Sais Minerais

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  1. GNC Cálcio 600mg + Vitamina D-3 400 UI (Ossos Fortes)

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    A combicação de cálcio com a vitamina D3 garante ao corpo não apenas seus valores diários recomendados para a saúde, mas também garante sua absorção adequada para garantir o fortalecimento de todos os ossos e prevenir doenças. Detalhes
  2. Calcio 600mg + Vitamin D-3 400IU Kirkland

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    Apoia a saúde óssea e dos dentes, músculos e reduz o risco de osteoporose. Detalhes
  3. Zinco 50mg (Tratamento p/ Acne) Puritan

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    O zinco associado as vitaminas B, C, A e E ajuda a prevenir problemas da pele, tais como inflamações e acne. Detalhes
  4. Zinco 25mg Puritan

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    Zinco promove ação antioxidante apoiando o sistema imunológico e protengendo as células do corpo. Detalhes
  5. Citrato de Cálcio 250mg (Ossos Fortes) Vitamin Shoppe

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    Suplemento de cálcio mais facilmente absorvidos, pois pode ser ingerido de estomago vazio. Detalhes
  6. Manganês 10mg (Saúde dos Ossos) Vitamin Shoppe

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    Fortalece os ossos, bom funcionamento da tireóide, regula o nível de açúcar no sangue e o metabolismo. Detalhes
  7. GNC Ferro 65mg

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    Preço Promocional R$179,00

    Previne e trata anemia, estabiliza o humor, fortalece o sistema imune, aumenta a resistência, melhora a depressão, Detalhes
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    Mineral Essencial para Ossos fortes, Coração Saudável e controle da Pressão Arterial. Detalhes
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    Poderoso Mineral importante para fortalecer o sistema imunológico e para manter o corpo saudável. Detalhes
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    Preço: R$239,00

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    Forma do Calcio de Rapida e Facil Absoção, o Citrato de Calcio contribui para o fortalecimento dos ossos. Detalhes
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    Preço: R$169,00

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    Importante Mineral responsavel por inumeros processos do organismo. Detalhes
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    Preço: R$159,00

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    Iodo é um mineral essencial para inumeros aspectos da saúde. Detalhes

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O QUE SÃO SAIS MINERAIS:

Os sais minerais são substâncias inorgânicas essenciais para o funcionamento adequado do nosso organismo. Eles estão presentes como eletrólitos nos líquidos corporais, como componentes de enzimas e hormônios e como componentes estruturais de alguns órgãos, tais como ossos e dentina nos dentes.

QUAL É A IMPORTÂNCIA DOS SAIS MINERAIS:

 A importância dos sais minerais. Os sais minerais são substâncias inorgânicas, ou seja, substâncias que não são produzidas pelos seres vivos, e que são muito importantes para o bom funcionamento do nosso organismo, sendo que a falta deles pode trazer muitos problemas à saúde, e até mesmo causar a morte.

CLASSIFICAÇÃO:

Os sais minerais são elementos que têm sua origem a partir do solo, sendo assim, os seres vivos não podem produzi-los. Para conseguirmos os sais necessários para nossa sobrevivência, uma alimentação adequada e balanceada é essencial. De acordo com a necessidade diária de cada sal mineral, podemos classificá-los em:

Macrominerais: Aqueles cujas necessidades diárias superam os 100 mg. Nesse grupo encontram-se o cálcio, fósforo, sódio, potássio, cloro, magnésio e enxofre.

Microminerais: Aqueles que a necessidade diária é inferior a 100 mg. Nesse grupo, podemos destacar o ferro, cobre, zinco, manganês, iodo, selênio e flúor.

TIPOS DE SAIS MINERAIS:

Cálcio: Esse sal participa da formação de ossos e dentes. Além disso, participam da coagulação sanguínea e regulam uma grande quantidade de funções celulares, incluindo-se o processo de contração muscular. O cálcio pode ser encontrado em leite e derivados, gema de ovo, cereais e legumes verdes.

Fósforo: Junto ao cálcio, o fósforo participa da composição de ossos e dentes. Esse sal também está relacionado com a produção de energia e é um dos componentes dos ácidos nucleicos. Pode ser encontrado em leites e derivados, cerais, carnes, ovos e pães.

Potássio: Esse sal está relacionado com a contração muscular e atividades dos nervos, pois atua promovendo a excitabilidade elétrica. Além disso, é um importante regulador dos batimentos cardíacos. É encontrado em frutas, cereais, leite e carnes.

Sódio: Está relacionado principalmente com a regulação do volume de líquidos corporais. Também é importante na condução do impulso nervoso, assim como o potássio, e está relacionado com a pressão sanguínea e contrações musculares. É encontrado no sal de cozinha, em alguns vegetais, queijo e diversos outros tipos de alimento.

Magnésio: Fundamental para o funcionamento adequado de nervos e músculos. Além disso, está relacionado com o metabolismo do cálcio e com a síntese de vitamina D. Esse sal mineral é encontrado em verduras com folhas verde-escuras, cereais, frutas cítricas e leguminosas.

Ferro: Por ser o componente principal da hemoglobina, esse sal mineral está relacionado com o transporte de oxigênio no nosso corpo. Encontrado em alimentos como fígado, rim, coração, gema de ovo, vegetais verdes, beterraba, feijão, cereais.

