Ômega-3

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O QUE É:

O ômega 3 é um tipo de gordura boa para o organismo, que é encontrada especialmente nos peixes de água do mar, como salmão, atum e sardinha, e nas sementes como chia e linhaça.

Ele atua no organismo reduzindo inflamações, controlando os níveis de colesterol, prevenindo aterosclerose e protegendo o corpo de doenças cardiovasculares e cerebrais, melhorando a memória e a disposição. Além das suas fontes naturais na alimentação, o ômega-3 também pode ser consumido em cápsulas, que são vendidas em farmácias e lojas de suplementos de nutrição.

 

PARA QUE SERVE:

Para diversas funções metabólicas funcionarem bem, é necessária a ingestão do ômega 3. Ele também é indispensável para quem frequenta as academias, pois trabalha contra o desgaste muscular, fazendo com que o rendimento melhore. 

COMO FUNCIONA O ÔMEGA 3 NO ORGANISMO:

O Ômega 3 possui diversas funções que auxiliam na melhora, promoção e manutenção da saúde do corpo e da mente.

Uma das funções principais do composto é para melhorar o funcionamento e desenvolvimento do cérebro. 60% do cérebro humano é formado por gordura, em especial o composto ômega 3. Uma de suas funções é a melhora da memória e melhora no humor.

Outra função importante do composto é a melhora do equilíbrio e níveis de colesterol bom e ruim do corpo. Que acarreta num funcionamento melhor do coração e da pressão arterial do organismo.

O ômega ainda ajuda a melhorar o funcionamento do sistema imunológico, melhora os níveis de testosterona e também atua na regulação da coagulação sanguínea.

ONDE É ENCONTRADO:

Os alimentos mais ricos em ômega 3 são os peixes de águas profundas: salmão, arenque, atum, sardinha, truta, cavala. O ácido alfa-linolênico está presente nos óleos de linhaça e canola e vegetais, como o agrião, a couve, a alface, o espinafre e o brócolis.

O ômega-3 de origem marinha (peixe gordo, óleo de peixe e óleo de krill) contém principalmente ácido docosahexaenóico (DHA), um ácido graxo poliinsaturado de cadeia longa que consiste em 22 carbonos e ácido eicosapentaenóico (EPA), que tem 20 carbonos.

O ômega-3 à base de plantas (encontrado na semente de linhaça, óleo de linhaça, sementes de chia, nozes e verduras, por exemplo) contém ácido alfa-linolênico (ALA), um ácido graxo poliinsaturado de cadeia curta com 18 carbonos. Estes são completamente desprovidos de DHA e EPA. O grande problema destes ômegas-3 é a dificuldade de conversão de ALA em EPA e DHA, cuja taxa de conversão é extremamente pequena, no máximo 1%. Portanto, fica muito difícil você ingerir ômega-3 suficiente para alcançar níveis saudáveis de EPA e DHA só à base de vegetais.

TIPOS DE ÔMEGA 3:

Ácido docosahexaenoico (DHA): encontrado principalmente nos peixes de águas geladas;

Ácido eicosapentaenoico (EPA): contido nos peixes;

Ácido Alfa-Linolênico (ALA): gordura de fonte vegetal encontrada na linhaça, chia e oleaginosas (castanhas), além de algas. Embora esta variedade possa ser convertida nos dois primeiros, estes são os mais indicados.

Ácido estearidônico: presentes nos óleos de prímula, borragem, echium - somentes disponíveis em forma de suplemento. 

O QUE É O DHA E EPA DO ÔMEGA 3:

O DHA (ácido docosahexaenoico) faz parte da cadeia de Ômega 3, sendo um componente importante para o cérebro. Quando é fornecido dentre uma variedade de diferentes ácidos graxos, o cérebro parece preferi-lo. O DHA fornece estrutura aos neurônios e é um ponto chave para receptores de neurotransmissores.

Portanto, a adequação do consumido de Ômega-3 é importante na manutenção da função neurotransmissora saudável. Por exemplo, as densidades dos receptores de Dopamina (substância que atua principalmente no controle do movimento, memória e sensação do prazer) e de Serotonina (substância relacionada à regulação da saciedade, humor, ansiedade, medo, depressão, sono e percepção à dor) dependem das concentrações de DHA no cérebro.

