Plantas Medicinais

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As plantas medicinais são usadas há muito tempo por nossos antepassados e são conhecidas por terem um papel importante na cura e tratamento de algumas doenças. Em algumas comunidades, essas plantas simbolizam a única forma de tratamento de determinadas patologias. Estima-se que aproximadamente 80% da população do planeta já tenha feito uso de algum vegetal para aliviar sintomas de alguma doença.

As plantas medicinais foram identificadas e usadas ao longo da história da humanidade, pois têm a capacidade de sintetizar uma grande variedade de compostos químicos que são utilizados para desempenhar funções biológicas importantes e para a defesa contra o ataque de predadores, tais como insetos, fungos, herbívoros e mamíferos. Pelo menos 12.000 desses compostos foram isolados até hoje, um número estimado em menos de 10% do total.

O QUE SÃO:

As plantas medicinais são aquelas que apresentam ação farmacológica, ou seja, ajudam na cura ou tratamento de várias doenças.

 

PARA QUE SERVE:

As substâncias encontradas nas plantas que permitem a cura ou tratamento de doenças variam de espécie para espécie e normalmente estão relacionadas com a defesa da planta e com a atração de polinizadores. Essas substâncias, quando possuem ação farmacológica, dão à planta a classificação de medicinal.

FUNCIONAMENTO:

Os compostos químicos em plantas mediam seus efeitos sobre o corpo humano através de processos idênticos aos já bem compreendidos compostos químicos de drogas convencionais, assim os medicamentos fitoterápicos não diferem muito de drogas convencionais em termos de funcionamento. Isto permite que os medicamentos à base de plantas possam ser tão eficazes como os convencionais, mas também podem ter o mesmo potencial para causar efeitos secundários nocivos.

BENEFÍCIOS:

Estão listados abaixo os benefícios das plantas medicinais mais populares.

  • Boldo: alivia sintomas leves de náusea;
  • Aloe Vera: auxilia na hidratação dos cabelos e também no tratamento de queimaduras leves;
  • Erva-doce: ajuda na digestão e eliminação de gases;
  • Hortelã: com ação nas vias respiratórias, atua como expectorante e também age contra a má digestão;
  • Capim Cidreira: calmante e auxiliar na má digestão;
  • Camomila: atua como calmante, auxiliar na má digestão;
  • Arnica:  ajuda no tratamento de cicatrização;
  • Colônia: possui efeito sedativo;
  • Cavalinha: ação diurética;
  • Carqueja: combate a má digestão;
  • Eucalipto: auxilia as vias respiratórias com ação expectorante.

CULTIVO:

Cada espécie possui uma maneira diferente de cuidados quanto ao tempo de exposição à luz, frequência de regas e tipo de adubo utilizado. “O importante é garantir um vaso ou floreira adequada ao tamanho da planta, com substrato misto de pedras, areia e terra, adubação a cada 3 meses e não utilizar produtos inseticidas ou químicos na planta, para diminuir o risco de contaminação. O local de venda das mudas dará a orientação correta e um biólogo poderá auxiliar no plantio de modo a selecionar espécies que irão crescer no local escolhido ou integrar um projeto paisagístico”, finaliza Pscheidt.

FORMAS DE PREPAROS E MODO DE USAR:

Elas podem ser usadas frescas, logo após a coleta, ou então secas, dependendo da espécie e de como ela deve ser preparada. O modo de preparo também varia com a espécie e deve ser avaliado cuidadosamente. Em alguns casos, por exemplo, utilizar a planta como chá pode fazer com que os efeitos dela percam-se.

Dependendo da planta a ser utilizada, de seus princípios ativos e da doença a ser tratada, uma forma de preparo pode ser mais eficaz que outra. Logo, é necessário que se tomem alguns cuidados e que se escolha o método mais eficiente de obtenção do preparado. A seguir estão as principais formas de se trabalhar com plantas medicinais.

Pó: A planta deve ser seca até que se possa tritura-la com as mãos. O pó é então peneirado e mantido em frascos bem secos e fechados, evitando a exposição à luz. As cascas e raízes devem ser moídas até que o pó seja obtido. Este tipo de preparo pode ser utilizado no preparo de infusões, decoctos ou espalhado diretamente com óleo ou água sobre o local afetado.

