Menopausa

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O QUE É MENOPAUSA:

A menopausa é uma fase da vida da mulher em que ocorre a interrupção natural da menstruação, pois os hormônios femininos (estrogênio e progesterona) já não são mais produzidos pelos ovários. Costuma ocorrer, em média, entre os 48 e 51 anos de idade.

CAUSAS DA MENOPAUSA:

A idade é o fator mais comum que influencia a menopausa. Os ovários perdem gradualmente sua capacidade de produzir hormônios e ovular com o avanço da idade. Existem outras causas da menopausa, uma vez que algumas cirurgias e tratamentos médicos podem induzir a menopausa. Essas causas incluem a remoção dos ovários, quimioterapia para câncer e radioterapia na pelve.

Quando o útero é removido (histerectomia) sem remover os ovários em uma mulher na pré-menopausa, os períodos menstruais não podem ocorrer, mas as alterações hormonais características da menopausa não ocorrerão.

PORQUE OCORRE A MENOPAUSA:

O ovário tem como função ovular (libertação do ovócito presente nos folículos do ovário), estando esta atividade associada à produção das hormonas sexuais femininas (estrogéneo e progesterona), com o objetivo final de promover uma gravidez.

O funcionamento do ovário está intimamente relacionado com as menstruações. As hormonas produzidas ciclicamente pelo ovário vão atuar no endométrio (parte interna do útero) levando à sua estimulação e, se não houver uma gravidez, à sua posterior descamação  menstruação. A mulher nasce com uma reserva de folículos definida que vai diminuindo ao longo de toda a sua vida. Quando a quantidade de folículos presente no ovário se encontra abaixo de um limiar e a reserva ovárica se esgota, este deixa do funcionar e de produzir as suas hormonas, levando ao aparecimento de alterações físicas e psíquicas.

CLIMATÉRIO:

Climatério e menopausa não são sinônimos! Climatério é a fase de transição do período reprodutivo para o não reprodutivo e Menopausa começa com a última menstruação da vida.

No Climatério a produção de hormônios diminui drasticamente no corpo das mulheres e surgem sintomas como fogachos ou ondas de calor e oscilação de humor, além de uma série de flutuações no ciclo menstrual.

A sensação de inchaço no corpo e mamas, as dores fortes de cabeça ou enxaquecas, as alterações de humor (nervosismo, irritação, tristeza profunda e mesmo depressão) podem manifestar-se ao longo de até quinze dias antes da menstruação. Do meio para o fim do climatério é comum, ainda, a irregularidade nos ciclos e a variação do fluxo menstrual. Nessa fase de transição, é comum que as menstruações fiquem mais espaçadas. Por isso, a menopausa só é “diagnosticada” após a mulher passar pelo menos 12 meses sem menstruar.

O climatério é um fenômeno natural, que ocorre com todas as mulheres e cerca de 80%, apresentam sintomas em menor ou maior intensidade.

TIPOS DE MENOPAUSA:

Pré-menopausa: A pré-menopausa é o período no qual o corpo da mulher se prepara para não ser mais fértil, caracterizando-se pela redução da produção de hormônios.

É a fase do climatério, que começa próximo aos 40 anos de idade, quando a mulher ainda menstrua, e dura, em média, de 6 a 8 anos. A pré-menopausa é assintomática e, quando os sintomas começam, inicia-se a fase da perimenopausa.

Perimenopausa:  A perimenopausa é o período que engloba a pré-menopausa e o primeiro ano de pós-menopausa. Em geral, é durante essa fase que se iniciam os primeiros sintomas do climatério - irregularidade menstrual, seguida de calores e alterações no sono e humor - e termina quando se completa um ano sem menstruação.

Pós-menopausa: Já a pós-menopausa tem início um ano após a última menstruação e dura até o final da vida. Durante o período inicial (que dura até cinco anos) e mais frequentemente na fase tardia podem ocorrer osteoporose e um maior risco de doenças cardiovasculares.

Na pós-menopausa como um todo, é bastante comum ocorrer a atrofia vaginal (ou vaginite atrófica), que causa secura no órgão e dores durante as relações sexuais. Por isso, é importante que as mulheres busquem ajuda médica para contornar os problemas e manter uma boa qualidade de vida.