Além disso, o DHA está presente na maioria das membranas das células do cérebro e da retina. O Ômega-3 participa do processo de mielinização e desenvolvimento da função da visão, no desenvolvimento psicomotor e em vários aspectos da função neural em relação ao comportamento. Logo, podemos afirmar que a deficiência de Ômega-3 na dieta, reduz a concentração de DHA nos tecidos do cérebro e retina, influenciando no funcionamento e desenvolvimento destes locais.

Em estudo realizado em ratos alimentados com dieta pobre em Ômega-3, foi observada atrofia neuronal e funcional no córtex parietal (centro de pensamento lógico), no hipocampo (centro de memória), e no hipotálamo (centro hormonal).

Outra atuação do Ômega-3 na funcionalidade do organismo, é sobre os processos inflamatórios, no qual acredita-se que o EPA (ácido eicosapentaenóico) do Ômega-3 atua no retardo e prevenção de processos inflamatórios, agregação plaquetária (devido à sua ação anti-trombótica) e atenuação das respostas imunes.

DIFERENÇA ENTRE ÔMEGA 3 E ÔMEGA 6:

O ômega 6, assim como o ômega 3, é uma gordura poli-insaturada essencial para o organismo. A principal diferença está nas fontes dos dois.

Os benefícios do ômega 3 podem ser encontrados principalmente em algas e peixes, como salmão e cavala. Já o ômega 6 é encontrado em óleos, como o de canola e soja.

Existe ainda o ômega 9, mais flexível e fácil de ser metabolizado, devido à sua estrutura monoinsaturada. Muito encontrado no óleo de canola, azeite de oliva e abacate.

Todos eles ajudam, por meio de propriedades diferentes, a manter os níveis de colesterol ideal e contribuir para manter o funcionamento do sistema cardiovascular.

BENEFÍCIOS:

O principal benefício do ômega 3 é sua ação anti-inflamatória. O estilo de vida moderno, ou seja, o estresse, a exposição a poluentes e agrotóxicos, a falta de atividade física, somado a uma dieta desequilibrada facilitam os processos inflamatórios. Como muitas doenças crônicas decorrem desse quadro, essa gordura é potencialmente benéfica para preveni-las.

Baixos índices do nutriente no organismo foram relacionados a enfermidades cardiovasculares alguns tipos de câncer, artrite reumatoide, doenças degenerativas, doenças oculares como degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e olho seco, entre outras.

Os principais benefícios do ômega 3 incluem:

Bom para o coração: O EPA regula a atividade das plaquetas sanguíneas, evitando coágulos de sangue, que podem levar a um AVC ou infarto e também reduz os níveis de triglicérides. Já o DHA ajuda a evitar arritmias cardíacas, estabilizando a atividade elétrica no coração;

Diminui o colesterol: Esses ácidos graxos modificam a composição química do sangue, provocando o aumento dos níveis do colesterol HDL (colesterol bom) e a diminuição dos níveis de colesterol LDL (colesterol ruim);

Regula a pressão arterial: O ômega 3 é capaz de evitar a formação das placas de gordura na parede das artérias, afastando o risco de doenças como hipertensão, aterosclerose, infarto e derrames;

Bom para a visão: Este ácido graxo é essencial para a visão porque participa do recobrimento da retina, parte dos olhos capaz de realizar o processo de enxergar;

Bom para o cérebro: O ômega 3 proporciona a melhora do desempenho cognitivo, da atividade cerebral e comunicação entre as células do cérebro;

Combate a depressão: A ingestão de ômega 3 melhora a fluidez das membranas que encapam as células nervosas e aumenta a produção de diversos neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, melhorando assim o humor e o bem-estar;

Alivia os sintomas da artrite reumatoide: O consumo do ômega 3 contribui para o alívio dos sintomas desta doença porque ele possui ação anti-inflamatória;

Ômega 3 e diabetes: Uma pesquisa realizada pela Universidade de Valência, na Espanha, descobriu que o consumo de peixe, que é rico em ômega 3, está associado a menor incidência de diabetes tipo 2 e a diminuição da concentração de glicose;

Ômega 3 e obesidade: O ômega 3 ajuda no combate à obesidade devido à sua ação anti-inflamatória, pois obesidade é um processo que causa inflamação.

