Multivitamínico Gravidez

4 Produto(s)

por página

Tabela  Lista 

Direção Descendente

4 Produto(s)

por página

Tabela  Lista 

Direção Descendente

O QUE SÃO VITAMINAS PARA GESTANTES?

As vitaminas para gestantes são suplementos de vitaminas criados para auxiliar durante esse período onde é necessária uma melhor alimentação e hábitos mais saudáveis. Como é comum nesse período, a mulher não conseguir se alimentar da forma que deveria as vitaminas são indicadas para suprir as necessidades desses nutrientes e assim o feto se desenvolver de forma adequada.

As vitaminas além de auxiliar no desenvolvimento do feto, tem extrema importância no desenvolvimento cerebral, de ossos e tecidos do bebê além de colaborar no controle de uma gestação saudável ate a hora do parto. São recomendadas pelo medico logo na primeira consulta do pré-natal e são de extrema importância principalmente no primeiro trimestre da gestação, devendo ser ingerida ate o final da gravidez.

A IMPORTÂNCIA DAS VITAMINAS PARA GESTANTES:

As vitaminas para gestantes são essenciais para garantir o funcionamento adequado da gravidez. Elas atuam, principalmente, como catalizadores de reação. Vale lembrar que os catalizadores nada mais são que substâncias que garantem que uma reação química aconteça de forma mais rápida e utilizando menos energia.

Além disso elas são importantes na transformação de energia. Algumas são antioxidantese que são essenciais para o funcionamento dos vários sistemas do corpo, inclusive o sistema imunológico.

POR QUE USAR MULTIVITAMINICOS NA GESTAÇÃO?

Em suma, durante a gestação existem alterações metabólicas e nutricionais específicas desse período. Como por exemplo o apetite aumenta, a secreção gástrica diminui e o intestino fica mais lento. Dessa forma todos os nutrientes precisam de monitoramento e inclusive avaliação.

Contudo o ideal é que o aporte de vitaminas e minerais seja garantido a partir de uma alimentação equilibrada. Mas nem sempre isso é possível, seja pelo ritmo acelerado de trabalho que muitas gestantes levam, com pouco tempo para comer bem, seja porque alguns nutrientes não são supridos mesmo adotando um cardápio saudável.

Por isso que a prescrição de vitaminas para gestantes tem se tornado cada vez mais comum nos consultórios.

QUANDO É ACONSELHADO TOMAR MULTIVITAMINICOS?

A partir do segundo trimestre, por vezes, temos de introduzir sobretudo ferro. Já o ácido fólico começa a ser introduzido ainda antes, por causa do desenvolvimento celular e das más formações do tubo neural.

FALTA DE VITAMINAS EM GESTANTES:

A falta dos nutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo é perigoso em qualquer momento de vida.

Contudo, durante a gravidez a falta de determinadas vitaminas pode causar sérios problemas à saúde da gestante e do bebê. São elas:

  • Risco de aborto;
  • Favorece a pré-eclâmpsia;
  • Anemia;Asma;
  • Mau desenvolvimento do sistema cognitivo do bebê;
  • Comprometimento da capacidade mental do bebê;
  • Diabetes gestacional;

 

DEFICIÊNCIA DE VITAMINAS:

Assim como cada vitamina é responsável por uma função no organismo humano, cada uma dela proporciona benefícios diferentes. A ingestão de cada uma dessas vitaminas é de extrema importância para o melhor desenvolvimento do feto e a garantia de uma saúde perfeita para o bebê e para a mãe.

A deficiência delas no organismo podem ocasionar sérios riscos, doenças e problemas futuros. Esses problemas podem ser evitados com o consumo adequado dessas vitaminas, seja através da alimentação ou ate mesmo com o auxilio de suplementação de vitaminas.

A falta de ácido fólico principalmente no primeiro trimestre da gestação pode trazer sérios danos com má formação no tubo neural do feto, por isso é indicado à ingestão dessa vitamina três meses antes de se engravidar.