Infusão: Esta forma de preparo é utilizada para todas as plantas medicinais ricas em componente voláteis, como aromas delicados e princípios ativos que se degradam pela ação combinada da água e do calor prolongados. Utilizam-se principalmente as partes mais frágeis das plantas, como flores, botões ou folhas. Uma infusão é obtida fervendo-se a água necessária, que posteriormente é derramada sobre a planta já separada e picada, num outro recipiente. Este recipiente deve permanecer tampado de 5 a 10 minutos com a mistura quente em seu interior. Depois desse repouso, deve-se coar o infuso e utiliza-lo logo em seguida.

Compressa: Uma compressa pode ser feita embebendo-se panos, chumaços de algodão ou gazes no infuso, decocto ou sumo da planta dissolvidos em água (que pode ser quente ou fria). Esta forma de preparo tem ação local (tópica) e age pela penetração dos princípios ativos através da pele.

Banho: Esta forma de preparo é utilizada para todas as plantas medicinais ricas em componente voláteis, como aromas delicados e princípios ativos que se degradam pela ação combinada da água e do calor prolongados. Utilizam-se principalmente as partes mais frágeis das plantas, como flores, botões ou folhas. Uma infusão é obtida fervendo-se a água necessária, que posteriormente é derramada sobre a planta já separada e picada, num outro recipiente. Este recipiente deve permanecer tampado de 5 a 10 minutos com a mistura quente em seu interior. Depois desse repouso, deve-se coar o infuso e utiliza-lo logo em seguida.

Suco ou sumo: O suco é obtido espremendo-se o fruto. Já para se obter o sumo, a planta fresca deve ser triturada num pilão ou liquidificador. Se a planta apresentar pouco líquido, depois de uma hora de repouso acrescenta-se um pouco mais de água e tritura-se novamente, recolhendo o líquido liberado. O suco ou sumo deve ser consumido no momento em que foi preparado.

Inalação: Este método é bastante simples. Trata-se da combinação dos compostos voláteis com o vapor dágua, que age principalmente nas vias respiratórias. Coloca-se a planta numa vasilha com água fervente na quantidade indicada. Um funil é feito com um pedaço de cartolina ou papel jornal e colocado sobre o recipiente. O vapor que sai pela boca do funil deve ser aspirado lentamente por aproximadamente 15 minutos, dependendo do tipo de problema a se tratado. Se preferir, mantenha a vasilha sobre o fogo, a fim de se manter o vapor. Em vez do funil de cartolina, uma toalha pode ser jogada sobre a cabeça da pessoa, os ombros e a vasilha. Tome cuidado com os riscos de queimaduras pelo vapor e pela vasilha quente.

Cataplasma: Esta forma de preparo é utilizada para todas as plantas medicinais ricas em componente voláteis, como aromas delicados e princípios ativos que se degradam pela ação combinada da água e do calor prolongados. Utilizam-se principalmente as partes mais frágeis das plantas, como flores, botões ou folhas. Uma infusão é obtida fervendo-se a água necessária, que posteriormente é derramada sobre a planta já separada e picada, num outro recipiente. Este recipiente deve permanecer tampado de 5 a 10 minutos com a mistura quente em seu interior. Depois desse repouso, deve-se coar o infuso e utiliza-lo logo em seguida.

Tintura: Trata-se de uma das formas de preparo mais utilizadas para se conservar os princípios ativos das plantas medicinais, pois a maioria deles é solúvel em álcool. É como se fosse uma maceração, mas com alguns cuidados especiais. O álcool deve ser de preferência de cereais, pois tem qualidade superior (apesar de custar cerca de 5 vezes mais que o álcool comum). Colocam-se as partes da planta trituradas junto ao álcool em um recipiente escuro, num lugar ao abrigo da luz, de 10 a 15 dias, agitando-se diariamente. Após esse tempo, filtra-se o resíduo, que deve ser conservado também em um frasco escuro (tipo âmbar). O líquido pode ser consumido na forma de gotas diluídas em água fria (para uso interno) ou em pomadas e fricções (para uso externo). Há controvérsias quanto às quantidades e proporções de álcool a ser utilizadas. Comumente são seguidas tais proporções:
Para plantas frescas: 500g da planta fresca em 1L de álcool.
Para plantas secas: 250g da planta seca em 700ml de álcool e 300ml de água.