BENEFÍCIOS DO ÔMEGA 3 NA GRAVIDEZ:

O ômega 3 é muito benéfico para as grávidas. Um estudo realizado pelo Centro Médico da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, revelou que o ácido graxo ajuda as mulheres a terem bebês mais fortes e a reduzir a incidência de partos prematuros. Além disso, outras pesquisas apontam que o consumo do ômega 3 no último trimestre de gestação e nos primeiros meses de aleitamento aumenta o QI dos bebês.

Pode ser recomendada a suplementação com ômega 3 na gravidez, pois previne partos prematuros e melhora o desenvolvimento neurológico da criança, e nos bebês prematuros esta suplementação melhora suas capacidades cognitivas, visto que a deficiente ingestão desta gordura está associada a menor QI do bebê.

A suplementação com ômega durante a gravidez traz benefícios como:

•Prevenir depressão materna;

•Reduzir os casos de parto pré-maturo;

•Menor risco de alergias e asma nas crianças;

•Melhor desenvolvimento neurocognitivo nas crianças.

 

A suplementação com ômega 3 também pode ser efetuada durante a fase da amamentação para suprir as necessidades acrescidas da mãe e do filho.

A orientação para as gestantes é ingerir o ômega 3 por meio da alimentação. Comer peixes de água fria, como o salmão e a sardinha, duas ou três vezes na semana e incluir oleaginosas, como a nozes, nos lanches entre as principais refeições são ótimas opções.

SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA DE ÔMEGA 3:

O ômega 3 é um nutriente muito importante para as funções cerebrais, pois 60% do cérebro é constituído por gordura, especialmente o Ômega 3. A deficiente ingestão desta gordura está associada a maior perda de memória do idoso e a elevados níveis de sentimentos de angústia e depressão.

Embora uma análise do plasma sanguíneo e de tecidos possam indicar a deficiência de ômega 3 em laboratório, ainda não existe um valor de referência que indique sua normalidade. Contudo, alterações dermatológicas como dermatite, pele áspera e descamando podem indicar a falta desse nutriente, segundo dados da Academia Nacional de Medicina dos Estados Unidos.

ÔMEGA 3 EMAGRECE:

A união do ômega 3 com uma rotina de exercícios e uma dieta balanceada favorece muito o emagrecimento. Ele é recheado de benefícios para quem tem o costume de se exercitar. O óleo de peixe possui ação anti-inflamatória, assim, combate o desgaste e a inflamação do tecido muscular causados pelo exercício. Consequentemente, o ômega 3 perceptivelmente melhora seu rendimento de atleta.

COMBINAÇÕES COM O ÔMEGA 3:

Ômega 3 + Vitamina E: Combinar alimentos ricos em ômega 3, como os peixes, com comidas ricas em vitamina E é uma boa ideia. Isto porque estes ácidos graxos oxidam com muita facilidade, perdendo suas propriedades. As melhores fontes de vitamina E são azeite de dendê, amendoim, semente de girassol, amêndoas, abacate e folhas verdes como espinafre e couve.

Ômega 3 + Vitamina D: A vitamina D suplementada em conjunto com o Ômega 3 vem sendo estudada com relação ao transtorno do espectro do autismo, controle da glicemia na diabetes gestacional, patologias psiquiátricas como esquizofrenia, bipolaridade e comportamento impulsivo além de também avaliar o efeito desses suplementos em conjunto para o tratamento da depressão presente em qualquer uma das doenças citadas.

ÔMEGA 3 E VITAMINA D:

Ômega 3 e vitamina D na diabetes gestacional: Um estudo científico publicado em 2017 avaliou o efeito da suplementação de ômega 3 mais vitamina D por duas semanas, em 140 pacientes com diabete gestacional ajudou a reduzir a glicemia de jejum, e redução de triglicérides, e melhora do colestorel (LDL).

Ômega 3 e vitamina D no transtorno do espectro do autismo:  Esse tipo de transtorno neurodegenerativo se caracteriza pelo desenvolvimento incomum de habilidades cognitivas, sociais e comunicativas.