SUPLEMENTOS VITAMÍNICOS MAIS RECOMENDADOS PARA GESTANTES:

Algumas gestantes podem apresentar deficiência em alguns nutrientes devido à dieta pobre nutricionalmente ou insuficiente para alimentação do bebê e manutenção do próprio organismo. Assim, as gestantes podem necessitar suplementos de:

  • Ferro, cálcio, zinco e cobre;
  • Vitaminas C, D, B6, B12 e ácido fólico, principalmente;
  • Ácidos graxos;
  • Ômega 3.

A suplementação de ácido fólico é a mais recomendada pelo médico ou nutricionista pelo fato dessa vitamina ser importante no desenvolvimento do bebê, prevenindo lesões no tubo neural e doenças congênitas. Assim, a nutricionista pode recomendar uma dieta rica em alimentos que contenham ácido fólico, como espinafre e feijão-preto, por exemplo, e, caso necessário, fazer a suplementação. Saiba como tomar o ácido fólico na gravidez.

 

Já a falta de cálcio, pode tornar a parte óssea de mãe e filho frágil trazendo doenças futuras, além de serem encontradas taxas mais altas de chumbo no sangue da mãe podendo o feto evoluir doenças congênitas devido a esse excesso.

A deficiência de ferro no organismo da gestante pode apresentar anemia resultando numa baixa produção de glóbulos vermelhos, que podem acarretar em morte fetal ou nascimento prematuro e de um bebê com baixo peso. O bebê que já nasce com insuficiência de ferro no organismo pode ter suas funções cognitivas comprometidas, além de alterações comportamentais.

A ausência de Vitamina D no organismo da mulher pode evoluir a uma pré-eclâmpsia e ao aumento de pressão arterial. Já do Zinco na falta dessa vitamina, as infecções podem começar a aparecer com mais frequência, pois é responsável pelo combate dos radicais livres que portam as doenças, sendo de suma responsabilidade pelo sistema imunológico.

A falta de vitamina B6 pode aumentar níveis de ansiedade, evoluir quadros de depressão, confusão mental e alterações de humor, além de apresentar sintomas como formigamento de pés e mãos. Já a ausência de vitamina C e de ômega 3, pode trazer sérios riscos ao cérebro do feto gerando problemas na memoria da criança e seu desenvolvimento, pois são também responsáveis pelo desenvolvimento das funções cerebrais.

ALIMENTOS E VITAMINAS ESSENCIAIS DURANTE A GRAVIDEZ:

Ácido fólico:

O ácido fólico tem tanta importância durante a gravidez que seu consumo costuma ser iniciado pela mulher 3 meses antes do início da gestação. Ele é responsável por diminuir o risco de malformações no tubo neural do bebê, que se transformará em seu sistema nervoso central posteriormente.

A quantidade diária que deve ser ingerida é alta, de forma que, várias vezes, a alimentação precisa ser complementada por suplementos. A suplementação segue até o 3º mês de gestação, que é quando acaba a formação do tubo neural.

Deve ser aumentado o consumo de alimentos que contêm ácido fólico, como:

  • Cereais integrais (pão, massa, arroz);
  • Leguminosas (feijão, grão-de-bico, ervilha);
  • Flocos de milho;
  • Beterraba;
  • Flocos de aveia.

Cálcio:

O cálcio é responsável pela formação e crescimento saudável de ossos e dentes, tanto da mãe como do bebê. Ele auxilia também no controle da frequência cardíaca do bebê e no desenvolvimento de nervos e músculos.

As melhores fontes de cálcio são:

  • Leite e derivados (iogurte, tofu, queijo);
  • Couve;
  • Salmão;
  • Pão de centeio integral.

É interessante optar pelas opções de leite e derivados com menor teor de gordura, pois elas oferecem maior teor de cálcio.

A absorção e fixação do cálcio depende da quantidade de vitamina D circulante no organismo. Essa vitamina é produzida pelo corpo, principalmente a partir da exposição ao Sol, mas está presente também em alguns alimentos (ovos, peixes gordos).

Ferro:

O ferro é o elemento presente na hemoglobina, molécula principal dos glóbulos vermelhos, e o responsável pelo aumento do volume sanguíneo durante a gravidez e a prevenção de anemia. Por isso, as necessidades diárias de ferro aumentam bastante na gestante.

Ele é importante também para o desenvolvimento do sistema nervoso do bebê. Sua deficiência pode causar baixo peso do bebê, prematuridade e alterações na formação e organização nervosa.