Flúor: Atua na composição de dentes e ossos. Além disso, está relacionado com a prevenção contra as cáries dentárias. Encontrado principalmente na água fluorada.

Iodo: É um sal fundamental para o funcionamento adequado da tireoide, portanto, está relacionado com o metabolismo. Encontrado em frutos do mar e no sal de cozinha iodado.

ALIMENTOS RICOS EM SAIS MINERAIS:

Os sais minerais, bem como as vitaminas, não podem ser sintetizadas pelo ser humano e, por isso, devem ser obtidos através da alimentação. Eles são encontrados nos mais variados alimentos, como nas frutas, legumes, verduras, leite e derivados, leguminosas, cereais, frutos do mar, peixes, fígado, carnes, entre outros.

Cálcio: Participa da formação e manutenção da estrutura de ossos e dentes e da coagulação sanguínea; faz parte do processo de transmissão de impulsos nervosos, dos batimentos cardíacos e da regulação da contração muscular. É encontrado no leite e derivados e nos vegetais verde escuros.

Fósforo: Participa da formação e manutenção da estrutura de ossos e dentes; faz parte da molécula de ácido nucleico e de uma importante substância que atua na célula como reserva de energia: o ATP (trifosfato de adenosina). É encontrado no leite e derivados, carnes, aves, peixes, cereais e legumes.

Potássio: Participa do processo de contração muscular, da regulação da pressão sanguínea, do processo de transmissão de impulsos nervosos e da manutenção do equilíbrio hídrico; participa da síntese de glicogênio, de proteínas e do metabolismo energético. É encontrado em verduras, frutas, leguminosas, carnes e leite.

Sódio: Atua na regulação do equilíbrio hídrico; participa da transmissão dos impulsos nervosos e do relaxamento muscular. É encontrado no sal comum de cozinha.

Cloro: Atua na manutenção do equilíbrio hídrico. É encontrado no sal comum de cozinha.

Magnésio: Participa na contração muscular. É encontrado nos cereais, vegetais e frutas.

Ferro: Compõe a hemoglobina e a mioglobina – pigmentos que têm grande afinidade com gases respiratórios, como o oxigênio. É encontrado em carnes, fígado, vegetais verde escuros e leguminosas.

Zinco: Faz parte das enzimas e dos hormônios que participam das principais vias metabólicas; atua no processo de cicatrização e compõe as enzimas envolvidas na digestão. É encontrado nas carnes, fígado, ovos, mariscos e cereais.

Iodo: Faz parte dos hormônios da glândula tireóidea, que regulam o metabolismo. Sua falta pode causa o hipotireoidismo , que pode levar ao desenvolvimento acentuado da glândula tireóidea, determinando o bócio. É encontrado nos peixes, frutos do mar e sal iodado.

Flúor: Participa da manutenção da estrutura dos ossos e do esmalte dos dentes. É encontrado nos peixes e água fluoretada.

Cromo: Atua no metabolismo energético e no metabolismo da glicose. É encontrado nos cereais integrais, levedo de cerveja e carnes.

Selênio: Funciona em íntima associação com a vitamina E. É encontrado nos mariscos, carnes, fígado, cereais e leguminosas.

Manganês: Contribui na utilização da glicose para o fornecimento de energia. É encontrado nos cereais, frutas e verduras.

CÁLCIO:

O que é:

O cálcio é um mineral que desempenha muitas funções no nosso organismo, promovendo o seu bom funcionamento. Inclusive, está entre os elementos mais abundantes do corpo humano.

A maioria do cálcio em nosso corpo, cerca de 99%, está presente nos ossos e dentes, enquanto o restante fica no sangue e nas células, possibilitando o acontecimento de algumas reações.

Os benefícios do cálcio no organismo estão relacionados à estrutura dos ossos e dentes, força óssea, impulsos nervosos, contrações musculares, coagulação sanguínea e permeabilidade celular.

Benefícios:

  • Desenvolvimento e manutenção da estrutura de ossos e dentes;
  • Contração muscular no ciclo dos batimentos cardíacos;
  • Coagulação sanguínea;
  • Transmissão e regulação dos impulsos nervosos;
  • Ativação de enzimas responsáveis pela digestão de gorduras e metabolismo de proteínas;
  • Permeabilidade das células.

Deficiência:

Nem sempre é fácil detectar a deficiência de cálcio de forma espontânea, sobretudo porque os sintomas podem estar relacionados a diversas outras questões.

Normalmente, os indícios mais evidentes são observados a longo prazo. Por isso, é recomendável consultar um médico ou nutricionista periodicamente para realizar exames e verificar suas carências nutricionais.

O exame de sangue e a densitometria óssea são os mais indicados para diagnosticar a deficiência de cálcio e os riscos de osteoporose, por exemplo.

No entanto, outras evidências podem apontar a falta do mineral no organismo. Veja abaixo:

  • irritabilidade, ansiedade e insônia;
  • nervosismo;
  • depressão;
  • fraqueza;
  • dificuldade de memorização;
  • fortes cólicas menstruais;
  • dores na coluna;
  • artrite;
  • unhas fracas e quebradiças;
  • dentes frágeis e cáries frequentes;
  • problemas cardiovasculares.