Há algum tempo a suplementação de Ômega 3 já é indicada como terapia completar para aqueles com o transtorno. Já que apresentam baixas concentrações de Ômega 3 e por essa gordura ser uma importante aliada na manutenção da saúde cerebral.

E, para esse mesmo público a defiência de vitamina D também é comum, portanto a recomendação da suplementação de vitamina D e exposição solar para a sua ativação estão se tornando comum.

Os mecanismos que interferem nesses resultados positivos ainda não estão bem esclarecidos pelos cientístas porém o que se observou recentemente em um estudo publicado em 2018, sobre a suplementação de Ômega 3 e vitamina D foi que em um paciente com transtorno do espectro do autismo após um acompanhamento de 2 anos, com a suplementação de ambos, obteve melhores resultados para a movimentação e a comunicação verbal.

Ômega 3 e vitamina D: recomendações pela alimentação: A vitamina D é encontrada em diversos alimentos, como: ovos, leite, queijo, carnes e peixes de água salgada. Mas, deve ser levado em consideração que para a ativação da vitamina D no organismo é necessário a exposição aos raios solares para iniciar o metabolismo dessa vitamina no organismo, então aquela recomendação de 15min ao sol por dia pelo menos, deve ser seguida, pois se não, você irá estocar vitamina D sem ser ativada e portanto, podendo provocar a deficiência dessa vitamina.

O Ômega 3 para muitas pessoas é difícil de adequar apenas com a alimentação já que moram em regiões afastadas da zona costeira, dificultando o consumo de frutos do mar ricos em Ômega 3, e pelo preço elevado desses alimentos.

Ômega 3 e vitamina D nos transtornos psiquiátricos: Assim como para o Ômega 3 a deficiência  de vitamina D é comum na população, e ambas estão relacionadas com a produção de um neurotransmissor chamado serotonina, que segundo estudo publicado na revista da Federação Americana de Biologia Experimental essa relação ajuda na melhora de disturbios de humor, provocando uma melhor sensação de bem estar, diminuindo quadros de ansiedade e sintomas de depressão.

ÔMEGA 3 PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE GLAUCOMA:

Um estudo conduzido em Melbourne, na Austrália, provou que indivíduos que consumiram 1500 mg de ômega 3 diariamente tiveram uma redução significativa da pressão intraocular, sintoma que pode levar ao glaucoma.

As gorduras DHA do ômega 3 também melhoram a elasticidade do músculo que permite focar a imagem para perto e para longe, protegem a camada que contorna a córnea, chamada de endotélio, e melhoram a lubrificação do globo ocular, combatendo o olho seco.

ÔMEGA 3 REDUZ O RISCO DE INFARTO E LUBRIFICA AS ARTÉRIAS:

Um dos grandes benefícios do ômega 3 na proteção cardíaca é a lubrificação dos vasos e artérias, fazendo com que fiquem mais flexíveis. Consequentemente, a circulação sanguínea e o envio do oxigênio para o coração e para o cérebro se tornam mais rápidos.

O estudo italiano GISSI acompanhou 11.324 infartados por três anos e meio, dividindo os pacientes em dois grupos: um deles recebeu suplementação com os dois ácidos graxos do ômega 3 (EPA e DHA), enquanto o segundo grupo não tinha o nutriente como parte da dieta.

No grupo que recebeu os ácidos graxos, foi observado que houve uma redução de 20% na mortalidade total, 30% no risco de morte causada por complicações cardiovasculares e 45% no risco de morte súbita.

Outra pesquisa envolvendo idosos, com média de idade de 78 anos, confirmou os resultados significativos relacionados à concentração de ômega 3. A concentração desta gordura reduziu em 48% o risco de doença coronariana fatal. Além disso, o levantamento ainda apontou que a substância reduz os níveis de triglicérides, o crescimento da aterosclerose e combate a hipertensão.

PODEROSO ANTI-INFLAMATÓRIO:

O poder anti-inflamatório do ômega 3 também age protegendo suas articulações. Segundo o estudo da Universidade de Saint Louis, nos Estados Unidos, o consumo de ômega 3 reduz em até 42% as dores após os exercícios.