A alimentação deve ser rica em alimentos com ferro, mas a suplementação ainda é necessária em grande parte dos casos. Esses alimentos são:

  • Fígado;
  • Pão integral e cereais integrais;
  • Feijão;
  • Grão de soja;
  • Hortaliças verde-escuro (espinafre, couve, rúcula, agrião).

Zinco:

O zinco contribui para diferentes processos biológicos no organismo da mãe, como: metabolismo dos carboidratos e das gorduras, metabolismo energético, síntese de proteínas, metabolismo do DNA, divisão celular, funcionamento do sistema imunológico. Todos esses processos são necessários para a manutenção da saúde materna e, consequentemente, da do bebê.

Para o bebê, ele auxilia no bom desenvolvimento neurológico, e sua deficiência pode levar ao desenvolvimento de malformações e baixo peso ao nascer.

As principais fontes de zinco são:

  • carnes, peixes e ostra;
  • leite e derivados;
  • castanhas, amendoim, amêndoa, nozes;
  • semente de linhaça.

Magnésio:

O consumo de magnésio durante a gravidez diminui os riscos do surgimento da pré-eclâmpsia, transtorno no qual há aumento da pressão arterial, inchaço do rosto e das mãos e saída de proteína na urina. Essa condição pode levar ao parto prematuro, sofrimento fetal ou atraso do crescimento intrauterino.

Outras vantagens do seu consumo para grávidas são:

  • Combate do cansaço, câimbra e azia;
  • Prevenção de contrações uterinas antes da hora;
  • Regulação dos níveis de açúcar e insulina no sangue do bebê;
  • Favorecimento do crescimento e desenvolvimento do feto.

Os alimentos com magnésio são:

  • Amêndoa, amendoim, avelã, castanha-de-caju;
  • Cereais integrais;
  • Tofu;
  • Espinafre;
  • Feijão;
  • Banana;
  • Abacate.

Iodo:

O iodo é o elemento utilizado na formação dos hormônios da tireoide (T3 e T4), responsáveis pela regulação do metabolismo corporal e, portanto, importantes para todo o funcionamento dos sistemas. Pesquisas mais recentes indicam que todas as mulheres que desejam engravidar, grávidas e as que amamentam devem ingerir suplementação de iodo.

O iodo ingerido pela mãe e passado ao feto pela placenta ajuda na formação dos hormônios da tireoide do bebê, que são importantes para o desenvolvimento do seu sistema nervoso. A falta de iodo pode levar a problemas no desenvolvimento cognitivo do bebê.

O sal de cozinha é fortificado com iodo, mas ele pode ser também encontrado nos seguintes alimentos:

  • Peixes, crustáceos;
  • Algas marinhas;
  • Vegetais;
  • Carnes;
  • Leite e derivados.

Proteínas:

No início do 2º trimestre de gestação, o bebê já tem a maioria dos seus órgãos formados. No 2º e no 3º trimestres, ele desenvolverá os membros e os músculos, crescerá e ganhará peso. Esse crescimento acelerado leva ao aumento das necessidades proteicas, que também precisam apoiar a formação da placenta e o crescimento dos tecidos uterinos.

Geralmente, a “dieta normal” da mulher consegue suprir essa necessidade, com algumas recomendações gerais:

  • Ingestão diária de fontes proteicas não animais (leite e derivados, feijão, grão-de-bico, lentilha, ervilha);
  • Ingestão moderada de fontes proteicas animais (carnes, pescados, ovos).

Alimentos anticonstipantes:

A constipação é uma das principais queixas das mulheres grávidas. Ela ocorre pois a progesterona, um dos principais hormônios da gestação, causa uma lentidão no sistema digestivo, o que faz com que os alimentos fiquem mais tempo “parados” no intestino. Além disso, o crescimento do bebê reduz o espaço de funcionamento intestinal.

Além do aumento da ingestão de água, alguns alimentos podem ser consumidos para o alívio da constipação, como:

  • Frutas, verduras e legumes ricos em água (pepino, melancia, espinafre, abacaxi);
  • Alimentos ricos e fibras (cereais integrais);
  • Linhaça, gergelim;
  • Castanha-de-caju e castanha-do-pará.

