa se sinta fisicamente desconfortável na hora de deitar, o que pode dificultar na hora de adormecer.

Muitas pessoas também apresentam azia e refluxo, que também prejudicam o sono.

Medicações: Muitos medicamentos podem interferir na capacidade de uma pessoa adormecer ou permanecer dormindo, incluindo antidepressivos, remédios para controle da pressão arterial, antialérgicos, estimulantes e corticosteroides.

Cafeína, nicotina e álcool: Café, chá, refrigerantes à base de cola e outras bebidas que contenham cafeína são estimulantes bastante conhecidos e comuns no dia a dia. Seu consumo não é proibido e não está diretamente relacionado à insônia, mas pode, eventualmente, ser um fator desencadeador do distúrbio.

Beber café à noite, por exemplo, pode dificultar o início do sono. A nicotina em cigarros ou outros produtos derivados do tabaco é outro estimulante que pode causar insônia.

O álcool pode até ajudar a dormir, mas impede os estágios mais profundos do sono e muitas vezes pode fazer com que uma pessoa desperte no meio da noite.

Falta de exercícios: Com o tempo, a pessoa pode se tornar menos ativa fisicamente ou socialmente. A falta de atividades diárias pode interferir em uma boa noite de sono.

Quanto menos ativa uma pessoa for, mais tempo ela terá para tirar sonecas ao longo do dia, o que dificulta na hora de dormir à noite.

COMO TRATAR A INSÔNIA:

Antes de recorrer aos medicamentos controlados para tratar a insônia, busque soluções menos agressivas. Uma boa alternativa é utilizar os suplementos naturais contra a insônia. Diferentemente dos remédios farmacêuticos, os suplementos não causam dependência química ou provocam efeitos colaterais.

O suplemento natural é eficaz porque ele é rico em triptofano. Essa substância estimula a produção de serotonina, o hormônio do bem-estar. Logo, o corpo fica mais relaxado, próprio para o adormecimento rápido e tranquilo.

Uma dica importante é aliar o seu tratamento a bons hábitos noturnos, como não utilizar smartphones, tablets e televisão algumas horas antes de dormir. Evite também o consumo de café após as 18h.

A insônia tem cura se tratada no início. Porém, quando se torna uma doença crônica é preciso tratar com remédios controlados. Não deixe que isso ocorra, cuide da sua saúde o quanto antes.

PARALISIA DO SONO:

A paralisia do sono é uma condição caracterizada por uma paralisia temporária do corpo imediatamente após o despertar ou, com menos frequência, imediatamente antes de adormecer.

A paralisia do sono propriamente dita acontece a todas as pessoas que adormecem. O distúrbio começa quando a pessoa acorda e a paralisia do sono ainda está ativa.

Fisiologicamente, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do sono REM, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover. Além disso, o estado pode ser acompanhado por alucinações hipnagógicas.

Com frequência, a paralisia do sono é vista pela pessoa como nada mais do que um sonho. Isto explica muitos relatos de sonhos nos quais as pessoas se veem deitadas na cama e incapazes de se mover. As alucinações que podem acompanhar a paralisia do sono tornam-se mais prováveis. As pessoas que sofrem do problema acreditam que tudo não passou de um sonho, já que objetos completamente fantasiosos podem aparecer no quarto como objetos normais.

Diagnóstico: O diagnóstico e tratamento da paralisia do devem ser feitos por um médico especialista no sono e, em associação, a terapia irá ajudar a pessoa a lidar emocionalmente com os sintomas e a superar possíveis causas psicossomáticas que possam estar atuando de forma inconsciente.