ÔMEGA 3 BLINDA AS MEMÓRIAS E PROTEGE O CÉREBRO:

Quando o assunto é memória e cérebro, o DHA (ácido docosaexaenoico), uma das composições do ômega 3, merece destaque. Isso porque, quando estamos com baixos níveis dessa gordura essencial, a comunicação entre os nossos neurônios é reduzida.

Isso está diretamente ligado às doenças neurológicas, como Alzheimer, Parkinson, perda de cognição, depressão, autismo e até mesmo dificuldade de aprendizagem.

Estudos indicam que o risco de desenvolver doença de Alzheimer é 60% menor em pessoas que consomem o DHA. Ele impede a concentração de proteína de beta-amiloide no cérebro, a responsável por agravar os esquecimentos.

Além disso, cientistas do Reino Unido observaram que o consumo semanal de peixes ricos em ômega 3 melhora a circulação cerebral e diminui os riscos de demência ao envelhecer.

QUEM PODE CONSUMIR O ÔMEGA 3:

O consumo do Ômega-3 por meio da alimentação garante o aporte do Ômega-3, necessário ao bom funcionamento do organismo. A biodisponibilidade do Ômega-3 contribui para a saúde cerebral, formação das estruturas celulares, impulsos nervosos, conservação da saúde da visão, melhora no bem estar relacionado à funções cognitivas, inclusive da memória e humor e sensações ligadas à dor. Assim, de forma geral, é indicado a todas as pessoas saudáveis, que não possuam alergias ao componentes da fórmula ou alergia a peixe. Mas lembre-se: sempre consulte seu médico ou nutricionista antes de ingerir suplementos.

TRATAMENTO DE DOENÇAS:

Ansiedade:  A falta de DHA tem efeitos hormonais de grande alcance, aumentando o hormônio que libera a corticotropina, que é um hormônio que atua na parte emocional. Isso pode, por sua vez, contribuir para a hiperatividade dentro do eixo hipotalâmico da adrenal pituitária, um importante sistema neuroendócrino que regula humor, agressão e respostas de “luta ou fuga” associadas à ansiedade.

TDHA (Transtorno de Déficit de atenção e hiperatividade): Após uma os cientistas descobriram que nos sete primeiros estudos, crianças e adolescentes que receberam suplementos de ômega 3 tiveram menos sintomas de hiperatividade e desatenção quando comparados com as crianças que receberam placebo. Além disso, as crianças que tomaram suplementos de ômega 3, como o óleo de peixe, também tiveram melhora na função cognitiva.

Os três últimos estudos da análise observaram que crianças e adolescentes com TDAH têm níveis mais baixos de DHA (ácido docosahexaenoico) e EPA (ácido eicosapentaenoico), que são componentes do ácido graxos ômega 3.

Depressão:  Se o nosso cérebro está carente de ômega 3 pode sofrer danos e nos levar a piorar um eventual quadro de depressão e de ansiedade, males tão comuns nos dias atribulados de hoje.

Ao contrário disso, a ingestão elevada de EPA e DHA está associada com o aumento do volume de matéria cinzenta nas regiões cerebrais que controlam a depressão e o humor.

Doença de alzheimer:  Por vários anos, o óleo de peixe e sua relação com a doença de Alzheimer foram estudados com resultados consistentes.

Os ácidos graxos essenciais e vitais para o funcionamento do cérebro, encontrados no óleo de peixe, podem retardar o declínio cognitivo e também ajudar a prevenir a atrofia cerebral em idosos.

Lúpus: O ômega 3 desempenha um papel importante na luta contra a inflamação (principal sintoma do lúpus) pois ajuda a controlar a liberação de moléculas responsáveis pelas respostas inflamatórias do corpo (algumas sendo prostaglandinas, leucotrienos e citocinas).

Depressão pós-Parto: Há evidências clínicas crescentes que sugerem: a baixa ingestão dietética ou os níveis teciduais de ácidos graxos ômega-3 estão associados à depressão pós-parto.

Para as mulheres com histórico de depressão, tomar suplementos de óleo de peixe no último trimestre e após o parto também pode ser benéfico na luta contra os sintomas da depressão pós-parto.