MENOPAUSA PRECOCE:

A menopausa precoce (que ocorre antes do 45 anos) e insuficiência ovárica prematura (que ocorre antes dos 40 anos) ocorre em cerca de 1 a 3% das mulheres. Por vezes, podemos estar perante uma situação de falência do ovário que não é permanente, possibilitando uma futura gravidez.

As causas que podem levar a esta situação clínica podem ser alterações genéticas, doenças autoimunes, infeções, cirurgias, quimioterapia, radioterapia e alguns fatores ambientais. No entanto, numa grande percentagem dos casos pode não ser identificada a causa.

Clinicamente, as manifestações podem começar por alterações menstruais, a mulher permanece vários meses em amenorreia (sem menstruação). Os sintomas vasomotores podem estar presentes em 85% das mulheres. As manifestações clínicas associadas à menopausa (sintomas vasomotores, alterações de humor e cognitivas, alterações do aparelho urogenital, alterações ósseas e cardiovasculares) estão igualmente presentes nestes casos. No entanto, a insuficiência ovárica prematura está associada a um maior risco cardiovascular e a uma possível diminuição da esperança de vida, sendo importante a adoção de medidas preventivas como não fumar, praticar exercício físico regular e manter peso adequado, e instituição de terapêutica indicada.

PRINCIPAIS CAUSAS DA MENOPAUSA:

Queda dos hormônios:  A principal causa da menopausa é o declínio natural dos hormônios reprodutivos. Com a proximidade do final dos 30 anos, os ovários começam a produzir menos estrogênio e progesterona, que são hormônios que regulam a menstruação, e a fertilidade diminui.

Com a chegada dos 40, os períodos menstruais podem se tornar mais longos ou curtos, mais ou menos frequentes, até que eventualmente os ovários deixam de produzir os hormônios e não há mais períodos (o que acontece por volta dos 50 anos).

Insuficiência ovariana primária: Cerca de 1% das mulheres experimentam a menopausa antes dos 40 anos (menopausa precoce). Principalmente nestes casos, a menopausa pode resultar de insuficiência ovariana primária.

Essa condição acontece quando os ovários deixam de produzir níveis normais de hormônios reprodutivos, decorrentes de fatores genéticos ou doenças autoimunes.

Causa indefinida: Muitas vezes, nenhuma causa pode ser encontrada para a menopausa, especialmente em situações de menopausa precoce. Para essas mulheres, a terapia hormonal é tipicamente recomendada, pelo menos, até a idade natural da menopausa, a fim de proteger o cérebro, o coração e os ossos.

Quimioterapia e radioterapia:  A quimioterapia e radioterapia são tratamentos muito comuns contra o câncer. Podem induzir à menopausa, causando sintomas como ondas de calor durante ou logo após o tratamento.

A interrupção da menstruação (e da fertilidade) nem sempre é permanente após a quimioterapia, portanto, medidas de controle da natalidade ainda são cabíveis.

Remoção do útero:  A histerectomia é a cirurgia para remoção do útero, podendo haver ou não a retirada dos ovários também.

Quando a operação ocorre e não há a retirada dos ovários, não costuma provocar a menopausa imediata. Embora não haja mais períodos menstruais, os ovários ainda liberam óvulos e produzem estrogênio e progesterona.

A cirurgia que remove o útero e os ovários (histerectomia total e ooforectomia bilateral), por outro lado, causa menopausa imediata. Nesse caso, a menstruação é interrompida permanentemente.

Assim, é provável que a mulher tenha ondas de calor e outros sintomas, que podem ser graves, já que essas mudanças hormonais ocorrem abruptamente em vez de progressivamente, durante vários anos.

EFEITOS DA MENOPAUSA NA PELE:

Manchas: As células que produzem a melanina, responsável pela coloração da pele, também ficam um pouquinho confusos com a chegada da menopausa. Essas células chamadas de melanócitos são distribuídas de forma irregular pela pele.

Assim, é possível que você note o aparecimento de manchas na pele, que antes não estavam ali.

Flacidez de pele: Com a redução da produção de estrogênio, e consequentemente do colágeno e elastina, é compreensível que a flacidez seja um dos efeitos da menopausa.

A produção natural de colágeno e elastina é reduzida em torno de 30% após a menopausa.