Ao perceber a presença de um ou mais sintomas citados acima, é fundamental procurar um profissional especializado para acompanhar o caso e oferecer as melhores soluções

Não é só a falta de cálcio que provoca efeitos colaterais no organismo.

Embora seja considerado um nutriente essencial, o seu consumo em excesso também pode trazer riscos para a saúde.

Entre os mais conhecidos estão as pedras nos rins e o depósito de cálcio na parede das artérias, que pode ocasionar problemas cardiovasculares mais graves, como o infarto.

Quanto devo consumir para aproveitar os benefícios do cálcio?

A preocupação com o consumo deve começar ainda na infância, já que é durante essa fase que criamos a reserva do mineral  que será utilizada durante o resto da vida.

Logo, quando a ingestão é baixa, especialmente nessa época, há maior risco de deficiência futura. É o que acontece nos casos de osteoporose.

Nessa doença, o organismo retira dos ossos uma quantidade do mineral para manter as suas outras funções vitais e, consequentemente, eles acabam enfraquecidos.

De qualquer maneira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo diário de cálcio como um nutriente indispensável, em quantidades que variam de acordo com a idade das pessoas. Veja a seguir:

  • de 1 a 3 anos: 600 mg;
  • de 4 a 8 anos: 900 mg;
  • de 9 a 18 anos: 1.300 mg;
  • de 19 a 50 anos: 1.000 mg;
  • acima de 50 anos: 1.200 mg.

Suplementos naturais:

Apesar da grande diversidade de alimentos que fornecem cálcio, para atingir a dose diária, é necessário consumir grandes quantidades desses produtos.

Algumas pessoas acabam não conseguindo fazer isso ou possuem algum distúrbio de absorção, o que causa a deficiência do mineral no organismo – mesmo consumindo os alimentos corretos em doses adequadas.

Para esses casos, para atletas e pessoas orientadas por profissionais da saúde a consumir maiores quantidades de cálcio, existem alternativas naturais de suplementação. Entre elas estão:

  • Cálcio de origem mineral (Dolamita);
  • Cálcio de origem animal (conchas de ostras);
  • Cálcio de origem vegetal (alga marinha Lithothamnium).

Apesar das três alternativas de suplementação oferecerem boas concentrações do mineral, o cálcio de algas tem se destacado.

O cálcio proveniente de algas marinhas é de origem vegetal. Por isso, ele tem maior potencial para oferecer segurança à saúde.

Um dos fatores que explica isso é o reduzido risco de desenvolvimento de problemas cardíacos, já que não deixa resíduos e depósitos nas artérias.

Sua composição ainda conta com outros minerais, como magnésio, zinco e ferro. Todos são importantes para a manutenção do metabolismo e geração de energia.

FÓSFORO:

O que é:

O fósforo é um mineral essencial para o funcionamento do corpo humano. É o segundo mais abundante no organismo, só ficando atrás do cálcio. Ele é o único macronutriente que não existe na atmosfera, com exceção da forma sólida encontrada nas rochas.

Está presente nos vegetais, principalmente por que eles absorvem esse mineral, e também faz parte e é transportado pelas correntes de água, por esse motivo diversos peixes e frutos do mar contêm fosfóro em sua composição.

Dentro do organismo, o fósforo trabalha em conjunto com o cálcio para fortalecer ossos e dentes, e ajuda também na formação de diversas proteínas, da proteção muscular, do correto trabalho dos rins, coração, cérebro, entre tantos outros benefícios.

Benefícios:

Ajuda na formação e proteção óssea: O fósforo, assim como o cálcio, é um importante elemento na formação e fortalecimento dos ossos e dentes, atuando na prevenção de diversas doenças, como osteoporose e raquitismo;

Atua na produção de DNA e RNA: O fósforo compõe as estruturas moleculares do DNA e RNA, responsáveis por todo o código genético;

É bom para os músculos: Este mineral atua também na contração muscular, reduzindo a fadiga, quando os músculos precisam trabalhar mais fortemente;

Auxilia na formação de proteínas: O fósforo também faz parte do processo de criação das proteínas do corpo e atua potencializando a capacidade do organismo de absorver corretamente uma série de nutrientes, como os carboidratos;

É bom para os rins: Um dos trabalhos mais importantes exercidos pelo rim é a capacidade de filtrar corretamente as impurezas. Nesse sentido, o fósforo é essencial, pois auxilia nesse processo, equilibrando o organismo e eliminando as toxinas;

Ajuda na digestão: O mineral é importante para o sistema digestivo, pois facilita as reações químicas necessárias e absorção de nutrientes, evitando assim doenças como prisão de ventre, diarreia, entre outras;

Mantém o cérebro saudável: Por participar de uma série de funções, o fosfóro é importante também para manutenção de um bom desenvolvimento cognitivo e correta condução dos impulsos nervoso;

É bom para o coração: O fósforo ajuda ainda no controle dos batimentos cardíacos e tem aspecto protetivo da saúde cardíaca;

Atua no equilíbrio hormonal: Por trabalhar conjuntamente com o sistema endócrino, o fósforo também ajuda a manter os hormônios devidamente equilibrados;

Ajuda na prevenção de doenças relacionadas ao envelhecimento: A falta de fósforo no organismo pode facilitar a ocorrência de uma série de erfermidades, como osteoporose, a artrite, artrose, entre outras.