Maceração: Este método consiste em colocar as partes da planta picadas junto a água, álcool ou óleos, sempre frios. Partes mais frágeis, como folhas e flores permanecem assim por 10 a 12 horas, enquanto que partes mais duras, como raízes e cascas permanecem por 18 a 24 horas. O recipiente deve ser mantido em lugar fresco, longe da luz solar e agitado periodicamente. Depois do tempo determinado, filtra-se o líquido, podendo-se acrescentar mais líquido extrator (água, álcool ou óleo), para que se obtenha um volume final desejado. Plantas que possivelmente fermentem não devem ser utilizadas nessa forma de preparo.

Xarope: Os xaropes são comumente utilizados contra tosses, dores de garganta e bronquite. Primeiramente uma calda é feita com açúcar cristal ou rapadura, na proporção de uma parte ou duas para cada parte de água (uma ou duas xícaras de açúcar para cada xícara de água). Leva-se ao fogo até que se obtenha a consistência desejada. Colocam-se as partes da planta frescas e picadas, mantendo o fogo baixo, mexendo sempre por 3 a 5 minutos. Côa-se o xarope, que deve ser mantido em frasco de vidro. A quantidade de planta a ser adicionada varia de espécie pra espécie. Geralmente conserva-se em geladeira por no máximo 15 dias. Se forem observados sinais de fermentação, o xarope deve ser descartado. Obviamente, este tipo de preparo não deve ser consumido por diabéticos.

Óleos: As plantas aromáticas são as mais recomendadas para essa forma de preparo. As ervas, secas ou frescas, devem ser finamente picadas ou moídas, colocadas em frascos com óleo de oliva, girassol ou de milho. O frasco, transparente e fechado, deve ser mantido sob o sol por duas a três semanas, agitando-se todo dia. Ao final, basta filtrar (se uma camada de água se formar, ela deve ser retirada). Conserve em vidros escuros que protejam o óleo da luz.

HISTÓRIA:

O uso de plantas como medicamentos antecede a história humana escrita. Muitas das ervas e temperos usados ​​por seres humanos na comida também produzem compostos medicinais úteis. O uso de ervas e especiarias na culinária desenvolveu-se em parte como uma resposta à ameaça de agentes patógenos de origem alimentar. Estudos mostram que em climas tropicais, onde os patógenos são mais abundantes, as receitas são mais condimentadas. Além disso, as especiarias com poder antimicrobiano mais potente tendem a ser selecionadas. Em todas as culturas os vegetais são menos temperados do que as carnes, presumivelmente porque são mais resistentes à deterioração. As angiospermas foram a fonte original da maioria das plantas medicinais. Muitas das ervas daninhas comuns que povoam os assentamentos humanos, como a urtiga, o dente-de-leão e a Morugem, têm propriedades medicinais.

FLORES MEDICINAIS:

Flores medicinais são todas aquelas utilizadas com objetivos terapêuticos. As mais populares são: hibisco (Hibiscus sabdariffa), calêndula (Calendula officinalis L.), lavanda (Lavandula angustifolia Mill.), camomila (Matricaria recutita L.) e dente-de-leão (Taraxacum officinale F. H. Wigg).

DIFERENÇA ENTRE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS:

A planta medicinal é o recurso em sua forma natural, sem passar por qualquer processo de industrialização. Já o fitoterápico é o produto obtido de planta medicinal, ou de seus derivados, apresentado, geralmente, na forma de comprimido, cápsula, pomada, solução oral, tintura, entre outras.

ANTI-INFLAMATÓRIOS:

Salgueiro branco: Uma árvore nativa da Europa e da Ásia, o salgueiro é um remédio natural para dor, pois contém salicina, o mesmo composto encontrado na aspirina.

Seu uso remonta ao antigo Egito e até mesmo Hipócrates, o “Pai da Medicina”, deu a seus pacientes para reduzir a inflamação.