Sintomas:

Imobilidade: Ocorre pouco antes da pessoa adormecer e vagar ou imediatamente após despertar. A pessoa não consegue mover nenhuma parte do corpo, nem falar, apesar de exercer, por vezes, controle mínimo sobre certas partes do corpo (como boca, olhos e mãos) e sobre a respiração. Esta paralisia é a mesma que acontece quando uma pessoa sonha. O cérebro paralisa os músculos para prevenir possíveis lesões, já que algumas partes do corpo podem se mover durante o sonho. Se uma pessoa acorda repentinamente, o cérebro pode pensar que ela ainda está dormindo, e manter a paralisia.

Percepções: São alucinações experienciadas pela pessoa paralisada, que, por assimilarem-se aos sonhos, acabam sendo confundidas com eles. Como a consciência durante esses eventos não é plena, não é possível determinar exatamente o que é real e o que não é. Algumas pessoas relatam visões e sons estranhos, outras a sensação peso no peito, como se alguém ou algum objeto pesado estivesse pressionando-o. Há também aqueles que relatam terem saído do corpo, ou até "flutuado". Outras alucinações comuns são um odor desagradável, gritos de mulheres ou uma intensa sensação de sufoco.

Estes sintomas podem durar de alguns poucos segundos até vários minutos e podem ser considerados assustadores para algumas pessoas.

RISCOS À SAÚDE CAUSADOS PELA FALTA DE HORAS DE SONO:

Ao dormir menos de 8 horas por noite, uma pessoa atrapalha o funcionamento ideal de seu organismo, aumentando as chances de desenvolver doenças como:

Obesidade: Pessoas que dormem menos de 6 horas por noite estão mais propensas ao ganho de peso que aqueles que possuem hábitos saudável de sono. Crianças que dormem pouco também estão mais propensas a desenvolver obesidade.

Diabetes: A privação do sono está relacionada com a falta de controle do açúcar no sangue pela insulina e pode ocasionar diabetes tipo 2.

Hipertensão e outras doenças cardiovasculares: Uma noite com poucas horas de sono pode aumentar os riscos de calcificação da artéria coronária, o que leva ao ataque cardíaco. Também associa-se distúrbios do sono a um risco aumentado de hipertensão e irregularidade nos batimentos cardíacos.

Alterações imunológicas: A privação do sono aumenta níveis de mediadores inflamatórios, o que pode diminuir a capacidade do indivíduo de resistir a uma infecção.

Resfriados constantes: Dormir menos que 7 horas por noite pode aumentar em três vezes as chances de desenvolver sintomas de resfriado com frequência.

Transtornos mentais: A privação do sono está também relacionada a problemas de saúde mental, especialmente à depressão. Pessoas com distúrbios do sono apresentam uma alta taxa do transtorno depressivo.

QUANDO DEVO PROCURAR UM PROFISSIONAL:

Quando o problema se torna muito frequente e nenhuma das atividades acima parece solucioná-lo, a melhor forma de tratamento da insônia é a partir do acompanhamento de profissionais. Atualmente, especialidades como neurologia, pneumologia, otorrinolaringologia e psiquiatria são as que mais atendem a população com problemas ligados ao sono.

PREVENÇÃO DA INSÔNIA:

Episódios de insônia muitas vezes podem ser prevenidos com modificação dos hábitos inadequados para dormir, preparando o local de dormir, organizando uma rotina de sono, evitando estimulantes, praticando exercícios regularmente ou com técnicas de meditação.

TRATAMENTO DA INSÔNIA:

O tratamento é bastante amplo e depende da causa. O tratamento da insônia crônica deve começar organizando o tratamento de qualquer condições subjacentes que possa causar a insônia, como problemas cardíacos, pulmonares ou endócrinos.

Vários estudos concluem que a terapia cognitivo-comportamental para insônia é superior a longo prazo que tratamento com benzodiazepinas ou outros sedativos. A terapia pode envolver técnicas para lidar com a ansiedade, um diário para identificar os hábitos não-saudáveis, só usar a cama para dormir e sexo, regular a luz e música do quarto e parar de se esforçar para dormir.