Câncer: Estudos científicos da Universidade de Maryland (EUA), descobriram que o óleo de peixe pode ajudar a prevenir e combater vários tipos de câncer, incluindo de cólon, próstata e mama.

A pesquisa provou também que o óleo de peixe ajuda a tornar os medicamentos contra o câncer convencionais mais eficazes, além de ser uma terapia natural. As emulsões lipídicas de óleo de peixe intravenoso, em particular, são ricas em ácidos graxos poli-insaturados ômega 3, que exibem efeitos anti-inflamatórios e imunomoduladores.

Tensão Pré-Menstrual: Conhecido por melhorar a saúde do coração, do cérebro, reduzir a inflamações entre outros benefícios, um estudo concluiu que 1 a 2 gramas de ácidos graxos ômega 3 por dia pode ajudar a reduzir cólicas e outros sintomas da TPM.

CONTRAINDICAÇÕES DO ÔMEGA 3:

O ômega 3 é contraindicado para pessoas alérgicas a frutos do mar. Nesse caso, a melhor alternativa é consumir sementes e leguminosas que possuam esse nutriente.

Para pessoas com problemas de coagulação, também não deve ser administrado, visto que esse ácido graxo ajuda a tornar o sangue mais fluido, e pode causar hemorragias. O consumo também deve ser evitado por pessoas com próteses cardíacas.

Quanto às gestantes, é importante que consumam as doses indicados por um médico ou nutricionista, pois doses elevadas podem afetar o desenvolvimento do bebê.

ÔMEGA 3-6-9:

Composto de ômega 3-6-9 é um complexo vitamínico em cápsulas que fornece os 3 ácidos graxos essenciais responsáveis pelo bom funcionamento do organismo, esse complexo fornece as famosas gorduras boas que são incapazes de serem produzidos pelo nosso corpo que devem ser ingeridos pela boa alimentação.

Como nosso organismo não consegue absorver as quantidades necessárias através da alimentação é recomendado a complementação através da suplementação alimentar, o consumo diário do complexo de ômega 3, 6 e 9 está associado a melhora significativa de saúde e condicionamento físico.

Diferença do ômega 3 para o ômega 3 6 9: Esses são aqueles que possuem mais de uma insaturação, e os monoinsaturados, quando possuem apenas 1 insaturação. Os ômegas 3 e 6 são ácidos graxos poli-insaturados, enquanto o ômega 9 é monoinsaturado.

O que é o ômega 3 6 ou 9: Composto de ômega 3-6-9 é um complexo vitamínico em cápsulas que fornece os 3 ácidos graxos essenciais responsáveis pelo bom funcionamento do organismo, esse complexo fornece as famosas gorduras boas que são incapazes de serem produzidos pelo nosso corpo que devem ser ingeridos pela boa alimentação.

Como funciona: Por ser um produto natural as cápsulas de ômega 3-6-9 proporciona inúmeros benefícios devido a sua fórmula ser livre de açúcares, adoçantes artificiais, corantes, aromatizantes e conservantes.

Esses óleos essenciais ajudam o nosso organismo a combater doenças cardíacas porque diminuem o colesterol ruim LDL enquanto favorece o colesterol bom o HDL, combate a hipertensão (pressão alta), regulam os níveis de glicose no sangue, ação anti-inflamatória, ajuda no aspecto da pele e na fibra capilar, além de desempenhar papel importante na síntese dos hormônios, tratamento da TPM e menopausa amenizando a irritabilidade, ansiedade e todos os outros sintomas desse período.

Benefícios:

- Combate o colesterol;

- Ajuda na densidade óssea;

- Ação anti-inflamatória;

- Saúde do Coração e prevenção doenças cardiovasculares;

- Auxilia no Controle da Pressão Arterial a hipertensão;

- Saúde da Pele, minimizando a Acne;

- Ameniza os sintomas da menopausa;

- Ajuda no período de TPM Saúde Cerebral.

Como consumir:  O consumo indicado para a maioria dos suplementos de Ômega 3-6-9 é o de uma cápsula três vezes ao dia.

Vale destacar que o intervalo de tempo e quantidade de cápsulas diárias pode variar conforme o produto ou usuário. Vale ainda pontuar que menores de idade precisam de recomendação médica antes de fazer uso de um suplemento de ômega 3-6-9.