Estudos publicados no American Journal of Medicine mostram que não só alivia a dor da artrite, mas também aumenta a mobilidade nas costas, joelhos, quadris e outras articulações.

Por ser natural, a casca de salgueiro branco não vai perturbar o seu estômago como a aspirina e a recomendação encontrada na literatura é 240 mg por dia.

Manjericão: Além de deixar as comidas saborosas, o manjericão é uma erva que pode melhorar até a nossa saúde. Ele possui componentes, denominados flavonoides, que protegem as células. Além disso, foi demonstrado que o manjericão protege contra o crescimento de bactérias indesejáveis. Outro componente presente no manjericão, chamado eugenol, parte dos óleos voláteis da erva, tem sido objeto de estudo aprofundado, dado que esta substância pode bloquear a atividade de uma enzima no organismo denominada ciclooxigenase (COX). Este efeito qualifica o manjericão como um alimento anti-inflamatório que pode proporcionar importantes benefícios curativos, para além do alívio dos sintomas em indivíduos com problemas de saúde inflamatórios, como artrite reumatoide ou doenças intestinais inflamatórias. 

Cúrcuma:  A cúrcuma é conhecida como um poderoso anti-inflamatório. Este tempero do sul da Índia tem 619 benefícios de saúde que são suportados por quase 7.000 estudos.

De fato, pesquisas mostram que reduz a dor nas articulações com artrite em 60% e o edema nessas áreas em 73%.

A literatura recomenda cerca de 500 mg duas vezes ao dia, de preferência associado com piperina (extrato de pimenta preta) pois aumenta a sua absorção em 2.000% e, de bônus, pode prevenir e até reverter o Alzheimer.

Goji Berry:  O goji berry é o fruto da planta Lycium barbarum, uma espécie originária das montanhas do Tibete, com muitas propriedades medicinais, rica em aminoácidos e vitaminas. Contém carotenoides antioxidantes, incluindo betacaroteno e zeaxantina, que protege os olhos. O goji berry é a maior fonte de carotenoides conhecida na natureza. Apresenta em sua composição nutricional 2500 mg de vitamina C por 100 gramas da fruta, quantidade 50 vezes maior que a de uma laranja em relação à vitamina C. Conta com beta-sisterol, com função anti-inflamatória, ajuda equilibrar os níveis de colesterol, pode ser usado no tratamento de impotência sexual e atua na prevenção de doenças da próstata.

Figo:  O figo é uma fruta bem docinha que você já deve conhecer. É muito usada para fazer doces caseiros, tem casca porosa de coloração verde e roxa, com uma polpa consistente, avermelhada, com várias sementes pequenas. Devido à sua forte ação antioxidante, é utilizada para prevenção do câncer, por ajudar na saúde da pele e por proteger o organismo contra os radicais livres. Além disso, suas propriedades anti-inflamatórias também são poderosas e, por isso, têm sido estudadas para o tratamento de acne, eczema, úlceras e outras dermatites, e até como anti-idade.

Gengibre: O gengibre é considerado um “substituto” dos anti-inflamatórios não esteroides!

Em um estudo, comparou-se um extrato de gengibre a um placebo em 247 pacientes com osteoartrite. O gengibre, um remédio natural para dor, reduziu os desconfortos e a rigidez nas articulações do joelho em 40% em relação ao placebo.

E em segundo estudo do Journal of Alternative and Complementary Medicine descobriu que o gengibre reduz a dor em músculos e articulações em até 25%.

Além disso, gengibre contém 12 compostos diferentes que bloqueiam a enzima que desencadeia a inflamação. A maioria dos estudos sugerem cápsulas de 500 mg, 2 a 3 vezes ao dia.

Linhaça:  A linhaça é uma semente, considerada um alimento funcional, cheio de benefícios para o coração, intestino e até na prevenção de alguns tipos de câncer. Ela é muito conhecida por ajudar no emagrecimento, com fibras que atuam na liberação da glicose no sangue e, consequentemente, reduzem o acúmulo de gordura no corpo. A linhaça tem ainda ácido alfalinoleico, um nutriente com propriedades anti-inflamatórias, agindo no combate a reações causadas por fatores como dislipidemias, obesidade, hiperglicemia, sedentarismo, tabagismo.