Colágeno e elastina são proteínas que, trabalhando juntas, evitam que a pele se torne flácida e com rugas. Quando sua produção é reduzida, é comum o aparecimento de linhas de expressão e rugas, principalmente no rosto. Porém, a pele do restante do corpo pode se tornar flácida também, em regiões como braços, pernas e pescoço.

Pele mais seca: Outra característica da pele que costuma sofrer mudanças durante a menopausa é a ação das glândulas sebáceas.

Responsáveis por produzir o sebo e a oleosidade da pele, as glândulas sebáceas trabalham a menos. Desse jeito, a pele possui dificuldade em manter a aparência hidratada, se tornando ressecada e mais quebradiça.

SINTOMAS:

Em alguns casos, a fase da menopausa e climatério é assintomática. No entanto, a maioria das mulheres começa a apresentar sintomas de intensidade variável já no início do climatério, sintomas que se intensificam com a diminuição progressiva das concentrações dos hormônios sexuais femininos. Os mais comuns são:

- Ondas de calor ou fogachos : episódios súbitos de sensação de calor na face, pescoço e parte superior do tronco, geralmente acompanhados de rubor facial, sudorese, palpitações cardíacas, vertigens, fadiga muscular. Quando mais intensos, podem impor limitações nas tarefas do dia a dia;

- Irregularidades na duração dos ciclos menstruais e na quantidade do fluxo sanguíneo;

- Manifestações urogenitais, tais como dificuldade para esvaziar a bexiga, dor e premência para urinar, incontinência urinária, infecções urinárias e ginecológicas, ressecamento vaginal, dor à penetração e diminuição da libido;

- Sintomas psíquicos: a redução dos níveis de estrógeno e progesterona interfere com a liberação de neurotransmissores essenciais para o funcionamento harmonioso do sistema nervoso central. Como consequência, aumentam as queixas de irritabilidade, labilidade emocional, choro descontrolado, depressão, distúrbios de ansiedade, melancolia, perda da memória e insônia;

- Alterações na pele, que perde o vigor, nos cabelos e nas unhas, que ficam mais finos e quebradiços;

- Alterações na distribuição da gordura o corpo: o tecido fibroglandular mamário é substituído por tecido gorduroso que também se deposita mais na região abdominal;

- Perda de massa óssea característica da osteoporose e da osteopenia;

- Risco aumentado de doenças cardiovasculares: a doença coronariana é a principal causa de morte depois da menopausa.

SINTOMAS DA PERI-MENOPAUSA:

Físicos: Os sintomas físicos mais frequentes na menopausa são – ondas de calor, ou fogachos, intolerância térmica, secura vaginal (podendo causar dor na relação), redução da libido, anorgasmia, alteração de pele e cabelo, alteração do risco cardiovascular, ganho de peso, redução da massa óssea, entre outros.

Os sintomas físicos possuem um forte determinante biológico da perda da ação estrogênica nos tecidos. Os sintomas mais frequentes são fogachos, baixa libido, irregularidade menstrual e secura vaginal. Agora, a questão mais importante é o aumento do risco cardiovascular. O estrógeno protege a mulher com relação ao risco cardiovascular, que é menor em relação ao sexo masculino durante o período fértil e se iguala após a menopausa.

Neurológicos: Sintomas neurológicos são frequentes, tais como: queixas de concentração e memória, sintomas de tontura ou zonzeira, sintomas depressivos e ansiosos, distúrbios de sono, fadiga, entre outros. Nessa fase podem surgir dores no corpo, queixas de dores de cabeça e alguma irritabilidade.

DOENÇAS QUE PODEM APARECER COM A  MENOPAUSA:

Osteoporose: A osteoporose é uma das doenças mais comuns que podem aparecer com a menopausa. Essa patologia faz com que a estrutura óssea enfraqueça, e com isso, surge o aparecimento de fraturas.

Os ossos são tecidos vivos que crescem e sustentam o corpo. A falta de estrogênio durante a menopausa faz com que a perda óssea seja mais rápida do que a sua construção. Quando essa condição se agrava, leva ao que é conhecido como osteoporose.

Problemas na visão: A menopausa também pode causar problemas na visão. Um dos problemas é a curvatura na área da córnea, que com a idade faz com que a precisão da visão diminua.