DICAS:

Estabeleça uma rotina de sono: Procure deitar e levantar sempre em um mesmo horário, todos os dias. Isso é importante, pois fará com que o seu corpo crie uma rotina.

Evite aparelhos eletrônicos: Ficar no celular, computador ou assistir televisão antes de dormir não é recomendado. A luz desses aparelhos dificulta a produção de melatonina, hormônio que ajuda nosso organismo a se preparar para dormir.

Evite nicotina, cafeína e álcool: Procure não consumir bebidas ou alimentos que contenham cafeína, como café, chá preto, chocolate, refrigerante, entre outros, até cinco horas antes de dormir, porque agem como estimulantes. O cigarro também pode atrapalhar sono, bem como a ingestão de álcool – caso for beber, tente fazer isso até seis horas antes de dormir.

Pratique exercícios de manhã ou à tarde: Exercitar-se de 20 a 30 minutos por dia fará com que você gaste energia e, consequentemente, o seu corpo precisará descansar à noite. É recomendável que o exercício seja feito de cinco a seis horas antes de ir para a cama.

Crie um ambiente adequado: Se possível, procure dormir em um ambiente com temperatura adequada, longe de barulho ou distrações, para contribuir com o relaxamento do corpo e da mente.

Relaxe antes de dormir: Tomar um banho quente duas horas antes de dormir, ler algo agradável, ouvir uma música calma ou beber um chá quente são opções que facilitam na hora de descansar.

CHÁS PARA COMBATER A INSÔNIA:

Os chás, além de serem uma opção de bebida saborosa e aromática, que produzem uma experiência sensorial única. Desde a antiguidade os chástambém são utilizados como remédios naturais para ajudar no tratamento de diversos problemas, inclusive nos distúrbios do sono. Tal é o poder das ervas para combater a insônia e promover um sono melhor que, em boa parte das vezes, são elas os compostos-base dos remédios industrializados para dormir. E essas soluções são cada vez mais demandadas. Conforme pesquisa, 44% da população mundial relata que a qualidade de seu sono piorou nos últimos cinco anos. No Brasil, 36% dos consultados reclamam por sofrerem com insônia. Se você faz parte desse quadro e quer melhorar seu sono, conheça, a seguir, alguns chás que podem ajudá-lo nisso.  

Camomila: Um dos mais tradicionais chás para ajudar a melhorar o sono e a lidar com a insônia, ele também é recomendado para tranquilizar e diminuir a ansiedade. E seus benefícios, tão conhecidos na sabedoria popular, também são reconhecidos cientificamente. Por exemplo, uma pesquisa americana constatou que, além de auxiliar no atingimento do sono profundo, a camomila ainda é uma grande aliada para combater o estresse.

Flor de maracujá: O efeito calmante do maracujá também é bastante conhecido, além disso o chá de flor de maracujá é um poderoso estimulador do sono. Uma dica útil é que seu potencial aumenta ainda mais quando preparado junto à camomila, agindo como um sedativo suave. Um estudo demonstrou que pessoas que ingeriram chá de maracujá diariamente por uma semana apresentavam uma qualidade de sono superior a daquelas que não tomavam essa bebida.

Valeriana: Entre os chás, esse é um poderoso aliado do sono, utilizado desde a antiguidade. Entretanto, nem sempre está disponível em comércios mais tradicionais, tendo de ser buscado em lojas de produtos naturais (sua raiz, para chás) ou manipulados (cápsula ou líquido). A valeriana é alvo de diversos estudos que comprovam seus efeitos. Por exemplo, um levantamento indicou que quem tomava esse chá regularmente tinha 80% mais chances de dormir melhor.

Lavanda: A lavanda possui inúmeros benefícios. Por isso, é bastante utilizada em diversas técnicas, como na aromaterapia, por exemplo. E ela também produz um dos chás que ajudam a aliviar o estresse e a estimular o relaxamento, favorecendo um sono mais tranquilo.