Essa semente também ajuda a equilibrar as quantidades de ômega 3 e 6 no corpo. Isso porque nossa alimentação costuma ser mais rica em ômega 6 do que 3, o que pode gerar inflamações no corpo. Por isso, acredita-se que o consumo de ômega 3 possa harmonizar essa balança, mas ainda não há um consenso científico sobre isso.

Arnica:  A arnica é um remédio natural para dor, um verdadeiro anti-inflamatório que pode aliviar a dor articular crônica. Contém timol, uma substância que estimula os glóbulos brancos a reduzirem o edema articular.

Numa análise com 204 pessoas apresentando osteoartrite nas mãos, observou-se que as pessoas que usaram gel de arnica experimentaram tanto alívio quanto o grupo que tomou um analgésico convencional, com a vantagem de não ter gerado efeitos colaterais.

Em outro estudo, 79 pessoas com artrite nos joelhos usaram arnica gel, evidenciando-se menos dor e rigidez articulares.

ALGUMAS PLANTAS MEDICINAIS:

Capim-cidreira: Esta erva de folhas compridas, que lembram o capim, é ótima para preparar um delicioso chá no final da tarde, mas não só isso! Ela também tem propriedades medicinais e serve como diurético, controla os gases intestinais, ajuda na digestão e tem efeito calmante.

Eucalipto: Esta enorme árvore de troncos lisos e altos, é também bastante benéfica. Pode ser usado o óleo para inalação ou massagem, ou então o chá das folhas. Tem propriedade desinfetante, expectorante, aromática, descongestionante, expectorante e fortificante.

Carqueja: Esta planta medicinal ainda não foi totalmente explorada e conhecida mas, até onde se sabe, tem propriedades muito benéficas ao corpo: é diurética, antianêmica, vermífuga, anti-inflamatória e purifica o sangue, entre outras características.

Alho:  Amado por alguns e odiado por outros, o famoso tempero usado em diversas receitas também é um ótimo remédio natural – além de ter uma flor incrível!. O alho contém vitaminas A, C, B6 e B1 e os minerais selênio, manganês, ferro, magnésio, fósforo, cobre e potássio. Além disso ele estimula o ganho de massa magra, fortalece o sistema imunológico, combate resfriados, tem ação desintoxicante, ajuda a controlar a glicose no sangue, entre outros.

Erva-doce: Também conhecida como Anis-verde, é também uma erva medicinal que pode ser usada para má digestão, gases, dor de barriga ou artrite. Entre suas principais propriedades estão ação expectorante, um ótimo tônico, cicatrizante, calmante e diurético.

Arnica:  Esta erva das montanhas da Europa foi muito conhecida na medicina ancestral e se perpetuou através dos séculos, sendo atualmente um fitoterápico muito conhecido. Além da capacidade de combater contusões, torções, hematomas e processos inflamatórios, é também ótima cicatrizante e analgésica. Ela pode ser utilizada no pós-operatório, tanto da medicina humana quanto da veterinária.

Cravo:  Apesar de ser muito usado na culinária, a especiaria proveniente da Indonésia tem diversas propriedades medicinais, como antisséptico, cicatrizante, antifúngico, antibacteriano, antioxidante, analgésico, anti-inflamatório e calmante.

Aloe Vera:  Muito conhecida aqui no Brasil como babosa, tem propriedades tanto para a saúde como para a beleza. Além de servir para hidratar os cabelos e pele, ela também tem propriedades regenerativas e curativas, sendo uma ótima opção para queimaduras.

Camomila: Uma das plantas medicinais mais antigas, é muito usada em infusões. Entre suas principais propriedades estão alívio de dores de estômago, ajuda a dormir melhor, relaxa os músculos, ajuda nas cólicas menstruais, combate resfriados e gripes e estimula o sistema imunológico, entre outros.

Hortelã: Esta planta se adapta muito bem a diversas situações, podendo tranquilamente ser cultivada em um vaso dentro de casa. É bastante resistente e ainda ajuda a aromatizar o espaço. Analgésica, antisséptica, anti-inflamatória, digestiva, anestésica e expectorante, estão entre as suas principais propriedades medicinais.