Evite alimentos muito condimentados, doces, queijos, massas brancas, repolho, banana e goiaba.

Esses alimentos e vitaminas te ajudarão a alcançar a melhor alimentação durante a gravidez, essencial para você e seu bebê!

TOMAR SUPLEMENTOS OU  NÃO TOMAR:

Muitas futuras mamães assumem que devem tomar um multivitamínico pré-natal a partir do momento em que engravidam. Porém, a comida deve ser a principal fonte da maioria das vitaminas e minerais necessários para apoiar você e seu bebê durante a gravidez.

Uma dieta variada e saudável provavelmente fornecerá muitos dos nutrientes dos quais você precisa, bem como fibras, proteínas e energia essenciais.Os suplementos ajudam a compensar eventuais deficiências nutricionais ocasionais, mas não devem ser usados como substitutos de uma alimentação bem equilibrada.

Um suplemento pré-natal que forneça uma variedade de nutrientes pode ser útil durante os primeiros estágios, principalmente se você estiver enjoando muito nos primeiros meses. Mais tarde, um multivitamínico pré-natal pode ajudar a garantir o equilíbrio correto de nutrientes, mesmo que sua dieta e apetite mudem.

Contudo, como depende da sua dieta, a real necessidade de ingestão desses suplementos deve ser entendida com seu médico.

Geralmente, os nutrientes presentes em multivitamínicos para gestantes contêm:

Vitamina D: Regula o cálcio e o fosfato, essenciais para o desenvolvimento dos ossos e dentes do bebê;

Ômega 3: Apoia o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso do bebê e contribui para um coração saudável:

Folato/ácido fólico: Ajuda a prevenir defeitos do tubo neural e é recomendado até a 12ª semana de gestação;

Ferro: Um suprimento saudável é necessário para suportar o aumento do volume sangüíneo e reduzir o risco de anemia por deficiência do nutriente;

Vitamina B12: Ajuda o corpo a processar o ácido fólico e está envolvido na liberação de energia dos alimentos e na produção de glóbulos vermelhos.

QUAIS VITAMINAS TOMAR NA GRAVIDEZ?

Cada vitamina é responsável por uma função e responsável por benefícios diferentes, porém algumas delas tem extrema importância no desenvolvimento adequado do feto evitando más formações, como é o caso do desenvolvimento do tubo neural que é de responsabilidade da vitamina B6. Vejamos quais são elas:

Acido Fólico: Essa vitamina é fundamental para o desenvolvimento do cérebro, para formação da coluna e medula espinhal e para precaver má formação no tubo neural do bebê. É indicado o consumo antes mesmo de engravidar, dessa forma evitando a deficiência desse importante nutriente.

Cálcio: O cálcio é fundamental para a formação dos ossos do feto, além de auxiliar na manutenção da pressão sanguínea e na coagulação do sangue. Controla também a contração muscular e age ativamente na produção do leite materno.

Ferro: O ferro é muito importante até mesmo antes de se engravidar, pois é responsável pela produção de hemoglobina que carrega oxigênio para as células do corpo e mantém  o sistema imunológico em perfeito funcionamento. Já na gravidez devido ao aumento na quantidade de sangue o ferro se encarregará de aumentar a produção da hemoglobina, e auxiliar no desenvolvimento do feto além de prevenir o desenvolvimento de anemia na mulher, que poderá levar a parto prematuro e a um bebe de baixo peso.

Vitamina D: A vitamina D é uma das responsáveis pela preservação dos ossos e o funcionamento do metabolismo além de auxiliar no desenvolvimento muscular e de nervos. Atua também na prevenção da coagulação sanguínea e garante o bom crescimento celular no corpo.

Zinco: O zinco é responsável pela produção de tecidos no corpo do feto e também pela formação das células de DNA.

Vitamina B6: A vitamina B6 é de extrema importância na formação do feto e age na precaução de más formações. Auxilia no controle de enjoos durante a gravidez, pois é responsável pelo controle hormonal da mulher.

Vitamina B12: Evita o risco de descolamento da placenta e a possibilidade de que o bebê nasça com defeitos no tubo neural.