Erva-cidreira: Também conhecida como melissa, essa erva tem alto poder calmante, sendo um remédio natural para estimular o sono. De fato, um estudo apontou uma redução de mais de 40% nos sintomas de insônia após o consumo diário de 600 miligramas de extrato de erva cidreira durante 15 dias.

Chá de banana: Chá de banana tornou-se um auxílio popular de quem tem dificuldades para dormir. Isso porque a bebida contém três nutrientes principais que ajudam a melhorar o sono: potássio, magnésio e triptofano. Enquanto potássio e magnésio fornecem propriedades relaxantes musculares, o triptofano é um aminoácido importante para a produção dos hormônios indutores do sono, a serotonina e a melatonina. Porém, não se sabe até que ponto esses nutrientes se infiltram no chá durante a fervura. Portanto, é difícil saber se consumir a bebida tem os mesmos efeitos potenciais de promoção do sono que comer uma banana.

ALIMENTOS QUE PREVINEM E COMBATEM A INSÔNIA:

Leite: O velho e conhecido recurso de um copo de leite quente, servido antes de dormir, realmente pode contribuir com uma boa noite de sono e acabar com a insônia.Isso porque a bebida é rica em triptofano, o que ajuda a relaxar e ter uma noite mais tranquila. O ideal é ingerir 1 copo 30 minutos antes de deitar.

Maracujá: Tem efeito calmante e pode auxiliar no relaxamento antes de dormir, além de ser fonte de vitaminas do complexo.

Carne de boi: Fonte rica em vitamina B3, responsável na produção da serotonina, o neurotransmissor do sono, que pode contribuir com a redução da insônia.

Brócolis: É rico em magnésio, nutriente responsável pelo relaxamento muscular, atuando no combate à falta de sono.

Soja: Alimentos à base dessa leguminosa são ricos em proteínas e tem ótima quantidade de triptofano. “No organismo, esse carboidrato é convertido em serotonina, vitamina B3 e melatonina, hormônio responsável pela regulação do sono.

Arroz integral: É fonte de carboidrato de boa qualidade, que também é importante para regulação de serotonina e melatonina. Uma dieta pobre em carboidrato pode prejudicar essa produção.

Sementes e nozes: Sementes de chia, girassol, gergelim, linhaça e abobora, além de pistache, castanha-de-caju e castanha-do-Pará, amêndoas e avelãs também são ricas em triptofano.

Chocolate amargo: Contém serotonina, que relaxa a mente e o corpo, o que pode evitar a insônia. Mas fica a dica: somente a versão amarga pode trazer esse efeito ao organismo. Esqueça o tipo ao leite e derivados.

Banana: Rica em potássio e triptofano, a fruta ajuda nos controles de ansiedade e compulsão, melhorando a qualidade do sono, o que, por consequência, combate a insônia.

Cereja: A pequena fruta de cor avermelhada é mais uma fonte de melatonina. Uma boa dica é consumir o alimento como sobremesa ou fazer um suco e toma-lo durante o jantar.

Linhaça: Rica em ômega 3, que ajuda na regulação dos neurotransmissores, a linhaça melhora não só o sono, mas o humor, a ansiedade, a irritabilidade e a depressão, além de ser um poderoso anti-inflamatório. Auxilia também no tratamento para perda de peso.

Queijos: Investir em queijos e laticínios em geral é levar ao organismo ótimos níveis de triptofano. Uma fatia de 100 gramas de queijos como muçarela de búfala, parmesão, ricota, cottage, ou muçarela comum, por exemplo, pode ser o suficiente para conseguir alcançar os níveis necessários diários do aminoácido.

Abacate: Rico em beta sitosterol, que é um importante modulador do hormônio do estresse (cortisol), responsável pela insônia.

Aveia: É um dos poucos cereais que apresenta melatonina, hormônio responsável pela regulação do sono.