EUCALIPTO:

Eucalipto é um nome genérico que faz referência a algumas espécies de árvores pertencentes à família Myrtaceae. As árvores de eucalipto são nativas da Austrália, sendo importantes na composição da floresta tropical da região e essencial para a conservação dos coalas. No Brasil, o eucalipto é uma árvore exótica introduzida por iniciativa do político Joaquim Francisco de Assis Brasil. Apesar de ser nociva para os biomas brasileiros por demandar quantidade exorbitante de água dos solos, há grandes áreas de monocultura de eucalipto para atender a demanda econômica pela produção de celulose utilizada na fabricação de papel, carvão e madeira.

Um estudo publicado na revista Clinical Microbiology & Infection sugere que o óleo essencial de eucalipto pode combater as bactérias que causam doenças no trato respiratório superior, incluindo Haemophilus influenzae, uma bactéria responsável por uma variedade de infecções, e algumas cepas de estreptococos.

Benefícios:

- Alivia a tosse;Faz bem para feridas;
- Ajuda a expelir o muco;Faz bem para asma e sinusite;
- Afasta insetos;
- Inibe o crescimento do herpes;
- Faz bem para a saúde bucal;
- Alivia dores nas articulações.

ALOE VERA:

A babosa (Aloe succotrina e Aloe vera) é muito conhecida por seus benefícios como efeitos calmantes, cicatrizantes, anestésicos, anti-térmicos e anti-inflamatórios, além de ser ótima para hidratar cabelos e pele. Sempre lembrando que, se tiver suspeita ou problema sério, consulte uma médica ou médico e, dependendo do caso, pergunte a respeito da possibilidade de usar babosa ou algum produto feito com a Aloe vera.

Sucos de babosa: Os sucos de babosa podem combater gripes, resfriados, rinites, bronquite e asma, ajudam na digestão, evitam azia e gases, aumentam o apetite sexual, reduzem o estresse, combatem a depressão, a anemia, controlam a diabetes e ajudam na memória. Além de ativarem a circulação sanguínea e removerem o excesso de gordura das artérias, eliminarem as toxinas e ativarem as funções dos rins e fígado.

Gel de Aloe vera: O gel de Aloe vera pode ser utilizado na forma de compressa ou aplicado diretamente na área afetada. O gel tem propriedades antitérmicas (ajuda a baixar a febre), propriedades anestésicas (a compressa de babosa pode aliviar dores musculares e ósseas), reumatismo e enxaqueca. Também contém propriedades anti-inflamatórias (combate infecções e age como cortisona no organismo, porém sem os efeitos colaterais da substância). O gel também funciona como cicatrizante, pois penetra nas três camadas da pele, facilitando a cicatrização de queimaduras, queimaduras de sol e machucados. Em casos mais graves, consulte um médico e pergunte se a babosa fará efeito ou não. O uso de produtos cosméticos e de uso externo com Aloe vera é liberado pela Anvisa.

Benefícios:

Trata gripes e resfriados:  A babosa possui propriedades medicinais antibióticas que podem ajudar no tratamento de gripes, resfriados, asma, bronquite e rinite.

Babosa na pele trata queimaduras solares: A babosa pode ser utilizada para tratar, prevenir ou curar queimaduras solares e é inclusive encontrada em produtos para tratar queimaduras e em protetores solares.

Melhora digestão:  A Aloe vera contém ácidos graxos que ajudam a reduzir o inchaço e a irritação do estômago, intestino delgado e cólon, auxiliando e prevenindo a indigestão.

Combate pedra nos rins:  A Aloe vera tem ação desintoxicante e elimina as toxinas, ativando as funções dos rins e do fígado - para isso é interessante adicioná-la em sucos.

Melhora a imunidade: A babosa aumenta a produção de linfócitos T e melhora a imunidade do organismo, ajudando a combater infecções.

Alivia problemas bucais:  A polpa da Aloe vera alivia feridas como aftas, gengivites e estomatites.

Ajuda a emagrecer: Aloe vera contém propriedades depurativas que ajudam a emagrecer.