Ômega 6:

O que é Ômega 6: Assim como o ômega 3, o ômega 6 é um ácido graxo essencial para o funcionamento do corpo humano e primordial para que nosso organismo funcione adequadamente. Seu consumo ocorre através da alimentação natural ou ainda por meio da suplementação.

Importante para a saúde da pele, dos cabelos, dos ossos, para regular o metabolismo e manter o sistema reprodutivo funcionando, o ômega 6 é fundamental para um funcionamento cerebral saudável. Mas atenção: seu consumo deve ser moderado! Assim como consumir menos que o necessário pode causar problemas, consumir em excesso também. Por isso é tão importante saber quais alimentos são ricos em ômega 6 e a quantidade indicada para ser consumida.

Para que serve o ômega 6: O ômega 6 oferece diversos benefícios à saúde, uma vez que o organismo necessita deste ácido graxo para trabalhar corretamente. Entre as principais funções sobre as quais pode interferir, estão a formação das membranas celulares; a síntese hormonal; o correto funcionamento do sistema imunológico; a adequada formação da retina; e o funcionamento neuronal e a transmissão dos impulsos nervosos. É comprovado que a ingestão de ácidos graxos ômega 6 representa uma série de benefícios para o organismo, destacando-se entre outros, a síndrome de atenção dispersa/hiperatividade, a hipertensão arterial e as doenças cardíacas e a osteoporose.

É adequado manter um equilíbrio mais saudável entre os alimentos que contém ácidos graxos ômega 3 e ômega 6 na dieta, o que sem dúvida, trará outros benefícios à saúde.

As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de mortalidade. A participação dos ácidos graxos ômega 6 em perfeito equilíbrio com os ômega 3, é de fundamental relevância para diminuir este quadro, uma vez que o ômega 6 ajuda a baixar os níveis de colesterol total e LDL. Ao diminuir os níveis de LDL, diminuem as mortes por enfermidade cardíaca.

Onde encontrar o Ômega 6: No grupo de ácidos graxos poliinsaturados se encontram os ômega 6, fundamentalmente em azeites e óleos de sementes, bem como em cereais.

Assim, deve-se consumir diariamente óleos e azeites de diferentes tipos, porém, sempre com moderação. Suspender por completo os óleos e azeites da dieta é um grave erro, já que são a principal fonte de vitamina E, a qual cumpre uma importante função antioxidante.

É sabido que as suas principais fontes são as castanhas, nozes; linhaça dourada; óleo de milho; óleo de soja; óleo de girassol. É válido apostar na suplementação caso haja dificuldade em consumir esses alimentos.

A deficiência de ácidos graxos essenciais pode levar ao desgaste ósseo e a predisposição a osteoporose. Os ácidos graxos essenciais também podem contribuir para uma maior absorção de cálcio e ao depósito deste mineral nos ossos, bem como favorecer a diminuição da perda de cálcio através da urina (calciúria). Essas condições podem melhorar e/ou fortalecer a massa óssea, prevenindo, entre outros fatores, a osteoporose.

Efeitos colaterais do Ômega 6: É um forte combatente do colesterol e dos níveis altos de glicose, mas o excesso de uso pode trazer riscos à saúde. Pesquisas recentes do Instituto para Doenças Neurológicas de Gladstone, na Califórnia, observaram que o ômega 6 é capaz de destruir células cerebrais e causar a longo prazo o Mal de Alzheimer, se consumido em excesso.

A elevada quantidade de Ômega 6 nas membranas celulares, inclusive, está fortemente associada ao risco de doença cardiovascular, o que faz todo o sentido dado os seus efeitos pró-inflamatórios.

Outro problema do excesso de Ômega 6 é o fato das ligações duplas nas moléculas de ácidos graxos serem muito reativos. Eles tendem a reagir com o oxigênio, formando reações em cadeia de radicais livres que podem causar danos às moléculas em células – um dos mecanismos que estão por trás do envelhecimento e o aparecimento de cânceres.

É extremamente necessário um consumo equilibrado de ômegas 3 e 6 para um funcionamento correto do organismo, bem como utilizar o ômega 6 na quantidade correta para que esses efeitos colaterais não venham a surgir.