Da mesma forma, a síndrome do olho seco é bastante comum. Essa condição é causada pela deficiência dos estrogênios recebidos pela conjuntiva e pela córnea, o que por sua vez reduz a quantidade de líquido produzido pelo canal lacrimal.

Prolapso uterino: O prolapso uterino é mais comum nas mulheres que tiveram mais de um parto normal e provoca sintomas como descida do útero, incontinência urinária e dor no contato íntimo. Ele é causado pela fraqueza dos músculos pélvicos, proporcionada pela baixa de estrogênio e o seu tratamento é feito através de cirurgia para reposicionamento do útero, ou retirada do útero.

Cistos na mama ou nos ovários: O principal sintoma do cisto na mama é o surgimento de um caroço na mama, que pode ser observado no autoexame da mama ou na ultrassonografia. Quando ele causa dor ou é muito grande, pode ser realizada punção aspirativa por agulha fina.

Os cistos nos ovários são muito comuns devido as alterações hormonais, mas nem sempre geram sintomas. Quando causam dor, ou são malignos, o ginecologista poderá retirá-los através de uma laparoscopia.

Síndrome metabólica: Os estrogênios ajudam a controlar os níveis de gordura no corpo e, com isso, o metabolismo se mantém equilibrado. Quando a sua produção falha e a mulher não tem um estilo de vida saudável, há um aumento nos níveis de triglicerídeos, pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue.

Todos esses sinais levam à diabetes e às doenças cardiovasculares. Portanto, especialistas recomendam que, principalmente após os 35 anos, as mulheres adquiram hábitos de vida saudáveis como comer frutas e verduras, fazer exercícios, não fumar e reduzir a ingestão de bebidas alcoólicas.

Hipotireoidismo: Os distúrbios da tireoide também são comuns durante a menopausa. Assim, alguns sintomas como pele seca e cabelos quebradiços ficam mais aparentes.

Essa condição acontece por causa da baixa atividade da tireoide, que é incapaz de produzir tiroxina e triiodotironina, hormônios que regulam o metabolismo. As consequências disso são: fadiga, excesso de peso, depressão e perda de memória.

A grande maioria das mulheres na fase de menopausa sente que a qualidade de vida diminui por causa dos sintomas que experimentam.

 Pólipos uterinos e cervicais: Os pólipos uterinos podem não causar sintomas, mas em alguns casos pode haver menstruação abundante, sangramento após a relação e dor pélvica. São mais comuns nas mulheres que fazem reposição hormonal e nas que não tiveram filhos. Seu tratamento pode ser feito com remédios ou cirurgia e raramente vira câncer.

Os pólipos cervicais podem não causar nenhum sintoma ou causar sangramento após o contato íntimo. São diagnosticados através do papanicolau e podem ser retirados com anestesia local na clínica, ou no hospital.

COMO COMBATER OS SINTOMAS DA MENOPAUSA:

Para melhorar os “calorões” é importante praticar exercícios físicos regularmente. O exercícios também contribuem para a melhora dos sintomas psicológicos da menopausa, como depressão e alterações do humor. Reduzir o consumo de bebidas que contenham cafeína e álcool, assim como evitar o consumo de comidas apimentadas, também melhora as ondas de calor.

Procure dormir sempre no mesmo horário e evite praticar atividades físicas à noite. Descanse bastante e pratique exercícios regularmente para melhorar as alterações de humor.

Check-up em dia: A realização de check-ups nesse período também é essencial: exames como glicemia, densitometria óssea, ecocardiograma, ecografia transvaginal e mamografia não podem faltar. Isso porque, além dos efeitos que a menopausa pode causar no corpo, mulheres acima dos 45 anos enfrentam maiores riscos de desenvolver câncer de mama, bem como diabetes, doenças cardiovasculares, dentre outras doenças. Mas não se assuste! Quanto mais cedo o diagnóstico ocorre, melhor é a chance de recuperação total, até mesmo nos casos de doenças mais sérias, como o câncer de mama. Para isso, mantenha-se em dia com seus check-ups! 

Alimentação: Alimentos como soja, linhaça, inhame e amora são ricos em fitoestrogênios: substâncias que oferecem ao organismo um efeito semelhante ao do estrogênio, podendo compensar a falta produzida pelo corpo.