Deficiência:

O corpo dá diversos sinais de que existe uma falta importante de nutrientes. No caso do fósforo, entre os sintomas mais comuns dessa deficiência, estão:

  • Maior ocorrência de problemas ósseos e fraturas;
  • Dores nas articulações;
  • Sensação de dormência e/ou tremores;
  • Falta de apetite;
  • Dores nas articulações;
  • Problemas de crescimento;
  • Cabelos e unhas quebradiços;
  • Diminuição da libido;
  • Taquicardia;
  • Problemas de memória;
  • Irritabilidade ou ansiedade;
  • Fadiga e cansaço;
  • Propensão maior à doenças, como osteoporose, artrose e artrite.

POTÁSSIO:

O que é:

O potássio é um mineral muito importante para o funcionamento adequado de todas as células, tecidos e órgãos do corpo humano.

O potássio é crucial para a função cardíaca e desempenha um papel fundamental na contração do músculo esquelético, o que beneficia uma digestão normal e função musculares.

Benefícios:

Prevenção de Doenças Cardiovasculares: Os benefícios do potássio são extremamente abrangentes, mas o mais conhecido entre eles é certamente o papel desse mineral na prevenção de doenças cardiovasculares. Em virtude da sua função vasodilatadora, níveis adequados de potássio evitam ou aliviam a hipertensão arterial, de modo que reduzem significativamente o risco de doenças cardiovasculares e aliviam os sintomas de distúrbios já existentes.

Saúde Mental e Nervosa: Mas não é apenas o sistema circulatório que é contemplado pelos benefícios do potássio. O sistema nervoso também depende amplamente desse mineral, uma vez que o potássio é essencial para a condutividade elétrica dos neurónios.

Sem potássio, os neurónios têm a sua comunicação prejudicada, de modo que bons níveis de potássio beneficiam a memória e a aprendizagem. A sua função vasodilatadora é mais um benefício ao sistema nervoso, garantindo simultaneamente um maior aporte de oxigénio ao cérebro e evitando os temidos AVCs.

Regulação do Metabolismo: O papel do potássio no metabolismo também é bastante influente. O potássio regula os níveis de açúcar no sangue, evitando os picos tanto quanto a escassez. Nesse sentido, o potássio é um mineral especialmente importante para os diabéticos. Nutrientes como gorduras e carbohidratos têm também a sua absorção e processamento melhor regulados na presença de bons níveis de potássio.

Uso do Cálcio: Outra função do potássio passa por beneficiar simultaneamente os ossos e o sistema excretor. Tal ocorre pois o potássio combate diversos ácidos que retiram o cálcio dos ossos, ou que evitam a sua fixação nos mesmos. Dessa forma, a densidade óssea é beneficiada pelo potássio.

Porém, ao mesmo tempo, os níveis de cálcio no sangue diminuem, já que a fixação desse elemento nos ossos é maior. Portanto, os rins precisam de filtrar menos cálcio, de forma que esses órgãos funcionem de modo mais eficiente, com reduzidas hipóteses de formação de cálculos renais.

Balanço de Líquidos: Na verdade, bons níveis de potássio influenciam positivamente não apenas o funcionamento dos rins, mas de praticamente as funções de todos os órgãos, na medida em que o potássio regula o balanço de líquidos no organismo. Através dessa regulação, cada órgão funciona com a concentração ideal de água, atingindo uma performance superior de suas funções.

Alívio de Dores: Entre os benefícios do potássio, encontramos ainda o alívio de diversas dores, sobretudo de dores de cabeça. Muitas pessoas que sofrem regularmente de dores de cabeça, sofrem na verdade, de deficiência do mineral.

Combate os Efeitos dos stresse e da Ansiedade: Extremamente visíveis hoje em dia são, também, os benefícios do potássio sobre a ansiedade e o stresse. Esses males modernos são relacionados com níveis excessivamente elevados de cortisol e adrenalina, dois hormónios que se tornam mais bem comportados quando há bons níveis de potássio no corpo.

Perda de Peso: Não há dúvidas de que o consumo adequado de alimentos com potássio é de grande ajuda para a perda de peso. O principal fator nesse sentido são as funções do potássio como regulador dos níveis de açúcar. Evitando os picos de açúcar no sangue, o potássio evita também os picos na produção de insulina, um hormónio que incentiva o acumular de gordura.

Apesar de não acelerar diretamente o metabolismo, pode-se dizer que um dos benefícios do potássio é manter o metabolismo regulado, o que é benéfico para quem procura perder peso. Tão significativo quanto, porém, é o balanço de líquidos para que serve o potássio: ao evitar a
retenção de água pelo organismo, o potássio colabora para desinchar o corpo. Além disso, o papel do potássio em evitar a fraqueza muscular pode ser de grande ajuda para manter a motivação em exercitar-se diariamente.

Ganho de Massa Muscular: A saúde muscular é extremamente dependente do potássio, de modo que é evidente que o ganho de massa muscular deve dar-se sempre acompanhado por níveis adequados desse mineral. Os benefícios do potássio acumulam-se, começando no treino de resistência muscular, como veremos a seguir.