 

Vitamina D3: Evita o retardo na formação dos ossos da criança e no crescimento das cartilagens.

Vitamina C: Vitamina responsável pelo melhor funcionamento do organismo, atua na saúde da pele e gengivas. Auxilia na melhor absorção do ferro no organismo, colaborando para melhor crescimento dos ossos.

Ômega 3: O ômega 3 auxilia na produção de prostaglandinas responsáveis pelo controle da pressão sanguínea e da coagulação. Atua no desenvolvimento neurológico e visual do feto e atua na precaução de pré-eclâmpsia e parto prematuro.

A IMPORTANCIA DO DHA NA GESTAÇÃO:

O DHA (ácido docosahexaenoico) é o principal tipo de ômega-3 e traz benefícios para a saúde ao longo de toda a vida, que vão desde o desenvolvimento das estruturas do cérebro e da retina, a partir da gestação, até a prevenção do declínio cognitivo na fase adulta. É um nutriente que não pode faltar na alimentação da gestante, bem como das crianças. Trata-se de um ácido-graxo do tipo ômega 3, presente em altas quantidades em peixes de água fria (salmão e sardinhas), leite materno e gema de ovo.

O assunto é novidade entre as famílias, mas especialistas estudam o nutriente há dez anos. O consenso elaborado pela Associação Brasileira de Nutróloga padronizou as recomendações em relação ao consumo e à suplementação de DHA durante a gestação, lactação e infância. Para cada uma dessas fases, foram reunidas as mais recentes evidências com a opinião dos médicos, com o objetivo de apoiar a classe médica e de nutricionistas na hora de recomendar o consumo do nutriente.

A dieta materna é extremamente importante para o desenvolvimento cognitivo dos bebês, uma vez que é a única fonte de ácidos graxos, responsáveis pela formação do cérebro e dos olhos. Deve ser ingerido principalmente no último trimestre da gravidez, onde ocorre o maior acúmulo do mesmo. O consumo de DHA neste período é essencial na formação de todas as membranas celulares do sistema nervoso central, ajuda a prolongar gestações de alto risco, aumentar o peso do recém-nascido, comprimento e circunferência da cabeça ao nascimento, além de zelar da acuidade visual, coordenação mãos-olhos e atenção.

Para a ingestão deste nutriente, o consenso recomenda uma suplementação de 200 mg por dia, independentemente se a fonte for por meio de peixes ou os suplementos de DHA. Existe também a preocupação do uso de peixes de maneira criteriosa, uma vez que existem riscos de contaminação com metais pesados, e também a possibilidade dos animais que foram criados em cativeiro apresentarem um baixo teor de DHA.

No Brasil, tudo isso ainda é muito recente. Mas, lá fora, o DHA já é considerado essencial para o desenvolvimento infantil. A European Food Safety Authority (EFSA) aprovou, em maio de 2011, que três frases de saúde relativas ao DHA fossem impressas nos rótulos de alimentos fonte ou enriquecidos: “a ingestão de DHA contribui para o desenvolvimento de crianças com idade até 12 meses”; “a ingestão materna de DHA contribui para o desenvolvimento normal da visão do feto e de crianças amamentadas”; e “a ingestão materna de DHA contribui para o desenvolvimento normal do cérebro do feto e de crianças amamentadas.”

Motivos para tomar DHA na gravidez:

  • Crianças de mães suplementadas com DHA apresentam melhor processamento mental, aprendizado, memória e desenvolvimento psicomotor.
  •  Efeito positivo na visão da criança. O DHA é uma das principais gorduras estruturais na retina do olho, sendo responsável por até 60% do total de ácidos graxos poli-insaturados (PUFA).
  •  Níveis adequados de DHA na dieta são cruciais para a construção de resiliência neuronal de longo prazo, favorecendo um ótimo desempenho cerebral e ajudando na batalha contra doenças neurológicas.
  • Maior adaptação da mãe ao estresse durante a gestação e prevenção de depressão perinatal, que envolve o período desde a concepção até ao primeiro ano do bebê.
  • Maior percentual de massa magra em crianças. Aos 5 anos, as crianças cujas mães suplementaram a alimentação com DHA durante a gestação apresentam, em média, cinco quilos a mais de massa magra que outras crianças.]
  • Menor risco de parto prematuro. Com isso, há uma menor propensão a condições como deficiência visual, atraso no desenvolvimento e dificuldades de aprendizagem.