Os fitoestrogênios podem aparecer na sua dieta de formas discretas, como em um chá de amora durante a tarde, leite de soja ou tofu. Ainda no quesito alimentação, incorporar mais frutas e vegetais na dieta, diminuindo açúcares e frituras pode ajudar na melhor regulação do seu metabolismo! 

Lembrar sempre de consumir alimentos ricos em cálcio, como leite, ovos ou vegetais de folhas escuras, bem como incorporar na sua rotina alguns segundos de banho de sol, vão ajudar a prevenir a ocorrência da osteoporose, uma doença muito comum associada a esse período. 

Exercícios físicos: Dedicar ao menos 30 minutos para atividades de intensidade moderada no seu dia a dia será muito benéfico para aliviar os desconfortos com uma carga extra de endorfina. Além das vantagens gerais para a saúde do corpo, você certamente se sentirá mais disposta e conseguirá regular melhor alterações bruscas de humor.

Para colocar o corpo em movimento, considere caminhadas, a prática de yoga ou danças diversas, uma academia, um exercício funcional, dentre outras possibilidades viáveis para o seu dia a dia e que te despertem prazer.

DIAGNÓSTICO:

O diagnóstico da menopausa só pode ser feito “a posteriori”, depois que a mulher passou doze meses sem menstruar. Já o diagnóstico do climatério leva em conta os sintomas, o exame clínico e alguns exames laboratoriais de sangue. Mamografia, Papanicolaou, ultrassom transvaginal e densitometria óssea são exames complementares que devem ser repetidos com regularidade.

REPOSIÇÃO HORMONAL NA MENOPAUSA:

A reposição hormonal é feita com o intuito de aliviar os sintomas e não, como muita gente pensa, de reverter a menopausa. O tratamento é feito, na maioria das vezes, com doses muito baixas de hormônios e, embora não haja um consenso para a sua duração, o médico especializado pode avaliar cada caso, escolhendo a melhor conduta.

A administração pode ser feita por via oral, por meio de comprimidos, ou por via transdérmica, com gel ou pequenos adesivos que são colocados sobre a pele. Uma alternativa que pode ser utilizada são os estrogênios por via vaginal, que parecem ser ainda mais efetivos para melhorar o ressecamento e a dordurante as relações sexuais.

A reposição hormonal na menopausa pode ser uma ótima opção, mas é preciso ressaltar a importância do acompanhamento médico para ajudar qualquer mulher a lidar com essa fase da vida de uma forma mais adequada e eficiente.

GANHO DE PESO NA MENOPAUSA:

O ganho de peso nessa fase está ligado a vários fatores:

Oscilações hormonais: O desequilíbrio do estrogênio (taxas altas e baixas) pode levar a um aumento de armazenamento de gordura.
Perda de massa muscular: Isso ocorre devido à idade, alterações hormonais e diminuição da atividade física.
O sono inadequado: Muitas mulheres têm dificuldade para dormir durante a menopausa, e falta de sono está ligada ao ganho de peso.
O aumento da resistência à insulina: As mulheres muitas vezes se tornam resistentes a insulina à medida que envelhecem. Isso faz com que seja mais difícil perder peso.

Como prevenir o ganho de peso na fase da menopausa:

Reduzir carboidratos: Evite carboidratos, a fim de reduzir o aumento da gordura da barriga, que impulsiona problemas metabólicos.
Adicionar fibras e gorduras: Comer fibras (como linhaça, chia, aveia e folhas verdes) ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina. As gorduras como óleo de coco, abacate e castanhas são essenciais para manter o peso em equilíbrio.
Exercite-se: Procure fazer um treinamento de força como musculação ou pilates para melhorar a composição corporal, aumentar a força e construir e manter a massa muscular magra.
Eliminar o cigarro: Se você fuma, pare. Cada dia sem um cigarro faz você mais saudável. Fumar durante a menopausa pode provocar ondas de calor, enfraquecer seus ossos e irritar a bexiga.
Descansar e relaxar: Tente relaxar antes de dormir, e durma o suficiente. Isso mantém seus hormônios e apetite sob controle. Faça tarefas prazerosas e evite o estresse e a ansiedade. O estresse é comum durante a meia-idade e menopausa, portanto procure atividades como ioga, alongamento ou meditação.