Antirrugas natural: O gel de Aloe vera é um ótimo hidratante natural que pode ser utilizado na pele e serve também como antirrugas.

Relaxante para o corpo: A babosa possui propriedades anestésicas que relaxam os músculos da cabeça - na hora de lavar os cabelos com babosa é só massageá-los, não esquecendo de massagear também o couro cabeludo para obter um efeito antiestresse.

Controla o colesterol: A babosa tem uma função ativadora da circulação sanguínea, removendo o excesso de gordura das artérias e ajudando a controlar os níveis de colesterol.

Babosa hidrata a pele: A babosa na pele atua como hidratante natural, deixando a pele mais bonita e livre de rugas por mais tempo.

Babosa melhora a irritação na pele: O gel da Aloe vera alivia a irritação na pele após depilações com cera ou lâminas de babear.

Cicatrização: Utilizar babosa faz com que as feridas cicatrizem mais rápido, assim como espinhas e acnes.

Alivia a dor de cabeça: O gel de Aloe vera e algumas gotas de óleo essencial de menta aplicados nas têmporas e na nuca com movimentos circulares aliviam as dores de cabeça.

Combate à dor muscular: A babosa tem função anestésica, anti-inflamatória e cicatrizante; uma compressa de babosa pode aliviar dores musculares, dores ósseas, enxaqueca, artrite e reumatismo.

GENGIBRE:

O que:  Vegetal nativo da Ásia, o gengibre é uma raiz tuberosa usada tanto na culinária quanto na medicina. A planta assume múltiplos benefícios terapêuticos: tem ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. O gengibre também é um reconhecido alimento termogênico, que pode ser capaz de acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura corporal.

Benefícios: O gengibre é referência quando se fala em problemas estomacais, pois combate enjoo, gases, indigestão, náuseas causadas pelo tratamento do câncer e perda de apetite. Também auxilia na digestão de alimentos gordurosos e protege o fígado. Não é à toa que uma substância presente na raiz do gengibre é usada na fabricação de medicamentos laxantes, antigases e antiácidos.

A raiz também é bastante utilizada para combater o mau hálito. Graças ao poder anti-inflamatório, o gengibre ainda é usado para aliviar dores decorrentes da artrite, dores musculares, infecções do trato respiratório, tosse, asma e bronquite. A planta integra a formulação de xaropes por causa de sua ação anti-inflamatória e antimicrobiana.

Além disso, o gengibre desempenha um importante papel na dieta, pois estimula olfato e paladar, contribuindo com a diminuição do uso do sal para temperar os alimentos. O gengibre tem efeito diurético e quando feito como chá, por sua vez, aumenta o consumo de líquidos, favorecendo a hidratação e ajudando a eliminar as toxinas.

Principais nutrientes: O gengibre apresenta uma substância chamada gingerol, dotada de propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antimicrobianas que protegem o nosso organismo. O gingerol é responsável pelo sabor picante do gengibre.

As propriedades terapêuticas do gengibre se devem à ação conjunta de várias substâncias, principalmente encontradas no óleo essencial do gengibre, rico nos componentes medicinais cafeno, felandreno, zingibereno e zingerona.

O gengibre também é rico em substâncias termogênicas que ativam o metabolismo do organismo e podem potencializam a queima de gordura corporal.

A raiz é composta por vitamina B6, assim como pelos minerais potássio, magnésio e cobre, mas tais propriedades se tornam pouco relevantes levando-se em conta o consumo diário da planta. Como se trata de uma especiaria, bastam pequenas quantidades do gengibre no chá ou preparações culinárias para aromatizá-las.

REMÉDIOS NATURAIS:

Remédios naturais refere-se à utilização de substâncias presentes na natureza para a prevenção, tratamento ou cura de patologias

A utilização de remédios naturais é uma prática de carácter ciêntifico, em que as metodologias têm sido desenvolvidas e aperfeiçoadas ao longo dos anos para a eficiente utilização da mais diversas substâncias existentes na natureza passivas de tratar patologias.

Antes da ciência médica contemporânea, os remédios naturais, garantiam a qualidade da saúde da população. Nos dias de hoje, os métodos tradicionais obtidos através da sabedoria sobre os diversos tipos de remédios naturais são utilizados em complementaridade com a ciência médica atual.