Como complementar o DHEA:

Considerando que os benefícios são notados a partir da ingestão de 200mg por dia, pode-se perceber a dificuldade de garantir esta ingestão contando apenas com o consumo de peixes. Isso porque um filé de salmão originário de águas profundas tem cerca de 1,4 g de DHA. Mas, como a maioria vendida no Brasil é proveniente de cativeiro, não há registro da quantidade de DHA fornecido.

A opção é a suplementação de DHA através do óleo óleo de peixe padronizado. Há hoje opções de suplemento de DHA, tanto em cápsulas quanto líquido. 

A IMPORTANCIA DA VITAMINA D NA GRAVIDEZ:

Uma metanálise publicada na revista médica British Medical Journal demonstrou que há maior risco para pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, baixo peso fetal e vaginose bacteriana quando os níveis de vitamina D, na gestante, estão abaixo do normal. Em outra meta-análise, a suplementação mostrou efeito positivo sobre a redução do baixo peso ao nascer. Alguns estudos também já relacionaram a falta desta substância com diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, recém-nascido com baixo peso e vaginose bacteriana.

A IMPORTANCIA DA VITAMINA E NA GRAVIDEZ:

O consumo de vitaminas em geral é essencial para a saúde das grávidas e de seus bebês, pois diversos benefícios podem ser adquiridos com os nutrientes. Naturalmente, com a vitamina E não é diferente. A vitamina E ajuda a prevenir algumas doenças e no bom funcionamento de várias setores do organismo. Pode ser encontrado na alimentação e também suplementado.

Benefícios da vitamina E:

“Para a futura mamãe, a vitamina E é importante para a prevenção da pré-eclâmpsia (pressão arterial elevada) e da restrição do crescimento intrauterino. Para o bebê, estudos apontam que o nutriente pode ajudar a prevenir a ocorrência de asma”, destaca a nutricionista Adriana Ávila. Além disso, a vitamina E é considerada um poderoso antioxidante, atuando, assim, contra o envelhecimento celular precoce.


Merece destaque ainda a importância da vitamina E no combate a doenças como câncer, diabetes e problemas cardíacos. “A vitamina E ajuda na construção das células do organismo e na formação dos glóbulos vermelhos que transportam oxigênio. Ela evita o estresse oxidativo, que para os bebês prematuros pode provocar doença crônica nos pulmões, no coração e outros órgãos”.

Cuidado com o excesso de vitamina E durante a gravidez:

Por mais que a oferta de vitamina E seja fundamental para a saúde da grávida e de seu bebê, o excesso do nutriente nessa fase da vida não é recomendado. Deve-se obter apenas a quantidade necessária. “O excesso de vitamina E aumenta o risco de sangramento na gestante, eleva o risco de natimorto no bebê, bem como problemas cardíacos e no desenvolvimento fetal”.

Fontes alimentares de vitamina E e suplementação:

Dentre as principais fontes alimentares de vitamina E, vale destaque: óleos de soja; milho ou girassol; azeite de oliva; nozes; amêndoas (sem sal, para não inchar nem aumentar a pressão arterial); castanha-do-pará; sementes de girassol (sem sal); gérmen de trigo e grãos integrais. Caso as demandas do organismo da grávida não sejam obtidas nas refeições, deve-se recorrer à suplementação, mas sempre com a orientação médica.

SINAIS E SINTOMAS DA ANEMIA NA GRAVIDEZ:

  • Cansaço;
  • Tontura;
  • Dor de cabeça;
  • Dor nas pernas;
  • Falta de apetite;
  • Pele pálida;
  • Olhos descorados.

EXAME QUE DETECTA ANEMIA NA GRAVIDEZ:

Hemograma completo é a análise clínica mais indicada para o diagnóstico de anemia durante a gravidez, já que permite quantificar o número de glóbulos vermelhos e a concentração de hemoglobina no sangue da gestante.