O potássio garante que a contração e o relaxamento dos músculos sejam feitos da forma mais completa e correta, o que evita dores e, sobretudo, cãibras. Sem o potássio, esses movimentos tornam-se inadequados e, no limite, impossíveis.

Mesmo depois dos treinos, a dor é menos frequente e intensa para quem consome quantidades adequadas de potássio. Nesse ponto, porém, entra em jogo o papel do potássio na síntese de proteínas, de modo a acelerar e intensificar a recuperação e o crescimento muscular.

A nível hormonal, o potássio colabora, também, para o ganho de massa muscular. O hormónio mais prejudicial para o ganho de massa muscular, o cortisol, é mantido em níveis baixos pelo potássio. Se isso não for feito, esse hormónio pode incentivar o corpo a consumir os próprios músculos para obter energia.

Deficiência:

  • Cãibras e fraqueza muscular. Os primeiros sinais da falta de potássio no organismo são as cãibras frequentes e a fraqueza muscular grave, como simplesmente não conseguir levantar-se da cama.
  • prisão de ventre 
  • Irregularidade nos batimentos cardíacos.
  • Náuseas e vômitos.

Suplementação de Potássio:

A suplementação de potássio é hoje em dia plenamente disponível, mas não é tão eficiente como o potássio de fontes naturais. Os suplementos podem ser necessários para pessoas que tomam medicamentos diuréticos, ou para pessoas com problemas na absorção do potássio ou de sais minerais em geral. Pessoas saudáveis, porém, podem obter níveis absolutamente perfeitos de modo natural.

O mais importante ponto da suplementação, porém, é a determinação da dosagem. Para isso, também vale a pena consultar um médico, de modo que a dosagem varia conforme a dieta e as necessidades de cada pessoa.

Overdose de Potássio:

Doses altas excessivas também podem provocar uma série de problemas. O perigo da overdose, que é quase inexistente para as pessoas saudáveis, é bastante preocupante para pacientes com problemas renais. Esses pacientes podem acumular lentamente níveis altíssimos de potássio, que por sua vez aumentam o nível de absorção do cálcio, provocando problemas de calcificação em todo o corpo.

Além disso, há o perigo de desenvolver doenças cardiovasculares, caracterizadas sobretudo pela arritmia cardíaca. No limite, a overdose de potássio pode ter efeitos semelhantes aos da sua falta, conduzindo, por exemplo, à paralisia muscular.

SÓDIO:

O que é:

O sódio é um mineral e normalmente é encontrado na natureza com um outro elemento químico, o cloreto. O cloreto de sódio é o famoso sal de cozinha e ele possui 40% de sódio em cada grama.

A principal função do sódio é equilibrar a quantidade de água no organismo, juntamente com o potássio. Enquanto o sódio retém os líquidos, o potássio provoca a excreção, de modo que as células fiquem com a quantidade certa de água. Além disso, a dupla sódio e potássio participa de contrações musculares e do fornecimento de energia para o organismo.

 

Benefícios:

Aliado do coração: A dupla sódio e potássio são essências para as contrações musculares e por isso ajuda a manter o ritmo cardíaco normal. A ausência de sódio pode levar a uma arritmia cardíaca.

Evita o cansaço: O sódio participa do fornecimento de energia para o organismo. Isto porque ele age no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, transformando estes macronutrientes em energia para o corpo. Por isso, a ausência de sódio pode levar ao cansaço.

Bom para os músculos: Este benefício ocorre porque o sódio participa do processo de contrações musculares. Assim, a ausência deste mineral leva a uma fraqueza muscular.

Bom em casos de vômitos e diarreias: Durante as crises de diarreia ou vômitos as pessoas perdem muito sódio e potássio. Por isso, quando a pessoa não consegue se alimentar é importante repor as substâncias com o soro.

Equilibra quantidade de água: O sódio age retendo os líquidos no organismo, enquanto o potássio provoca a excreção da água. Assim, quando há o equilíbrio entre os dois, ocorre também o equilíbrio da quantidade de água no corpo, permitindo que as funções do organismo ocorram corretamente.

Deficiência:

A falta de sódio no organismo pode levar a dor de cabeça, fraqueza muscular, vômitos, diarreias e até mesmo a arritmia cardíaca.

Combinações com o sódio:

A combinação entre o sódio e o potássio é essencial para que ambos consigam cumprir suas funções no organismo. O equilíbrio entre os dois permite regular a quantidade de água no organismo, além disso, contribui para a contração muscular e o fornecimento de energia para o corpo.

Riscos do consumo em excesso de sódio:

O consumo em excesso de sódio pode causar uma série de problemas de saúde.

Hipertensão: Como já foi dito, o sódio retém a água. Por isso, o excesso do mineral leva a grande quantidade de água no organismo, que aumentará a quantidade de sangue para os tecidos. Com mais sangues as artérias e veias se dilatam, aumentando de diâmetro. Assim temos o aumento da pressão arterial.

Problemas cardíacos: Com o aumento da quantidade de sangue, aumenta também o trabalho do coração. Afinal, é ele que terá que bombear o volume extra. Com o tempo, tanto esforço irá resultar em problemas cardíacos.

Problemas nos ossos: O sódio em excesso no organismo rouba o cálcio dos ossos, aumentando o risco da pessoa desenvolver problemas como osteoporose ou osteopenia.