Erva-cidreira: A planta medicinal de nome científico melissa officinalis é a matéria-prima para  o chá de erva-cidreira, que alivia a ansiedade e acalma os nervos. “O extrato de erva-cidreira (300 mg no café da manhã e 300 mg no jantar) reduz a insônia, em grande parte por amenizar a ansiedade.  A planta também ajuda a diminuir a agitação e a fadiga.

Couve: É essencial no sono e no relaxamento muscular. Uma boa dica é fazer cubos de gelo de couve. Pegue as folhas de couve, bata com um pouco de água e coloque na forma de gelo. Passe a usar estes cubos ao invés de gelos normais.

Alface: Também apresenta triptofano, por isso, a verdura pode ser consumida no jantar em forma de salada, chá ou até suco.

Amêndoa: Rica em antioxidantes, é ótima para a saúde do coração e diminui o colesterol, já que é fonte de gorduras boas como o ômega 3. Esta substância também tem papel importante no sono.

Salmão: Outra fonte rica em ômega 3. Vale destacar que o salmão também é fonte de vitamina B12, essencial na conversão do triptofano em serotonina.

Ovo: Temido por quem quer emagrecer, o ovo é rico em vitamina B12 e em colina, substância que está associada à melhora da depressão.

Semente de gergelim: Rica em vitamina B6, é fundamental para conversão do triptofano em serotonina. Também é rica em cálcio, que ajuda na saúde dos ossos.

CAMOMILA NO COMBATE DA INSÔNIA:

A camomila, Chamomilla recutita (L). Rauschert, é uma planta herbácea e aromática. Sua flor possui óleo essencial composto por terpenos, flavonoides e outras substâncias orgânicas, que possuem ações anti-inflamatória e antioxidante. Por isso, ela ajuda a acalmar e também pode ser boa para a pele, cólicas, inchaço e outros problemas.

A camomila é um poderoso antioxidante. Mais de 120 elementos químicos da planta foram descobertos, incluindo a antioxidante apigenina, que ajuda a ligar os receptores do cérebro que promovem sonolência e reduzem a insônia.

Outras pesquisas sugerem que uma combinação de camomila e chá de lavanda é especialmente útil para quem lida com déficits de sono. 

Principais nutrientes da camomila: Os principais nutrientes da camomila são os flavonoides, que possuem ação anti-inflamatória e também conta com ação antioxidante. Esta última é importante porque combate os radicais livres e previne doenças cerebrais degenerativas, câncer e outras complicações.

A cumarina também está presente na camomila e ela possui ações antioxidante e antibacteriana. A planta ainda conta com vitamina A, nutriente que contribui para a boa visão, pois protege a córnea.

Benefícios da camomila:

Ajuda a acalmar: O chá de camomila contribui para a diminuição da ansiedade e a ter uma boa noite de sono. Isso porque a planta conta com glicenia, substância que exerce um efeito calmante sobre os nervos e que ajuda a dormir. Além disso, o flavonoide apigenina, também presente, liga-se a receptores GABA-A cerebrais de maneira semelhante aos benzodiazepínicos (remédios tranquilizantes), reduzindo a ansiedade.

Reduz cólicas: Por sua atividade antiespasmódica, ou seja, que ajuda a reduzir a contração involuntária dos músculos, o chá de camomila pode ajudar a reduzir as cólicas intestinais e também os gases.

Diminui o inchaço: A camomila contém camazuleno, um composto químico que auxilia na redução do inchaço. Ela também tem ação benéfica no fígado, ajudando na eliminação de gordura, o que também beneficia pessoas que querem emagrecer - quando aliada à uma dieta saudável e à prática de exercícios físicos.

Bom para a pele: Ainda não há consenso sobre este benefício do chá de camomila, mas alguns estudos têm mostrado que os óleos essenciais presentes na flor de camomila, liberados durante a preparação do chá, podem ser benéficos quando aplicados diretamente sobre a pele em compressas.