GRAVIDEZ NA MENOPAUSA:

Naturalmente a mulher não pode engravidar após a instalação da menopausa, mas é possível engravidar quando a mulher ainda está entrando na menopausa, um período chamado climatério, onde estão presentes sintomas como dor de cabeça, ondas de calor e menstruação irregular.

ALGUNS ALIMENTOS QUE AUXILIAM NA DIMINUIÇÃO DOS SINTOMAS DA MENOR PAUSA:

Ginseng vermelho coreano: O panax ginseng - também conhecido como ginseng asiático, chinês ou coreano é uma planta perene cujo nome homenageia as cadeias de montanhas asiáticas de onde provém. O ginseng é conhecido na medicina tradicional chinesa por tratar diabetes, melhorar o sistema imunológico, reduzir o estresse, aumentar a disposição, melhorar a saúde do coração e tratar a disfunção erétil.

Um estudo mostrou que mulheres que tomaram seis gramas de ginseng vermelho por dia durante 30 dias tiveram uma melhoria nos níveis de ansiedade, cansaço, insonia e depressão.

Outro estudo constatou melhora no desejo sexual, excitação, lubrificação, orgasmo e satisfação sexual de mulheres que tomaram três gramas de ginseng vermelho por dia.

Soja:  Na lista dos remédios naturais para menopausa que funcionam está a soja. Ela possui substâncias chamadas "isoflavonas", capazes de aumentar o nível de hormônios (estrogênio) que decaem durante a menopausa, aliviando os sintomas indesejados, que podem persistir por até 11 anos.

Um estudo mostrou que as isoflavonas da soja podem ajudar a diminuir a frequência e a intensidade das ondas de calor da menopausa. De acordo com o mesmo estudo, consumir cerca de 54 mg de soja por dia pode reduzir significativamente a duração e intensidade de ondas de calor.

Sementes de linhaça: Um estudo que comparou os efeitos da linhaça com a terapia de reposição hormonal mostrou que mulheres menopáusicas que tomaram cinco gramas de linhaça diariamente durante 3 meses tiveram uma redução nos sintomas da menopausa semelhante às que fizeram terapia de reposição hormonal.

Erva-de-são-cristóvão (black cohosh): Estudos mostraram que a erva-de-são-cristóvão é eficaz no alívio de sintomas da menopausa como ondas de calor, distúrbios do sono, depressão, irritabilidade e secura vaginal. Diferente da terapia hormonal, as mulheres que tomaram cerca de 40 mg de raiz de erva-de-são-cristóvão por dia não apresentaram espessamento do revestimento do útero - uma complicação que ocorre normalmente em quem faz uso de hormônios sintéticos e que aumenta o risco de câncer de endométrio.

Raiz de alcaçuz: O alcaçuz é um adoçante natural que é de 30 a 50 vezes mais doce que o açúcar. Mas os usos da raiz de alcaçuz vão além das propriedades adoçantes.

Um estudo mostrou que mulheres menopáusicas que tomaram 330 mg de raiz de alcaçuz por dia durante oito semanas tiveram redução significativa na frequência e intensidade das ondas de calor da menopausa.

Erva-de-são-joão: A erva-de-são-joão é conhecida por tratar a depressão e a inflamação, mas também pode ser usada como um dos remédios naturais para menopausa.

Um estudo mostrou que mulheres menopáusicas que receberam 900 mg de extrato de erva-de-são-joão três vezes ao dia durante 12 semanas melhoraram os sintomas de irritabilidade, fadiga, ansiedade, depressão, falta de concentração, distúrbios do sono, baixa libido e outras queixas psicossomáticas. Quase 80% dos sintomas melhoraram ou desapareceram após o uso da erva-de-são-joão.

TRATAMENTO CONVENCIONAL:

Para a maioria das mulheres, o tratamento da menopausa não é necessário. Às vezes são indicados suplementos vitamínicos. Quando os sintomas da menopausa são graves ou afetam a qualidade de vida, normalmente é indicada a terapia hormonal e outros remédios para sintomas como perda de cabelo, secura vaginal, ansiedade e depressão.