Prejudica os rins: Com o excesso de sódio, os rins precisam expelir maior quantidade deste mineral e por isso trabalham mais. Com o tempo, isto pode levar a uma sobrecarga do órgão e prejudicar seu funcionamento.

Favorece o inchaço: A pessoa pode desenvolver inchaço devido ao excesso de sódio no corpo caso tenha outros problemas associados, como obesidade ou complicações cardíacas.

Excesso de iodo: Como o sal de cozinha também possui adição de iodo, pode ocorrer o excesso desta outra substância que favorece problemas na tireoide.

MAGNÉSIO:

O que é:

O magnésio é um mineral essencial para a saúde dos nossos tecidos, nervos, músculos, ossos, no controle da pressão arterial e no controle do açúcar no sangue.

Benefícios:

Saúde cardiovascular: Uma revisão sistemática publicada na revista High Blood Pressure & Cardiovascular Prevention sugeriu que o uso de magnésio pode melhorar a disfunção endotelial quando administrado por mais de 6 meses.

Manejo do diabetes tipo II: Em um estudo realizado na Palestina, a suplementação com magnésio por 3 meses em pacientes com diabetes tipo II, reduziu a resistência à insulina e melhorou indicadores de controle glicêmico.

Enxaqueca: Um estudo avaliou os efeitos preventivos do citrato de magnésio, via oral por 3 meses, foram avaliados e foi sugerido que o magnésio atua na profilaxia da enxaqueca e pode atuar por mecanismos vasculares e neurogênicos.

Alivia azia e má digestão: O óxido de magnésio fortalece o sistema digestivo e evita a produção excessiva de bactérias. Ele é responsável por regular os níveis de produção do acido estomacal.

O acido estomacal também necessita da enzima digestiva pepsina. A pepsina quebra a proteína em aminoácidos e a produção desta enzima só ocorre com a presença do magnésio.

A falta do mineral faz com que o excesso do ácido estomacal cause a azia.

Constipação: Um estudo de revisão sobre possíveis tratamentos para a constipação retrata o papel do magnésio na constipação leve pois induz aumento do peristaltismo. Porém o uso em adultos mais velhos deve ser feito com cautela, visto que pode causar efeitos gástricos adversos e toxicidade.

Qualidade sono: Um estudo clínico com idosos queconsumiram magnésio (500 mg/dia) por 8 semanas observou aumento significativo no tempo e eficiência de sono, assim como aumento dos níveis de melatonina, hormônio importante para a qualidade do sono. E também foi observada redução nos níveis de cortisol, hormônio relacionado ao estresse.

Ingestão Diária Recomendada:

  • Crianças de 0 a 6 meses: 30 mg/dia;
  • Crianças de 7 a 12 meses: 75 mg/dia;
  • Crianças de 1 a 3 anos: 80 mg/dia;
  • Crianças de 4 a 8 anos: 130 mg/dia;
  • Adolescentes de 9 a 13 anos: 240 mg/dia;
  • Meninas de 14 a 18 anos: 360 mg/dia;
  • Meninos de 14 a 18 anos: 410 mg/dia;
  • Mulheres de 19 a 30 anos: 310 mg/dia;
  • Homens de 19 a 30 anos: 400 mg/dia;
  • Mulheres de 30 a +51 anos: 320 mg/dia;
  • Homens de 30 a +51 anos: 420 mg/dia
  • Gestantes: 350-400 mg/dia;
  • Lactantes: 310-360 mg/dia.

Deficiência:

A falta de magnésio pode causar dormência e formigamento. Este nutriente é responsável pelo relaxamento das artérias e quando está insuficiente a pressão nos nervos pode aumentar gerando estes sintomas.

A deficiência de magnésio também pode causar problemas no coração. O mineral está associado ao relaxamento dos vasos sanguíneos e a falta dele faz com que o coração tenha que trabalhar com mais esforço, aumentando a pressão arterial e causando arritmias.

A falta de magnésio ainda pode gerar quadros de depressão, pois causa irritabilidade, ansiedade e nervosismo. Ele é fundamental para a liberação de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar.

Suplementos:

Em caso de deficiência de magnésio, a suplementação do mineral é indicada. O mineral pode ser encontrado em de algumas formas, veja abaixo:

Hidróxido de magnésio: Também conhecido como leite de magnésio, é utilizado como laxante e para melhorar a má digestão.

Cloreto de magnésio: Contém 12% de magnésio e apresenta uma boa absorção do nutriente.

Óxido de magnésio: Contém 60% de magnésio, melhora a digestão e tem propriedades laxantes;

Glicinato de magnésio: É constituído por magnésio, um mineral essencial e glicina, um aminoácido não essencial e é facilmente absorvido pelo seu corpo.

Riscos do consumo em excesso:

O excesso de magnésio pode ocasionar quadros de fraqueza muscular, enjoos e pressão baixa.

Por ser considerado um laxante do tipo natural, não é recomendado consumi-lo em caso de diarreia.