A utilização de remédios naturais encontra-se nos dias de hoje em franca expansão, tanto pela facilidade de troca de informação através da Internet, como por uma abertura de mentalidades no que refere ao poder dos métodos naturais para tratar e curar as mais diversas patologias.

ALGUNS DOS MEDICAMENTOS A BASE DE PLANTAS MEDICINAIS DISPONIVEIS EM NOSSO SITE:

Ginkgo Biloba 120mg + Vinpocetina 5mg Trunature (Memoria Saudavel): Ginkgo Biloba pode ajudar na clareza mental e retenção da memória. Pesquisas mostram que o Ginkgo Biloba funciona como um antioxidante e contém glicosídeos flavonóides e terpenos que podem ajudar a manter o fluxo sanguíneo saudável do cérebro, o que traz benefícios à memória. Este produto também contém Vinpocetine que apoia a saúde da memória de forma geral.

GNC Maca Peruana 525mg (Estimulante Natural): A Maca é uma erva medicinal também conhecida como Maca-Andina, Maca-Peruana, Peruvian Maca, Maca lepidium, Planta Maca, Maca Powder, Maca Ginseng, dentre outros nomes populares. É uma planta que se assemelha a um nabo e cresce nas montanhas andinas do Peru. A raiz da planta seca é utilizada em pó há mais de dois mil anos para combater a fadiga e agir como um estimulante sexual, e não age no sistema nervoso central pelo motivo de não conter cafeína, como o guaraná e o café.

Objetivo: Aumentar a vitalidade e a energia.

A Maca aumenta o rendimento físico e mental; revitaliza as células cerebrais favorecendo o intelecto, a concentração e a memória; diminui o stress ocasionado pelos excessos da vida moderna e a acumulação de fadiga; reativa os processos metabólicos celulares, favorece a revitalização e a capacidade de recuperação do organismo; fortifica o sistema endócrino e estimula de modo natural a produção de hormônios sexuais femininos e masculinos (testosterona e progesterona) o que melhora a libido, combatendo a frigidez, a potência sexual, bem como os efeitos negativos da menopausa.

GNC Saw Palmetto Formula 500mg (Próstata):  Saw Palmetto é uma pequena palmeira, nativa do sul dos Estados Unidos, com poderes de agir com sucesso no tratamento e prevenção de doenças da próstata.

A Saw Palmetto, também conhecida como Serenoa Repens, é uma planta medicinal muito utilizada como tratamento fitoterápico para uma variedade de doenças que comumente afetam homens a partir dos 35 anos de idade. Seu princípio ativo faz com que as enzimas liberadas pela testosterona sejam inibidas, resultando na diminuição de inchaços na próstata e de todos os problemas atrelados a ela. E para esse intuito já é utilizada há vários anos e de forma bem sucedida na Europa.

E o Saw Palmetto não é indicado apenas para problemas na próstata. Além de tratar a Hipertrofia Prostática Benigna (ou HPB, que tem como característica o aumento da próstata) e a inflamação da próstata (prostatite), e até mesmo prevenir o câncer de próstata, também é muito eficiente para combater a calvície e a queda de cabelo por inibir a enzima DHT, que em excesso acaba causando esses problemas, previne a ejaculação precoce, ainda conta com propriedades anti-inflamatórias e afrodisíacas.

Isso tudo pode estar ao seu alcance. Consumindo apenas 2 cápsulas de Saw Palmetto 500mg por dia, você garante ao seu organismo a proteção e tratamento necessários para os problemas de saúde que assustam o homem moderno.

GNC Curcuma (Curcumina Turmérico) Dosagem Extra 1050mg: O Açafrão da Índia, “Turmerica” ou “Cúrcuma” (Curcuma Longa Linn) é uma planta medicinal da família do gengibre, conhecida como um dos maiores aliados da saúde. Em português é chamada de Açafrão da Terra, Açafroa, Curcumina ou Gengibre Amarelo.

A Curcumina ajuda a combater vários tipos de câncer, o mal de Parkinson e o de Alzheimer, regula o metabolismo, promove a saúde da pele e até mesmo retarda seu envelhecimento.