Isso porque eles teriam propriedades anti-inflamatórias, que atuariam contraindo os vasos sanguíneos e ajudando a diminuir a vermelhidão, arroxeado e inchaço da pele, sendo especialmente benéfico para reduzir olheiras.

Ação anti-inflamatória: A ação anti-inflamatória do chá de camomila pode ser benéfica em diversos problemas, entre eles as artrites e outras doenças reumáticas. Converse com o seu médico para saber se o chá pode ajudar no seu caso.

MELATONINA NO COMBATE DA INSÔNIA:

Segundo os pesquisadores, tem sido demonstrado que a melatonina além do sono, influencia vários processos fisiológicos, com efeitos no metabolismo e nos sistemas cardiovascular, reprodutivo, imunológico, respiratório e endócrino.

O que é: A Melatonina, mais conhecida como o hormônio do sono, é uma substância produzida pela glândula pineal localizada no cérebro.

Uma das principais funções da Melatonina é regular o relógio biológico do corpo, informando ao cérebro quando é hora de dormir e quando é hora de acordar. 

A sua liberação acontece em ambientes escuros. Luzes como de abajures, celulares, televisores e outros aparelhos elétricos pode inibir a produção natural da Melatonina, e caso a liberação já tenha começado, ela irá se interromper no momento em que a claridade estiver presente no ambiente.

A Melatonina e o sono: Desde que foi descoberta em 1958, a Melatonina tem sido alvo de diversos estudos, e o principal deles, é o seu efeito sobre o sono.

A ciência já sabe que o individuo que não produz Melatonina nos seus níveis normais, tende a ter dificuldades para dormir ou dificuldades para se manter dormindo durante toda a noite.

Isso porque, como já falamos, ela é um marcador hormonal que "avisa" ao cérebro que é hora de dormir. Ela tem seu pico de produção por volta das 9h e 10h da noite.

Comprar Melatonina em cápsulas também tem sido uma solução para muitas pessoas que trabalham no período noturno e precisam de uma ajuda extra na hora de dormir durante o dia, onde em geral, o ambiente é mais claro e mais barulhento.

O uso também é indicado para pessoas que viajam longas distâncias, com troca de fuso horário, e precisam regular novamente seus relógios biológicos para o novo horário.


As Propriedades Antioxidantes da Melatonina: Melatonina também tem fortes propriedades antioxidantes. Melhora grandemente a eficiência de outros antioxidantes endógenos e exógenos. A melatonina é especialmente importante para proteger o DNA celular contra o dano ao peroxinitrito, inibindo as reações de radicais livres de peroxinitrito. A melatonina é considerada superior à glutationa-3, assim como as vitaminas C e E nos processos de redução dos danos oxidativos.

Melatonina Imune-Suportando Efeitos: A melatonina tem um impacto benéfico sobre o sistema imunológico - por reativar as células T-helper's e por desencadear proteção de outras células imunitárias, de forma a aumentar naturalmente a nossa capacidade de resposta a moléculas estranhas ao corpo. 

Apoie seu cérebro com melatonina: O declínio cognitivo que ocorre à medida que envelhecemos pode estar diretamente relacionado à queda da melatonina. A suplementação com melatonina pode ajudar na proteção antioxidante natural do cérebro e potencialmente inibir os fatores que podem levar ao declínio cognitivo.

Combate a dificuldade para dormir: Quando a dificuldade para dormir está ligada a fatores como ansiedade, estresse, problemas hormonais, falta de produção natural da Melatonina, a utilização do suplemento de Melatonina é recomendada.

Outro fator que pode ser considerado para o uso da Melatonina é o avanço da idade. Já se sabe que após os 50 anos de idade, a produção natural deste hormônio começa a declinar, e aos 65 anos os níveis de produção podem ser até 85% menores.