FERRO:

O que é:

O ferro é um mineral essencial. Ele é fundamental para o bom funcionamento das células e para a síntese de DNA e metabolismo energético. Na hemoglobina o ferro tem a função de transportar oxigênio para o músculo em atividade. Como componente da mioglobina, atua como fixador do oxigênio nas fibras musculares cardíacas e músculo esquelético, para proteger de lesão muscular durante os períodos da privação de oxigênio

Benefícios:

Previne anemia: O ferro é um dos principais componentes da hemoglobina, pigmento das células vermelhas do sangue. A falta do mineral faz com que o organismo produza menos células vermelhas, o que irá caracterizar o quadro de anemia.

A condição mais comumente associada à deficiência de ferro é a anemia ferropriva, encontrada frequentemente em crianças, adolescentes e gestantes. Deve-se observar que a deficiência de ferro também pode ocorrer sem anemia, produzindo sintomas como fadiga, problemas de comportamento (diminuição da vivacidade e dificuldade de concentração), fraqueza muscular e maior suscetibilidade a infecções.

Bom para o coração: O ferro é importante para o coração porque é parte formadora de proteínas chamadas mioglobinas, que estão presentes no miocárdio (músculo do coração) e são responsáveis pela boa oxigenação deste músculo.

Bom para a imunidade: A presença de ferro ajuda a melhorar a imunidade porque este mineral age na manutenção do sistema imunológico. A deficiência de ferro contribui para falhas cognitivas incluindo menor desempenho neuropsicológico em bebês, crianças em idade pré-escolar e em idade escolar, adolescentes e adultos.

Essencial para a oxigenação: O ferro é essencial para o transporte de oxigênio para todo o corpo. Na hemoglobina transporta oxigênio para o músculo em atividade. Como componente da mioglobina, atua como fixador do oxigênio nas fibras musculares cardíacas e músculo esquelético, para proteger de lesão muscular durante os períodos da privação de oxigênio.

Fornece energia: O ferro participa no transporte e utilização do oxigênio para a produção de energia.

Bom para a pele: O ferro desempenha um papel na produção de colágeno e elastina, ambos componentes necessários na integridade do tecido conjuntivo. Por isso, é essencial para manter a saúde da pele.

Bom para gestantes e crianças: É muito comum as gestantes e lactantes precisarem do suplemento de ferro. O mineral melhora a capacidade cognitiva e de aprendizado da criança, diminui o risco de morte maternal no parto e no pós-parto, melhora a resistência à infecções e é fundamental num crescimento saudável.

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Deficiência:

A deficiência de ferro pode ocorrer em pessoas com deficiência de ferro por baixa ingestão de alimentos ricos no mineral ou por má absorção do mesmo. Além disso, gestantes e praticantes de atividade física devem sempre consultar um profissional para haver se há necessidade de suplementar ferro.

A deficiência de ferro pode causar apatia, irritabilidade, sonolência excessiva, redução da capacidade de aprendizado, falta de ar e tonturas. Além disso, deficiência de ferro contribui para falhas cognitivas incluindo menor desempenho neuropsicológico em bebês, crianças em idade pré-escolar e em idade escolar, adolescentes e adultos. Algumas descobertas de pesquisas indicam que a deficiência precoce de ferro (na infância) pode causar consequências neuropsicológicas irreversíveis. Entretanto, o fornecimento adequado na pré-escola e em crianças mais velhas parece melhorar a performance cognitiva.

Suplementos:

O uso do suplemento de ferro é orientado quando a pessoa está com deficiência deste nutriente. É comum orientá-lo para gestantes e lactantes. Vegetarianos e veganos também podem precisar da suplementação. O uso do suplemento só pode ocorrer após orientação do médico ou nutricionista.

Consumo em excesso:

O excesso ferro caracteriza uma doença chamada hemocromatose. Esta doença se divide em primária e secundária. A hemocromatose primária é uma desordem genética transmitida nas famílias. Ela ocorre no nascimento. As pessoas com essa doença absorvem muito ferro pelo trato digestivo. O ferro se deposita no corpo, especialmente no fígado. Você tem maior probabilidade de adquirir essa doença se alguém da sua família já a tiver ou teve.

A hemocromatose secundária, adquirida, se deve a outras doenças relacionadas ao sangue como talassemia ou certas anemias ou muitas transfusões de sangue. Às vezes, ocorre em pessoas que sofrem de alcoolismo há longo tempo e outros problemas de saúde. A hemocromatose pode causar cirrose hepática e sérios danos renais, inclusive com importante perda de sua função.

Além disso, o excesso de ferro pode favorecer a gravidade das doenças isquêmicas cardiovasculares, neoplasias malignas, infecções, acidentes vascular cerebral, artrites e algumas doenças neonatais.

IODO:

O que é:

O iodo é um mineral necessário para a síntese dos hormônios tireoidianos que irão regular as funções do organismo, sua deficiência pode levar ao bócio e seu excesso pode causar intoxicação.

O funcionamento correto da glândula tireoide depende do iodo. Esta glândula por sua vez sintetiza os hormônios tiroxina (T3) e triiodotironina (T4). Estes hormônios têm diversas funções no nosso organismo. Atuam no crescimento físico e neurológico, no metabolismo basal, na manutenção da temperatura corporal, controlam o metabolismo da oxidação celular, o metabolismo dos lipídios, dos hidratos de carbono, das proteínas, da água e de alguns minerais. O iodo também é importante no funcionamento de diversos órgãos como o coração, o fígado, rins e ovários.