Ômega 3: O ômega 3, além de contribuir para a prevenção de doenças cardiovasculares, também ajuda a prevenir o câncer de mama e a depressão, cujo risco aumenta na menopausa.

Uma dieta com alimentos ricos nestas vitaminas, minerais e fitoterápicos, é uma excelente estratégia para a manutenção da saúde na menopausa. A suplementação com estas substâncias, pode dar uma ajuda extra, porém, é importante consultar um ginecologista antes de tomar essa decisão, de forma a prescrever as vitaminas e minerais adequados em cada caso, assim como as quantidades necessárias.

Polifenóis:  Os polifenóis são substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias, que ajudam a prevenir o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes e ainda a prevenir o envelhecimento precoce, daí a importância da sua inclusão na dieta e da suplementação para esta fase da vida.

Fitoestrogênios: Os fitoestrogênios demonstraram, em vários estudos, aliviar maior parte dos sintomas característicos da menopausa, já que estas substâncias conseguem mimetizar os efeitos dos estrogênios no corpo da mulher. 

Estes fitoestrogênios podem ser encontrados em alimentos como a soja e produtos de soja, tofu, linhaça, sementes de gergelim e feijão, ou em suplementos que contenham isoflavonas de soja.

A IMPORTÂNCIA DO DHAE  DURANTE O PERÍODO DE MENOR PAUSA:

DHEA é a abreviação para desidroepiandrosterona, um hormônio fabricado pelas nossas glândulas adrenais.

Nosso corpo produz naturalmente o DHEA e essa criação alcança o pico após os vinte anos de idade, começando a reduzir aos trinta anos.

Para que serve o DHEA:  Como suplemento ele é geralmente utilizado para equilibrar desigualdades hormonais, embora também possa ser utilizado como suplemento para objetivos específicos, como aumento da massa muscular, ausência de peso, osteoporose, depressão e queda de líbido.

Usado também para aprimorar o desempenho sexual. O DHEA é conhecido como um ótimo suplemento neuroprotetor e é utilizado como "anti aging".

Composição do DHEA: A molécula do DHEA é igual à da testosterona, ambos são originários da molécula de colesterol.

Uma vez que é metabolizado ajuda na produção de outros hormônios esteroides como estrogênio, progesterona e testosterona.

Alguns estudos atuais apontam que, embora o DHEA seja comparado a outros andrógenos, existem alguns receptores específicos na superfície celular que mostram que ele possui benefícios próprios dele.

Benefícios do DHEA:

  • Melhora a libido de homens e mulheres;
  • Melhora efeitos da menopausa.;
  • Diminui o risco de diabetes;
  • Aumento da densidade óssea em mulheres,  diminuindo risco de osteoporose;
  • Diminui sintomas de ansiedade e depressão em pacientes com esquizofrenia;
  • Melhora a disfunção erétil desde que não seja causada por diabetes ou distúrbios neurológicos.

ALGUNS DOS PRODUTOS DISPONÍVEIS EM NOSSO SITE:

Estrogênio Natural (Apoio a Menopausa) Life Extension: Estrogênio natural combina um extrato de lúpulo patenteado com lignanos padronizados e outros compostos benéficos contra os desconfortos da menopausa. Os compostos em Estrogênio Natural (Apoio a Menopausa) Life Extension incluem:

Extrato de lúpulo: Clinicamente utilizado para reduzir a freqüência de ondas de calor em 50% e melhorar vários outros desconfortos na menopausa.
Extrato de lignano: Clinicamente utilizado para bloquear alguns dos efeitos indesejados do estrogênio.
Extrato de alcaçuz: Clinicamente utilizado para reduzir a gravidade e a frequência de afrontamentos.
Extrato de brócolis: Reconhecido por modular os estrogênios e manter a divisão celular saudável.
Dong quai: Reconhecido pela medicina chinesa para ajudar na menstruação e nos desconfortos da menopausa.
Extrato de chasteberry (Vitex agnus-castus): Reconhecido por apoiar o equilíbrio hormonal e neurotransmissor, o que é importante para aliviar os desconfortos da menopausa.