Por este motivo, é comum que as pessoas mais idosas tendem a dormir menos do que as pessoas mais jovens. E quando isso se torna um problema, a preposição hormonal com Melatonina é uma grande aliada.

VITAMINAS:

Vitamina B1: A vitamina B1 desempenha um importante papel no sistema nervoso, no sistema circulatório, nos músculos e no coração. Previne o envelhecimento, melhora a função cerebral, combate a depressão, a fadiga, além de auxiliar as células no metabolismo da glicose.

Pessoas com deficiência dessa vitamina apresentam cansaço, inapetência, perda de apetite e consequente perda de peso, insônia, irritabilidade, formigamento, prisão de ventre ou inchaço, confusão mental e fraqueza muscular. Em casos mais graves pode haver comprometimento do coração, lesão cerebral potencialmente irreversível,  síndrome de Wernicke-Korsakoff e beribéri.

Vitamina B6: Rica em vitamina B6, é fundamental para conversão do triptofano em serotonina. Também é rica em cálcio, que ajuda na saúde dos ossos. Fonte de triptofano, ajuda também a manter um sono contínuo.

Vitamina B12: Ela é importantíssima no nosso organismo. Se estiver muito presente, a pessoa terá dificuldades para dormir, o que acaba encurtando o sono. A B12 é encontrada em ovos, leite, carnes e peixes. As pessoas que são veganas necessitam de suplementação.

Vitamina D: Essa está ligada intrinsecamente à latência do sono, que significa o tempo que a pessoa demora para dormir após deitar na cama. É uma equação simples: quanto mais tempo a pessoa ingere esses alimentos, menos tempo ela fica na cama. A vitamina D ajuda a regular o sono, como se fosse um relógio natural. Ela pode ser encontrada em frutos do mar, carnes e peixes. Além disso, é sempre importante tomar Sol para ativar a vitamina.

Magnésio: Está relacionado com um efeito calmante em bebês e crianças; já nos idosos aumenta a duração do sono.

Zinco: As mulheres que dormem menos possuem menores quantidades no organismo. Então entende-se que o zinco afeta o sono. Vale lembrar que o zinco está presente em leguminosas, miúdos, fígados, carnes vermelhas, mariscos, frango e clara do ovo.

Ferro: Bebês suplementados possuem um período maior na parte da noite. Ele geralmente é encontrado nos alimentos de origem animal, mas também em frutas com vitamina C.

PERGUNTAS FREQUENTES:

Qual motivo de insônia?

A insônia é caracterizada pela dificuldade de dormir ou conseguir manter um sono contínuo sem ser interrompido durante a noite. Cerca de 30% a 50% dos brasileiros sofrem com a insônia, que pode se manifestar por diversas razões, como estresse, ansiedade, depressão, dor crônica e uso de certos medicamentos.

Quanto tempo dura a insônia?

Transiente: dura apenas alguns dias e pode chegar até 3 semanas; Crônica: também chamada de longa duração, a insônia crônica é aquela que dura mais de 3 semanas; Intermitente: insônia de curta duração que ocorre de tempos em tempos. Entre esses tempos, há períodos de sono regular.

Qual o médico que cuida de insônia?

O sono normal ou seus distúrbios estão associados ao bom ou mau funcionamento cerebral, respectivamente, e o neurologista conhece profundamente a anatomia, fisiologia, fisiopatologia e clínica do sistema nervoso. Outros especialistas que podem cuidar de insônia são os psiquiatras.

Que tipo de doença causa insônia?

Há doenças que podem desencadear ou agravar os episódios de Insônia, como a Síndrome da Apneia Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHO), Depressão, Transtorno de Ansiedade, Fibromialgia e doenças da glândula tireoide.

O que é insônia aguda?

Há dois tipos de insônia: aguda e crônica. A insônia aguda é caracterizada pela dificuldade em pegar no sono diante de uma situação de estresse, como problemas no casamento ou perda de um ente querido.