Benefícios:

Essencial para o crescimento: O iodo é essencial para o funcionamento da glândula da tireoide, que irá sintetizar hormônios que agem no crescimento físico e neurológico. Uma ingestão suficiente de iodo no organismo ainda irá fazer com que o cabelo e as unhas tenham um crescimento saudável.

Elimina toxinas: O iodo ajuda a eliminar toxinas que estão no corpo. É especialmente eficaz contra certos produtos químicos e tóxicos, como mercúrio, chumbo e flúor.

Importante para o metabolismo: O iodo é essencial para a síntese dos hormônios tireoidianos. Esses hormônios atuam no metabolismo basal, dos lipídios, dos hidratos de carbono, das proteínas, da água e de alguns minerais. Eles também agem na manutenção da temperatura corporal.

Importante para o coração e outros órgãos: Por ser necessários para a síntese dos hormônios tireoidianos, o iodo auxilia na regulação do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Pelo mesmo motivo, o iodo também é essencial para o funcionamento do fígado, rins e ovários.

Deficiência:

O consumo insuficiente de iodo está relacionado a doenças como hipotireoidismo, problema no qual a glândula da tireoide não produz hormônios suficientes para a necessidade do organismo, bócio endêmico, que é o aumento anormal da glândula da tireoide, deficiência mental, aumento da mortalidade infantil e infertilidade.

A deficiência de iodo é especialmente preocupante para as gestantes. Afinal, nesta fase é essencial que a glândula da tireoide funcione direito, principalmente nas 12 primeiras semanas, período em que alguns hormônios da futura mãe diminuem e outros passam a ser fabricados, a placenta começa a se formar e o bebê desenvolve seus principais órgãos. A falta de cuidado com o hipotireoidismo pode causar parto prematuro, defeitos neurológicos, QI abaixo do normal, surdez e até aborto do feto.

Quantidade recomendada de iodo:

A quantidade média recomendada de iodo para cada idade de acordo com a Organização Mundial de Saúde é:

  • Crianças de 0 até 1 ano: 90 microgramas (mcg) por dia ou 15 mcg/kg/dia
  • Crianças de 1 ano a 6 anos: 90 mcg por dia ou 6 mcg/kg/dia
  • Crianças de 7 a 12 anos: 120 mcg por dia ou 4,0 mcg/kg/dia
  • Adolescentes e adultos: 150 mcg por dia ou 2,0 mcg/kg/dia
  • Gestantes e lactantes: necessidades chegam a 200 mcg por dia ou 3,5 mcg/kg/dia.

Suplementos naturais:

A suplementação de iodo só pode ser orientada por um médico e é feita quando se constata a carência desta substância no organismo.

As grávidas e as mulheres que amamentam necessitam de maiores quantidades de iodo por dia. Isto porque seu organismo exige mais iodo para funcionar corretamente, os rins eliminam mais e é preciso transferir hormônios e iodo para o feto. Uma alimentação variada e equilibrada permite que as grávidas atinjam a dose diária recomendada de iodo.

Para os veganos que não consomem sal iodado nem algas ricas em iodo, é recomendável a suplementação, por isso estas pessoas devem conversar com o médico nutrólogo sobre o assunto.

Consumo em excesso:

A intoxicação pelo iodo é causada devido ao consumo diário de quantidades muito grandes dele, 400 vezes maior do que a recomendação diária. O excesso de iodo pode produzir o bócio e, algumas vezes, o hipertireoidismo.

QUANDO TOMAR SUPLEMENTO COM SAIS MINERAIS:

Os suplementos de minerais devem ser tomados quando a alimentação não está sendo suficiente para suprir as necessidades do organismo ou quando há doenças que exigem níveis maiores de minerais no corpo, como acontece na osteoporose, que exige suplementação de cálcio de vitamina D, por exemplo.

A quantidade de suplementos varia de acordo com a fase da vida e o gênero, por isso a necessidade da toma de suplementos deve sempre ser indicada pelo médico ou nutricionista.

PERGUNTAS FREQUÊNTES:

O que causa a falta de manganês?

A deficiência de manganês causa perda de peso, além de afetar a capacidade reprodutiva, a função pancreática e o metabolismo de carboidratos.

Qual a função dos sais minerais no organismo?

Os sais minerais, como ferro, cálcio, zinco, cobre, fósforo e magnésio, são nutrientes importantes para produção de hormônios, a formação de dentes e ossos e a regulação da pressão sanguínea.

Quais os benefícios dos minerais?

As vitaminas e os minerais são nutrientes essenciais para o funcionamento do nosso corpo. Além de regular enzimas e hormônios, participam da manutenção do ritmo cardíaco, da contração muscular, do funcionamento cerebral e do equilíbrio do organismo como um todo.

O que acontece com a falta de sais minerais no organismo?

Os sais minerais são substâncias inorgânicas que precisam ser consumidas pelos seres vivos para que haja um bom funcionamento do organismo. A falta desses nutrientes pode causar graves prejuízos ao organismo, até mesmo a morte.

Quais as doenças causadas pela falta de sais minerais?

Algumas doenças que são provocadas pela falta de vitaminas e minerais podem ser: Cegueira noturna, pelagra,raquitismo,obesidade,distúrbios metabólicos e anemia.