VITAMINAS PARA GRÁVIDA COM ANEMIA:

No caso das mulheres grávidas com anemia, normalmente é indicado o uso de suplementos de ferro com o objetivo de aumentar a capacidade das hemácias em transportar o ferro. A queda do ferro pode ser observada em qualquer fase da gravidez, principalmente se a grávida já tiver propensão a ter anemia, e deve ser tratada para não correr riscos de partos prematuros, abortos ou diminuição do crescimento do bebê.

A anemia na gravidez é comum porque o organismo precisa produzir mais sangue, e por isso todas as grávidas devem ter o cuidado de consumir uma dieta rica em ferro durante toda a gravidez.

GRÁVIDAS VEGETARIANAS OU VEGANAS:

"A vitamina B12 é a única que não conseguimos obter nos alimentos de origem vegetal, mas para repor essa vitamina pode se recorre a suplementação", afirma Luciana Novaes. "Os suplementos vitamínicos para gestantes são importantes para qualquer mulher grávida, auxiliando para complementar aquilo que não se conseguirá através da alimentação e repor o gasto que a gestação exige. Com cuidado e atenção profissional especializada, uma dieta vegetariana ou vegana pode fornecer uma alimentação adequada e

promover vários benefícios para esse período, como um menor risco de diabetes gestacional, controle da pressão arterial e menor chance de ganho de peso excessivo".

CONSEQUÊNCIAS DE FALTA DE ÁCIDO FÓLICO:


A deficiência do ácido fólico está relacionada a problemas graves de saúde, como síndrome hipertensiva da gestação, descolamento da placenta, aborto espontâneo de repetição, parto prematuro, baixo peso ao nascer, doenças crônicas cardiovasculares e cerebrovasculares, demência e depressão. Todavia, a suplementação e a alimentação saudável conseguem diminuir esses riscos, aumentando as chances de uma gravidez saudável e do bom desenvolvimento do bebê, prevenindo cerca de 70% dos casos de má-formação do tubo neural.

O QUE TORNA OS SUPLEMENTOS UMA OPÇÃO A SE CONSIDERAR?

A gestante de hoje não recebe a mesma quantidade de nutrientes em comparação com uma gestante que vivia há 90 ou 30 anos atrás. Em 1927, pesquisadores de King’s College, da Universidade de Londres, começaram a coletar dados sobre o teor de nutrientes dos alimentos (27 variedades de vegetais e 17 de frutas, 10 cortes de carne e alguns queijos e leites). Suas análises foram repetidas em intervalos regulares desde então, dando-nos uma imagem única de como a composição da nossa alimentação mudou ao longo do século passado: os alimentos perderam de 20 a 60% dos seus nutrientes.

Além disso, a manutenção de uma dieta rica e variada, que atenda a todas as recomendações de nutrientes, não é algo simples para a maioria das mães, seja por falta de tempo, seja por falta de conhecimento. Como resultado, estudos vêm indicando uma carência nutricional entre gestantes.

O PERIGO DO CONSUMO DE VITAMINAS SEM ORIENTAÇÃO MEDICA:

Em síntese, tomar vitaminas sem orientação do médico ou do nutricionista é perigoso porque o excesso de alguns nutrientes podem causar problemas para o bebê e para a mãe. Posteriormente o excesso de vitamina A, por exemplo, pode causar mal formações do feto. Enquanto o excesso de vitamina C aumenta o risco de cálculos renais.

PERGUNTAS FREQUENTES:

Quais são as grávidas que precisam de vitaminas?

São as carenciadas, com um índice de massa corporal baixo e que por alguma razão não aumentam de peso.

Qual é o risco de anemia na gravidez?

A anemia grave ou não tratada na gravidez pode aumentar os riscos de parto prematuro, necessidade de transfusão de sangue durante o nascimento, depressão pós-parto e, para o bebê, há o risco de desenvolver anemia ou de apresentar atrasos no desenvolvimento.

Qual exame detecta a anemia na gravidez?

Hemograma completo é a análise clínica mais indicada para o diagnóstico de anemia durante a gravidez, já que permite quantificar o número de glóbulos vermelhos e a concentração de hemoglobina no sangue da gestante.

Qual melhor suplemento vitamínico para gestante?

Os estudos concluíram que  Os únicos suplementos recomendados para todas as mulheres durante a gravidez são ácido fólico e vitamina D, disponíveis a custos relativamente baixos.