GNC Womens Ultra Mega Vitapak Menopause (Plano Nutricional p/ Menopausa): Uma fórmula polivitamínica mineral cientificamente concebida que enfatiza nutrientes essenciais para a saúde óssea. Esta fórmula Premium possui atributos semelhantes aos nossos tradicionais Ultra Mega Womens, mas é reforçada com 1000mg de cálcio, 800 UI de vitamina D-3 e 40mg de PAM, um complexo de proteínas provenientes do leite que demonstra eficiente apoio natural aos ossos.

Fórmula Menopausa:  Uma avançada fórmula de isoflavonas que apresenta isoflavonas de soja padronizado e Isolase. Isoflavonas naturais da soja agem como os estrogênios leves e pode ajudar a controlar os afrontamentos e suores noturnos associados com a menopausa. Isolase é um sistema patenteado de enzimas. Os estudos de laboratório indicam que Isolase pode aumentar significativamente a disponibilidade de isoflavonas de soja. Esta fórmula é reforçada com o cohosh preto, uma erva popular alemã estudada em ensaios clínicos, e frequentemente recomendada para ondas de calor.

Óleo de Prímula: Uma fonte natural de ômega-6 - ácido gama-linolênico (GLA). Oferece apoio alimentar para o funcionamento do sistema cardiovascular, níveis saudáveis de lipídios no sangue e função da articulação saudável. Também ajuda a manter a pele suave e com aparência saudável e atua como um precursor de prostaglandinas, substâncias como hormônios que ajudam a regular os processos do corpo, incluindo o equilíbrio hormonal.

Óleo de Peixe: Óleo de peixe com sabor a limão. O óleo de peixe é uma fonte natural de EPA e DHA, os ácidos graxos (gordos) saudáveis ômega-3. Os ácidos graxos ômega-3 ajudam a manter normais os níveis saudáveis de colesterol que são necessárias para a manutenção da pressão arterial normal. Individualmente, a EPA é importante para a saúde do sistema circulatório, e DHA fornece apoio para os níveis de triglicerídeos saudáveis. Além do coração numerosos benefícios para a saúde, óleo de peixe também apoia a saúde das articulações, ajuda a manter a aparência saudável da pele e fornece suprimentos DHA que são necessários para melhorar a visão e funções cerebrais.

Vitex Agnus-Castus 400mg (Apoio a Menopausa): Vitex (Vitex agnus-castus) é suplemento dietético tradicional para a saúde das mulheres. É amplamente utilizado para promover a saúde geral e o equilíbrio do ciclo feminino.

Tradicional erva para a saúde feminina.

Saúde e longevidade através do poder curativo da natureza.

DHEA 25mg Life Extension: O DHEA, também conhecida como dehidroepiandrosterona, é um hormônio humano que ocorre naturalmente, que beneficia a imunidade, humor e composição corporal. Quando chegar aos 70 anos, os níveis naturais de DHEA diminuirão entre 75 e 80 por cento, o que pode causar desequilíbrios hormonais e inúmeros problemas de saúde.

Objetivo: A suplementação com DHEA pode ajudar a apoiar os níveis hormonais saudáveis e promover a função imunológica saudável, a saúde circulatória, o humor saudável, a massa muscular magra, a função sexual e muito mais.

PERGUNTAS FREQUENTES:

Quando se inicia a menopausa?

Os sintomas da menopausa costumam ter início entre os 45 e 55 anos, em que a mulher passa a ter menstruação irregular e surgem ondas de calor, aumento da produção de suor, ressecamento da pele e dos cabelos e irritabilidade.

Quais são os sintomas da Pré-menopausa?

Inicialmente há um encurtamento do ciclo menstrual que passa de 28 para 26 dias, por exemplo, posteriormente há maior intervalo entre as menstruações, pode eventualmente ocorrer uma menstruação abundante, irritabilidade,insônia e diminuição do desejo sexual.

O que a menopausa causa no corpo?

O cérebro, pele, músculos e emoções são afetados pela queda dos níveis de estrogênio; ondas de calor, suores noturnos, problemas de sono, ansiedade, mau humor e perda de interesse por sexo são comuns. Problemas na bexiga e secura vaginal também são normais durante esse período.

Pode ter menopausa com 35 anos?

Entre as principais causas da menopausa precoce estão a idade, pois é mais comum entre os 35 e os 40 anos, e história de falência ovariana precoce na família, e o primeiro sintoma que surge é a menstruação irregular ou a falta de menstruação.