Ômega 9:

O que é Ômega 9: É uma gordura monoinsaturada que também é conhecido como ácido oleico. Não é considerado um ácido graxo essencial (ao contrário dos ômegas 3 e 6) por conta da capacidade do nosso corpo para produzi-lo em pequenas quantidades. No entanto, para isso acontecer é necessária a presença dos ômegas 3 e 6 no organismo. Vale ressaltar: Se o corpo está sem um desses ácidos graxos essenciais, não é possível produzir uma quantidade suficiente de ômega 9.

Está relacionado a níveis de triglicerídeos mais saudáveis, além de também ajudar na diminuição dos níveis de colesterol total sanguíneo, LDL (colesterol ruim) e, ainda, aumentar o HDL (colesterol bom).

Mesmo desempenhando um papel menor do que os ômegas 3 e 6, o ômega 9 é fundamental para o corpo. Ele possui um efeito positivo sobre a saúde, promovendo respostas saudáveis a inflamações no interior do corpo, e a diminuição dos níveis de colesterol.

Para que serve o ômega 9: O ácido oleico é um ácido graxo essencial, o qual participa do metabolismo, desempenhando um papel fundamental na síntese dos hormônios.

Esse elemento é um anti-inflamatório que ajuda a prevenir o câncer, atua contra doenças do coração e contra o envelhecimento precoce das células. É importante para a regulação da temperatura do corpo, produção de hormônios sexuais como o estrogênio e a progesterona, e contribui para o aumento da absorção de vitaminas A, D, E e K, além de também ajudar na diminuição dos níveis de colesterol total sanguíneo, LDL (colesterol ruim) e, ainda, aumentar o HDL (colesterol bom).

Onde encontrar o Ômega 9: As principais fontes alimentares de ômega-9 são: azeite de oliva, azeitona, óleo de canola, abacate e oleaginosas (amêndoas, amendoim, castanhas e nozes). Existindo também na forma de suplementos alimentares.

Outro alimento muito estudado, rico em ômega 9 e que faz parte da famosa dieta mediterrânea é o azeite de oliva extra virgem. O consumo regular ajuda no combate ao colesterol total e ruim (LDL) e, assim como o abacate, também aumenta o bom (HDL). Além disso, é altamente anti-inflamatório por fornecer uma boa carga de antioxidantes ao organismo, o que pode reduzir a oxidação através da inibição da peroxidação dos lipídios, fator que está envolvido nas doenças coronarianas, no câncer e no envelhecimento.

No entanto, é necessário ter atenção: mesmo possuindo muitos benefícios, o consumo de ômega 9, assim como o de qualquer alimento, não deve ser exagerado.

PERGUNTAS FREQUENTES:

O único benefício do ômega 3 é a saúde cardiovascular?

Não. O principal benefício desse ácido graxo está relacionado ao coração, atuando na redução de triglicerídeos. Porém, por conter EPA e DHA, ele também está associado à melhora da sensibilidade à insulina e risco de diabetes tipo 2; ajuda no tratamento da depressão, aumentando a produção de serotonina, dopamina e noradrenalina; e ameniza os sintomas da artrite reumatoide, bloqueando as enzimas responsáveis pela inflamação.

Todos os peixes são ricos em ômega 3?

Nâo. A concentração de ômega 3 varia de acordo com a temperatura da água onde os peixes marinhos habitam. Aqueles que vivem em ambientes frios tendem a acumular mais gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, principalmente ômega 3, como o arenque, a sardinha, o salmão e o atum, entre outros.

Gestantes precisam incluir o ômega 3 na dieta?

Sim. Além de contribuir na redução do risco de nascimento de crianças prematuras e abaixo do peso, o ácido graxo participa na formação de neurônios, no crescimento e desenvolvimento do cérebro e no fortalecimento da retina dos bebês. Isso ocorre graças ao DHA, um dos representantes da série ômega 3.

O organismo humano não consegue produzir ômega 3?

Sim. Necessários em determinados processos biológicos, os ácidos graxos da série Ômega 3 devem ser adquiridos por meio da dieta alimentar, uma vez que os seres humanos não são capazes de produzi-los. Aliás, eles são denominados essenciais justamente por isso.