Qual vitamina uma grávida pode tomar?

Os estudos concluíram que o ácido fólico (vitamina B9), recomendado pelos obstetras no primeiro trimestre de gravidez, pode reduzir a chance de problemas comportamentais na infância.

Porque a imunidade fica baixa na gravidez?

Durante a gravidez é normal ficar com o sistema imunológico enfraquecido, devido às alterações hormonais e às mudanças no corpo da mulher, sendo necessário ter atenção redobrada para evitar problemas como gripes e infecções urinárias.

Pode dizer-se que o ácido fólico é a vitamina de ouro da grávida?

Essa vitamina é obrigatória e de preferência antes da conceção. O ideal é começar com o ácido fólico na consulta pré-concecional. Depois temos, como já referi, o ferro no início do segundo trimestre. Por melhor que coma, em termos de desenvolvimento, a grávida precisa sempre de um bocadinho mais de ferro

Há perigo de sobredosagem vitamínica?

Não, as vitaminas hoje estão mais bem doseadas, melhor que antigamente, em função das necessidades e das carências da grávida. Além de que as mulheres hoje estão mais informadas.

Quais são as vitaminas Pré-natais?

Durante a gravidez, os requisitos de ingestão diária de uma mulher de determinados nutrientes, como o ácido fólico (folacina), cálcio e ferro, aumentarão. Estas vitaminas são vitais para adequação do crescimento fetal, desenvolvimento e vida adulta saudável.

O que a falta de ferro pode causar na gravidez?

Anemia na gravidez. É produzida quando os glóbulos vermelhos são insuficientes devido à falta de ferro. Ainda que não afete o bebê, pode influenciar em sua saúde, provocando cansaço, tonturas e debilidade muscular.

Que vitamina posso tomar depois do parto?

O ácido fólico é uma vitamina do complexo B importantíssima para o desenvolvimento neural do bebê. Indica-se suplementação com essa substância durante a gestação mas também ao longo dos seis primeiros meses amamentando.

Qual a importância da vitamina D para a mulher grávida?

A vitamina D é um hormônio fundamental para um bom funcionamento do organismo. E no caso das mulheres grávidas é ainda mais importante. Isso porque, além de ajudar a diminuir o risco de aborto espontâneo, a vitamina D também promove o crescimento saudável da placenta e pode reduz risco de pré-eclâmpsia.

Quando devo começar a tomar ácido fólico na gravidez?

A grávida deve começar a fazer a suplementação de ácido fólico, pelo menos, 1 mês antes de engravidar, porque a formação do cérebro e medula espinhal do bebê começa nas primeiras 3 semanas de gestação, quando geralmente, antes de a mulher saber que está grávida.

Qual é a quantidade certa de ácido fólico durante a gravidez?

Os consensos científicos consagrados até o momento determinam que há na segurança da dose de 400 microgramas ao dia. A Febrasgo recomenda que as mulheres consumam uma suplementação de 400 microgramas de ácido fólico por dia um mês antes da gravidez e durante os três primeiros meses de gestação.

O que a falta de vitaminas pode causar nas gestantes?

A falta dos nutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo é perigoso em qualquer momento de vida.

Contudo, durante a gravidez a falta de determinadas vitaminas pode causar sérios problemas à saúde da gestante e do bebê. São elas:

Risco de aborto, favorece a pré-eclâmpsia, anemia, asma, mau desenvolvimento do sistema cognitivo do bebê,comprometimento da capacidade mental do bebê e diabetes gestacional.

Qual a importância da vitamina b12 na gestação?

A B12 exerce um papel fundamental na produção de hemácias, na síntese de DNA e no ciclo metabólico de outra vitamina importante para o crescimento, o ácido fólico (folato). Quando a mulher está grávida, a duplicação celular é mais intensa para que possa haver a formação de novos tecidos, como a placenta.

Pode tomar vitamina b12 na gravidez?

A utilização da vitamina B12 é indicada juntamente do ácido fólico para um melhor desenvolvimento do feto, principalmente no primeiro trimestre da gestação, onde ocorre toda a formação do corpo do feto antes de começar a crescer e ganhar peso.